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Wilson, Sons anuncia Receita Anual recorde de US$ 575,6 milhões

A Wilson, Sons registrou Receita Anual de US$ 575,6 milhões, um crescimento de 20,4% em relação a 2009. O crescimento de dois dígitos foi resultado da evolução nos volumes de todas as unidades de negócio.

Redação
28/03/2011 10:19
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A Wilson, Sons registrou Receita Anual de US$ 575,6 milhões, um crescimento de 20,4% em relação a 2009. O crescimento de dois dígitos foi resultado da evolução nos volumes de todas as unidades de negócio.


“Apresentamos mais um ano de sólidos resultados para os nossos acionistas. Com investimentos recorde de US$ 190,3 milhões em 2010, a Wilson, Sons ratificou o seu empenho com o desenvolvimento da infraestrutura portuária, marítima e logística do Brasil”, afirmou Cezar Baião, CEO das Operações no Brasil da Wilson, Sons.


“Em 2011, os investimentos continuam com as obras de expansão do Tecon Salvador e a duplicação da capacidade do Estaleiro Guarujá, além da programada expansão da frota de embarcações de apoio marítimo e rebocadores. Estamos confiantes de que nossos investimentos hoje garantirão um futuro de sucesso para a Companhia”, completou Baião.

O progresso de 30,0% na receita de Terminais Portuários foi resultado do crescimento nas movimentações de contêineres e nos níveis de armazenagem, beneficiados pela evolução das importações em função da apreciação do Real. O aumento das receitas também é consequência da substancial evolução das atividades da Brasco e dos maiores níveis de cabotagem nos Tecons, auxiliados pelo melhor mix de preços praticados.


A movimentação recorde de 928,7 mil TEU no ano, registrando crescimento de 4,6% em relação a 2009, apesar do impacto negativo do Real forte no ano de 2010. O volume movimentado nos Tecons foi beneficiado pelo aquecimento da economia doméstica, que através da evolução do modal de cabotagem compensou o efeito negativo da apreciação do R$ nos níveis de exportação brasileira. O mix de contêineres cheios-vazios melhorou em função do incremento das importações nos Tecons, com o aumento de 12,7% na movimentação de cheios em 2010. O crescimento dos níveis de importação também contribuiu para o aumento das atividades de armazenagem.


Houve evolução de 84,2% nas receitas anuais da Brasco como reflexo dos maiores níveis de serviços prestados aos clientes com contratos de longo-prazo.

As receitas de Rebocagem cresceram 7,1% na comparação anual devido à maior demanda pelos serviços de operações especiais, além do aumento nos volumes de manobras portuárias no período. A companhia segue com foco no desenvolvimento do mercado de operações especiais, que já representam 15,6% da receita total de Rebocagem, beneficiadas pela crescente demanda nas operações de suporte às construções de FPSO (Floating Production Storage e Offloading) e plataformas de Óleo & Gás.


Os resultados de Offshore de 2010 incluem os efeitos da formação da joint venture WSUT, sendo os números reportados proporcionalmente, com 50% de participação da Wilson, Sons na nova empresa a partir do dia 28 de Maio de 2010. A redução de 26,5% nas receitas anuais e a queda de 52,6% nos resultados operacionais foram reflexo direto da formação da joint venture, da migração de quatro embarcações do mercado spot para contratos de longo-prazo com a Petrobras (com menor daily rate) e do maior nível de depreciação em função do aumento da frota do negócio.

 

Nos últimos meses, adicionamos à frota da joint venture o PSV Talha-Mar (Outubro/2010) e o PSV Torda (Março2011), sendo a frota atual empresa composta de 11 embarcações.


O crescimento de mais de 50% na receita de Estaleiros no ano foi reflexo da aceleração do programa de construção do Estaleiro Guarujá e da entrega de embarcações mais modernas ao longo de 2010. A queda no EBITDA do ano foi devido aos maiores custos associados ao início das obras de construção dos Estaleiros Guarujá II e Rio Grande (US$ 2,0 mi em 2010 vs. US$ 1,0 mi em 2009). Os resultados de 2009 foram inflados pela reversão da provisão de contingências, na ordem de US$ 3,4 mi.


A receita de Agenciamento Marítimo cresceu dois dígitos como resultado dos fortes volumes movimentados. A queda na margem EBITDA foi função dos maiores custos com pessoal e da valorização do R$ no período, uma vez que 100% dos custos do negócio são denominados na moeda brasileira e grande proporção das receitas é denominada em US$. A provisão do plano de incentivo de longo prazo também impactou negativamente os custos de pessoal do negócio. O crescimento nos volumes movimentados ocorreu em virtude do aquecimento do mercado interno brasileiro e do fluxo de comércio internacional.


Na área de Logística, o crescimento de 31,5% no EBITDA e de 37,5% na receita líquida durante o terceiro trimestre de 2010 é resultado dos novos contratos e das ótimas performances nos segmentos de mineração, siderurgia, farmacêutica e petroquímica. As operações in-house nas indústrias de mineração que tiveram início no terceiro trimestre de 2010 estão em linha com o crescimento do negócio. Após o fim desse período, a companhia adicionou um contrato na indústria de papel e celulose ao seu portfólio de operações.
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