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Vale faz acordo para venda de participações na VLI

Companhia negocia venda de participação adicional.

Redação TN/ Ascom Vale
19/09/2013 09:57
Vale faz acordo para venda de participações na VLI Imagem: Divulgação. Vale Visualizações: 1401

 

Vale faz acordo para venda de participações na VLI 
e negocia venda de participação adicional
A Vale informa que está em negociações, em caráter de exclusividade, com consórcio liderado pela Brookfield Brasil Ltda, subsidiária da Brookfield Asset Management Inc., para a venda de aproximadamente 26% de sua participação no capital da VLI, empresa de logística integrada de carga geral controlada pela Vale.
Ao mesmo tempo, celebrou acordos para transferência de participação de 20% do capital da VLI para Mitsui & Co. (Mitsui) e de 15,9% para o Fundo de Investimento do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço - FGTS (FI-FGTS), cujo patrimônio é administrado pela Caixa Econômica Federal.
A transação
A Vale ressalta que os termos e condições de um potencial acordo de venda de participação para a Brookfield ainda estão sendo discutidos com a mesma, não sendo possível garantir que o negócio será realizado ou quais serão seus termos e condições finais.
A Vale concordou em vender 20% do capital total da VLI para a Mitsui por R$ 1,509 bilhão e 15,9% do capital da VLI para o FI-FGTS por R$ 1,2 bilhão. Os valores finais dessas operações estão sujeitos a determinados ajustes, de acordo com os termos e condições estabelecidos nos acordos de investimento.
Do valor total envolvido nessas operações, uma parcela no valor de R$ 2 bilhões será destinada ao aporte de capital na VLI, que emitirá novas ações que serão subscritas e integralizadas pela Mitsui e FI-FGTS. Os valores aportados na VLI serão utilizados para o financiamento de parte do seu plano de investimentos. O restante dos recursos envolvidos nas operações, no valor de R$ 709 milhões, será pago pela Mitsui para a Vale em troca de ações da VLI detidas pela Vale.
Após a conclusão das operações já acordadas, a Vale manterá o controle acionário da VLI, com 64,1% de seu capital total. Vale, Mitsui e FI-FGTS firmarão acordo de acionistas regulando seus direitos e obrigações como acionistas da VLI. Na eventualidade de a transação com a Brookfield vier a ser realizada a participação da Vale na VLI poderá ser reduzida para menos de 40%.
A conclusão das transações mencionadas estará sujeita às aprovações de órgãos governamentais competentes, entre eles o Conselho Administrativo de Defesa Econômica - CADE, e no caso da Brookfield também Agência Nacional de Transportes Terrestres - ANTT e a Secretaria de Portos da Presidência da República, e a outras condições suspensivas usuais.
Racional estratégico
A alienação de participação no capital da VLI é consistente com a estratégia da Vale de reduzir sua exposição a ativos considerados non-core, viabilizando simultaneamente a extração de valor não precificado em suas ações e diminuição significativa de dispêndios futuros de capital em investimentos nesses ativos. Tal estratégia é resultante do foco na disciplina na gestão do capital e na maximização de valor para os acionistas.

A Vale comunicou que está em negociações, em caráter de exclusividade, com consórcio liderado pela Brookfield Brasil Ltda, subsidiária da Brookfield Asset Management Inc., para a venda de aproximadamente 26% de sua participação no capital da VLI, empresa de logística integrada de carga geral.


Segundo a mineraora, foram celebrados acordos para transferência de participação de 20% do capital da VLI para Mitsui & Co. (Mitsui) e de 15,9% para o Fundo de Investimento do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço - FGTS (FI-FGTS), cujo patrimônio é administrado pela Caixa Econômica Federal.


Os termos e condições de um potencial acordo de venda de participação para a Brookfield ainda estão sendo discutidos, não sendo possível garantir que o negócio será realizado ou quais serão seus termos e condições finais.


A Vale concordou em vender 20% do capital total da VLI para a Mitsui por R$ 1,509 bilhão e 15,9% do capital da VLI para o FI-FGTS por R$ 1,2 bilhão. Os valores finais dessas operações estão sujeitos a determinados ajustes, de acordo com os termos e condições estabelecidos nos acordos de investimento.


Do valor total envolvido nessas operações, uma parcela no valor de R$ 2 bilhões será destinada ao aporte de capital na VLI, que emitirá novas ações que serão subscritas e integralizadas pela Mitsui e FI-FGTS. Os valores aportados na VLI serão utilizados para o financiamento de parte do seu plano de investimentos. O restante dos recursos envolvidos nas operações, no valor de R$ 709 milhões, será pago pela Mitsui para a Vale em troca de ações da VLI detidas pela Vale.


Após a conclusão das operações já acordadas, a Vale manterá o controle acionário da VLI, com 64,1% de seu capital total. Vale, Mitsui e FI-FGTS firmarão acordo de acionistas regulando seus direitos e obrigações como acionistas da VLI. Na eventualidade de a transação com a Brookfield vier a ser realizada a participação da Vale na VLI poderá ser reduzida para menos de 40%.


A conclusão das transações mencionadas estará sujeita às aprovações de órgãos governamentais competentes, entre eles o Conselho Administrativo de Defesa Econômica - CADE, e no caso da Brookfield também Agência Nacional de Transportes Terrestres - ANTT e a Secretaria de Portos da Presidência da República, e a outras condições suspensivas usuais.


Racional estratégico


A alienação de participação no capital da VLI é consistente com a estratégia da Vale de reduzir sua exposição a ativos considerados non-core, viabilizando simultaneamente a extração de valor não precificado em suas ações e diminuição significativa de dispêndios futuros de capital em investimentos nesses ativos. Tal estratégia é resultante do foco na disciplina na gestão do capital e na maximização de valor para os acionistas.

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