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Dicas para reduzir custos e começar 2026 com mais eficiência e consciência, por Alan Henn

Com pequenos ajustes e decisões inteligentes, é possível economizar, reduzir desperdícios e adotar hábitos mais sustentáveis no consumo de energia.

Redação TN Petróleo/Assessoria Voltera
15/12/2025 13:57
Dicas para reduzir custos e começar 2026 com mais eficiência e consciência, por Alan Henn Imagem: Pri Lippert Visualizações: 1614

Entrar em 2026 com o pé direito pode significar mais do que fazer novas promessas: é também uma boa oportunidade para repensar a forma como se usa e se consome energia.

Os últimos anos deixaram isso bem claro. Entre 2010 e 2024, o custo da energia no mercado cativo saltou 177%, enquanto a inflação no período ficou em 122%, segundo a Abraceel.

Em 2025, o cenário continuou pressionado com reajuste acima da inflação, conforme o Boletim Focus do Banco Central, e seis meses de bandeira vermelha, o que estendeu por mais tempo os custos extras na conta. Por isso, o fim do ano é um momento estratégico para agir.

Segundo o engenheiro Alan Henn, CEO da Voltera Energia, o primeiro passo é entender que energia não é apenas um insumo, mas um recurso estratégico, tanto para empresas quanto para residências. "A forma como consumimos energia reflete nossos hábitos, nossa cultura e até nossos valores. Reduzir custos é uma consequência natural de quem adota práticas mais conscientes e sustentáveis", explica.

A seguir, Alan compartilha dicas para começar o ano economizando e consumindo melhor a energia. Confira:

1. Diagnóstico: saiba de onde vem o seu consumo

Antes de cortar gastos, é preciso entender como a energia está sendo usada. Empresas podem fazer um mapeamento de consumo, identificando horários de pico, desperdícios e equipamentos ineficientes. Já no ambiente doméstico, vale observar os vilões silenciosos, como: ar-condicionado mal regulado, lâmpadas antigas, aparelhos em stand-by e chuveiros elétricos usados por longos períodos.

2. Mercado livre de energia: previsibilidade e economia real

Para pequenas e médias empresas, migrar para o mercado livre de energia é uma das decisões mais eficazes para reduzir custos em 2026. Nessa modalidade, o consumidor pode escolher seu fornecedor e negociar preços, obtendo tarifas mais competitivas e previsíveis. "O mercado livre permite planejar, fugir da volatilidade das bandeiras tarifárias e, ainda, optar por fontes renováveis", comenta Henn.

3. Mercado livre de energia: economia e sustentabilidade a longo prazoCada vez mais empresas estão aderindo ao mercado livre também pela oportunidade de alinhar o consumo às metas ESG. Ao comprar energia diretamente de fontes renováveis, como solar, eólica ou biomassa, a empresa reduz custos, melhora sua performance ambiental e reforça seu compromisso com práticas sustentáveis. Essa liberdade de escolha cria um ciclo virtuoso: menos gasto, menos impacto e mais valor para o negócio.

4. Pequenas atitudes que fazem diferença

Trocar lâmpadas por modelos LED, aproveitar a luz natural, desligar equipamentos fora do uso e regular o termostato de refrigeradores são ações simples que podem reduzir até 20% da conta de energia. "Economizar não é só gastar menos, é usar melhor. Cada quilowatt economizado é um passo em direção a um futuro mais sustentável", completa Henn.

Começar 2026 reduzindo custos é, acima de tudo, evoluir. Com tecnologia, planejamento e escolhas mais conscientes, é possível crescer gastando menos energia e evitando desperdícios.

Sobre o autor: Alan Henn é Engenheiro Eletricista e CEO da Voltera.

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