Siderurgia

Thyssen retomará plano para se desfazer da CSA

Empresa não encontrou um comprador para os ativos em 2013.

Valor Econômico
14/01/2014 09:45
Visualizações: 722

 

A ThyssenKrupp, a maior produtora de aço alemã, pretende retomar os esforços para vender suas operações de aço brasileiras, depois de falhar na busca por um comprador dos ativos em 2013, segundo reportou uma rádio alemã.
Com a intenção de desembaraçar seus planos de expansão, no fim de novembro a ThyssenKrupp vendeu sua fábrica nos EUA para duas rivais, em um acordo esperado pelo mercado, mas não conseguiu nomear um comprador para a unidade brasileira (a Cia. Siderúrgica do Atlântico- CSA, no Rio).
"Deve ser dito bem claramente que no médio e no longo prazos nós não queremos a fábrica da ThyssenKrupp no Brasil", afirmou o executivo-chefe da companhia, Heinrich Hiesinger, ao Deutschlandfunk, sem querer especificar uma data para a venda ser anunciada novamente.
A venda da fábrica nos EUA e o anúncio simultâneo de aumento de capital estão ajudando a empresa a cortar sua dívida para apenas cerca de € 3 bilhões (US$ 4,1 bilhões), afirmou Hiesinger na entrevista, que foi ao ar na rede alemã no domingo. "Se continuarmos por um ou dois anos neste rumo, vamos diminuir nossas dívidas e ir na direção de nos tornarmos uma empresa de dívida zero", completou o executivo do grupo alemão.


A ThyssenKrupp, a maior produtora de aço alemã, pretende retomar os esforços para vender suas operações de aço brasileiras, depois de falhar na busca por um comprador dos ativos em 2013, segundo reportou uma rádio alemã.

Com a intenção de desembaraçar seus planos de expansão, no fim de novembro a ThyssenKrupp vendeu sua fábrica nos EUA para duas rivais, em um acordo esperado pelo mercado, mas não conseguiu nomear um comprador para a unidade brasileira (a Cia. Siderúrgica do Atlântico- CSA, no Rio).

"Deve ser dito bem claramente que no médio e no longo prazos nós não queremos a fábrica da ThyssenKrupp no Brasil", afirmou o executivo-chefe da companhia, Heinrich Hiesinger, ao Deutschlandfunk, sem querer especificar uma data para a venda ser anunciada novamente.

A venda da fábrica nos EUA e o anúncio simultâneo de aumento de capital estão ajudando a empresa a cortar sua dívida para apenas cerca de € 3 bilhões (US$ 4,1 bilhões), afirmou Hiesinger na entrevista, que foi ao ar na rede alemã no domingo. "Se continuarmos por um ou dois anos neste rumo, vamos diminuir nossas dívidas e ir na direção de nos tornarmos uma empresa de dívida zero", completou o executivo do grupo alemão.

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