Aço

Tubos Ipiranga foca o mercado interno

Jornal do Commercio
14/07/2008 09:20
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A Tubos Ipiranga, fabricante de tubos de aço, investirá R$ 45 milhões para expandir em 25% sua produção annual e aproveitar melhor o mercado interno brasileiro, principalmente nos setores sucroalcoleiro, petróleo e gás, e evitar perdas com a desvalorização do dólar.

 

Os recursos serão destinados à aquisição de novas máquinas para suas três plantas industriais. A meta da companhia é aumentar em 25% . "Estamos exportando pouco este ano, pois resolvemos privilegiar o mercado interno. Com o dólar desvalorizado está melhor vender no Brasil", afirmou o diretor comercial da Tubos Ipiranga, Fernando Del Roy.

 

Ele disse que a alta dos preços das commodities metálicas é um percalço inerente às indústrias que têm aço como principal insumo. Del Roy explicou que driblar a alta é manobra difícil de ser realizada e que o repasse aos preços é inevitável.

 

"É impossível evitar aumento de preços, uma vez que, quando as usinas tomam a decisão de reajustar o que cobram pelo aço, nós não temos alternativa que não seja o repasse imediato", acrescentou. Para se proteger desta alta e minizar o efeito dela em sua tabela de preços, a empresa tenta negociar contratos mais longos com seus fornecedores e ajustar estoques. Del Roy enfatizou que essa prática nem sempre obtem sucesso.

 

"Os aumentos sucessivos no aço têm feito com que tenhamos que rever contratos com muita freqüência e isso é desgastante", afirmou o executivo.

 

Em contrapartida, há grande procura pelos tubos de aço e os setor que consomem o produto não têm alternativa barata a ele. Além dos setores de petróleo e gás e açúcar e álcool, os tubos da Ipiranga também são utilizados nos segmentos de mineração, papel e celulose, alimentício e automotivo. "Isso se deve a grande aplicabilidade de nossa linha de tubos e conexões", disse.

 

Uma preocupação do diretor comercial da Ipiranga é que em curto prazo haja oferta menor as indústrias, por conta do aquecimento do mercado. Ele explicou que os investimentos de R$ 45 milhões foram realizados justamente para diminuir o impacto negativo da escassez.

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