Hidrovia

Viabilidade da hidrovia do rio Parnaíba deve custar R$ 2,4 bilhões

Estudo foi apresentado na última sexta feira (26).

Jornal O Dia
29/09/2014 10:47
Visualizações: 682

 

O estudo de Viabilidade Técnico-Econômica e Ambiental - EVTEA para implantação da Hidrovia do Parnaíba foi apresentado na última sexta-feira (26), durante seminário em Teresina. A proposta é analisar a possibilidade de tornar os rios Parnaíba e Balsas navegáveis, visando à formação de um corredor de 1.491 km, destinado principalmente ao escoamento de grãos produzidos nos cerrados piauienses.
De acordo com estudo encomendado pelo Governo Federal, serão necessários o valor de R$ 2,4 bilhões para tornar viável a hidrovia do Rio Parnaíba, da região de Ribeiro Gonçalves até o Delta do Parnaíba. Mas devido o alto valor do projeto, a possível construção da hidrovia foi dividida em etapas.
O representante do consórcio Hidrotopo DZETA, responsável por realizar o estudo, afirma que na primeira etapa da obra serão investidos o valor de R$ 400 milhões. “Foi uma forma de tornar mais viável. Na primeira etapa serão abrangidos os municípios que passam de Ribeiro Gonçalves a Teresina. O tempo da obra seria de 4 a 5 anos”, explicou.
A elaboração do estudo de viabilidade da hidrovia conta com recursos do PAC 2, no valor de R$ 5.810.342,47. O estudo foi realizado entre os anos de 20134 e 2014 e contemplou todas as cidades ribeirinhas ao rio Parnaíba e Balsas no Maranhão. De acordo com o deputado Jesus Rodrigues (PT), a hidrovia do Rio Parnaíba tornaria possível a construção do porto de Luís Correia. Depois desta primeira etapa a intenção seria chegar até o Delta. O escoamento da produção iria ocorrer por meio do porto. Por isso afirmo que a hidrovia deixa o porto viável devido essa necessidade”, comentou.
Foto: Marcela Pachêco/ODIA
O superintendente da AHINOR – Administração das Hidrovias do Nordeste, Antonio Valente, é preciso que o estudo avalie os impactos ambientais. “Serão intervenções com dragas, sinalização e balizamento da via. Além do desenvolvimento econômico precisamos saber quais os impactods ambientais. O desenvolviemnto deve está aliado as questões ambientais. Mas pelo estudo feito a hidrovia é viável”, disse.
A hidrovia do Rio Parnaíba se tornaria mais viável com a conclusão de obras como o Porto de Luís Correia e as quatro hidrelétricas previstas para serem concluídas no rio. Porém, os dois projetos se arrastam há anos e nunca saíram do papel. “Se as hidrelétricas dos municípios de Ribeiro Gonçalves , Palmeiras, Floriano e Amarante fossem concluídas haveria o aumento do volume de água e a navegação seria facilitada”, comentou o deputado Jesus Rodrigues.

O estudo de Viabilidade Técnico-Econômica e Ambiental - EVTEA para implantação da Hidrovia do Parnaíba foi apresentado na última sexta-feira (26), durante seminário em Teresina.

A proposta é analisar a possibilidade de tornar os rios Parnaíba e Balsas navegáveis, visando à formação de um corredor de 1.491 km, destinado principalmente ao escoamento de grãos produzidos nos cerrados piauienses.

De acordo com estudo encomendado pelo Governo Federal, serão necessários o valor de R$ 2,4 bilhões para tornar viável a hidrovia do Rio Parnaíba, da região de Ribeiro Gonçalves até o Delta do Parnaíba.

Mas devido o alto valor do projeto, a possível construção da hidrovia foi dividida em etapas.

O representante do consórcio Hidrotopo DZETA, responsável por realizar o estudo, afirma que na primeira etapa da obra serão investidos o valor de R$ 400 milhões. “Foi uma forma de tornar mais viável. Na primeira etapa serão abrangidos os municípios que passam de Ribeiro Gonçalves a Teresina.

O tempo da obra seria de 4 a 5 anos”, explicou.

A elaboração do estudo de viabilidade da hidrovia conta com recursos do PAC 2, no valor de R$ 5.810.342,47.

O estudo foi realizado entre os anos de 20134 e 2014 e contemplou todas as cidades ribeirinhas ao rio Parnaíba e Balsas no Maranhão.

De acordo com o deputado Jesus Rodrigues (PT), a hidrovia do Rio Parnaíba tornaria possível a construção do porto de Luís Correia. Depois desta primeira etapa a intenção seria chegar até o Delta.

O escoamento da produção iria ocorrer por meio do porto. Por isso afirmo que a hidrovia deixa o porto viável devido essa necessidade”, comentou.

O superintendente da AHINOR – Administração das Hidrovias do Nordeste, Antonio Valente, é preciso que o estudo avalie os impactos ambientais. “Serão intervenções com dragas, sinalização e balizamento da via. Além do desenvolvimento econômico precisamos saber quais os impactods ambientais. O desenvolviemnto deve está aliado as questões ambientais. Mas pelo estudo feito a hidrovia é viável”, disse.

A hidrovia do Rio Parnaíba se tornaria mais viável com a conclusão de obras como o Porto de Luís Correia e as quatro hidrelétricas previstas para serem concluídas no rio. Porém, os dois projetos se arrastam há anos e nunca saíram do papel.

“Se as hidrelétricas dos municípios de Ribeiro Gonçalves , Palmeiras, Floriano e Amarante fossem concluídas haveria o aumento do volume de água e a navegação seria facilitada”, comentou o deputado Jesus Rodrigues.

 

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