Licitação

Usiminas vence licitação para fornecer 7,7 mil toneladas de aço para o Promef

A Usiminas ofereceu o melhor preço e venceu a licitação para a compra de 7,7 mil toneladas de chapas de aço destinadas à construção de navios que integram o Programa de Modernização e Expansão da Frota da Transpetro (Promef).

Redação
13/05/2010 20:59
Usiminas vence licitação para fornecer 7,7 mil toneladas de aço para o Promef Visualizações: 1079

A Usiminas ofereceu o melhor preço e venceu a licitação para a compra de 7,7 mil toneladas de chapas de aço destinadas à construção de navios que integram o Programa de Modernização e Expansão da Frota da Transpetro (Promef).    

 

O aço será utilizado pelo Estaleiro Mauá, localizado em Niterói (RJ), que está construindo quatro navios de produtos derivados de petróleo para o programa. O primeiro deles será lançado ao mar e batizado em cerimônia prevista para o mês de junho. Este será o segundo lançamento do Promef este ano, marcando o renascimento da indústria naval brasileira por meio das encomendas da Transpetro.    

 

Participaram da licitação nove usinas siderúrgicas de cinco países. Com o resultado, a Usiminas já tem contratadas 40 mil toneladas de aço a serem utilizadas na construção dos navios do Promef. Este montante representa 32% do total de chapas compradas para o programa até o momento, que somam 123,6 mil toneladas.    

 

“Sempre afirmamos que a nossa preferência é comprar o aço no Brasil, desde que o preço seja competitivo em nível internacional. O resultado desta licitação sinaliza o começo de uma nova era na relação entre a Usiminas e a Transpetro, justamente no momento da retomada da indústria naval brasileira”, avalia o presidente da Transpetro, Sergio Machado.    

 

A construção dos 49 navios destinados à frota da Transpetro vai consumir, no total, 680 mil toneladas de aço. A empresa continuará realizando tomadas internacionais de preço a fim de obter sempre as melhores condições comerciais para os estaleiros participantes do Promef. Tendo em vista o peso do aço no custo de um navio (20% a 30%), a estratégia é fundamental para estimular a competitividade da indústria naval brasileira.

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