Petrobras

A partir 15 de agosto está programada parada de 30 dias para manutenção da plataforma de Mexilhão e do gasoduto Rota 1

Redação TN Petróleo, Agência Petrobras
07/06/2021 10:18
A partir 15 de agosto está programada parada de 30 dias para manutenção da plataforma de Mexilhão e do gasoduto Rota 1 Imagem: Agência Petrobras Visualizações: 2164

A Petrobras informa que iniciará, em 15 de agosto, a parada programada de 30 dias para manutenção da plataforma de Mexilhão e do gasoduto Rota 1, que escoa o gás natural produzido em Mexilhão e em outras plataformas do pré-sal e pós-sal da Bacia de Santos.

A intervenção na Plataforma de Mexilhão e no gasoduto Rota 1 foi planejada com vários meses de antecedência, considerando a sua complexidade e a necessidade de contratação de bens e serviços e coordenação da disponibilidade dos recursos necessários à sua realização. A parada programada foi comunicada à Agência Nacional do Petróleo em outubro de 2020, nos Programas Anuais de Produção (PAP) e reuniões específicas junto ao MME/CMGN – Comitê de Monitoramento de Gás Natural do Ministério de Minas e Energia e ONS em março de 2021.

DivulgaçãoA parada possibilitará a manutenção preventiva e a realização de melhorias nas instalações, garantindo a continuidade e a segurança nas operações de escoamento e fornecimento de gás natural.

Sobre a parada, destaca-se:

• Realização de inspeção de equipamentos NR-13 (Norma Regulamentadora sobre inspeção de segurança e operação de vasos de pressão, caldeiras e tubulações) e SPIE (Serviço Próprio de Inspeção de Equipamentos), que devem obedecer a prazos máximos designados pela norma.

• Atendimento às Recomendações de Inspeção Críticas com vencimentos a partir de agosto de 2021. Essas intervenções são em equipamentos necessários para o processo de produção e entrega de gás e demandam a interrupção dos sistemas aos quais estão associados, requerendo a parada das operações da plataforma para execução segura dos serviços planejados.

• Parte importante das atividades referem-se a componentes internos aos equipamentos em operação e sem acesso para inspeção ou ensaios, dessa forma a postergação da intervenção pode levar a riscos operacionais ou a paradas não programadas, prejudicando ainda mais o escoamento de gás para UTGCA – Unidade de Tratamento de Gás de Caraguatatuba.

Assim, a parada programada não pode ser adiada, pois visa à segurança operacional e ao cumprimento de prazos normativos.

A companhia notificou os clientes sobre a parada, nos termos contratualmente estabelecidos, e segue adotando ações para mitigar impactos no fornecimento de gás durante a parada. As soluções envolvem:

Institucional• Ampliação da capacidade do Terminal de Regaseificação da Baía de Guanabara de 20 milhões para 30 milhões de m³/dia;

• Reposicionamento de navio regaseificador do Terminal de Regaseificação de GNL de Pecém para o Terminal da Bahia (TRBA), com capacidade de ofertar mais 14 milhões m³/dia;

• Posicionamento no mercado de cargas e navios supridores de GNL;

• Negociação de novo contrato interruptível de incremento temporário da importação da Bolívia.

Como medida adicional, a Petrobras irá conciliar a manutenção da Plataforma de Mexilhão e do Gasoduto Rota 1 às paradas programadas de usinas termelétricas próprias e de terceiros, reduzindo assim a demanda por gás natural dessas térmicas no período da parada e aumentando sua disponibilidade de geração no restante do período seco. O cronograma de paradas das termelétricas foi articulado antecipadamente com Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), buscando o mínimo impacto possível ao setor. A redução no fornecimento de energia elétrica gerada por térmicas será de aproximadamente 3 mil megawatts durante o período da parada, ante uma capacidade total de geração térmica a gás natural no país de cerca de 15 mil megawatts e uma capacidade instalada total de geração, considerando todas as fontes, em torno de 170 mil megawatts (dados de capacidade do sistema obtidos no site do ONS: http://www.ons.org.br/paginas/sobre-o-sin/o-sistema-em-numeros).

Mais Lidas De Hoje
veja Também
ANP
Royalties: valores referentes à produção de julho foram ...
29/09/26
ROG.e 2026
Vencedor do RSE Award e destaque na ROG.e, o Programa de...
28/09/26
ROG.e 2026
Oil States destaca integração entre engenharia, fabricaç...
25/09/26
ROG.e 2026
Empresários do Norte Fluminense prospectam negócios na R...
25/09/26
ROG.e 2026
ANP participou de mais de 40 palestras em evento que reú...
25/09/26
ROG.e 2026
TBG debate integração do mercado de gás natural no Cone ...
25/09/26
ROG.e 2026
Sucesso! ROG.e 2026 fecha com 83 mil visitantes e injeçã...
25/09/26
ROG.e 2026
Expansão das fontes renováveis e mudanças no mercado abr...
25/09/26
ROG.e 2026
Presidente da Petrobras defende exploração ativa e prevê...
25/09/26
ROG.e 2026
Inovação tecnológica e dedicação à indústria marcam prem...
25/09/26
Petroquímica
Referência mundial em sustentabilidade, I’m green™ bio-b...
25/09/26
ROG.e 2026
Escassez de engenheiros preocupa setores estratégicos e ...
25/09/26
ROG.e 2026
Constellation é reconhecida pela Petrobras como a melhor...
25/09/26
ROG.e 2026
Na ROG.e 2026, Shell destaca parcerias, inovação e disci...
25/09/26
ROG.e 2026
Nikki Martin, presidente e CEO da EnerGeo Alliance falou...
25/09/26
ROG.e 2026
Porto do Açu e OceanPact assinam acordo para expansão de...
25/09/26
ROG.e 2026
Mayekawa apresenta soluções para óleo, gás e energia na ...
25/09/26
ROG.e 2026
Shell destaca papel da capacitação para aproximar jovens...
25/09/26
Terminais
Ultracargo é reconhecida pelo quarto ano consecutivo com...
25/09/26
GNL
Edge e Governo do Rio Grande do Sul assinam Memorando de...
25/09/26
E&P
ANP contrata B3 para assessoria técnica às licitações de E&P
25/09/26
VEJA MAIS
Newsletter TN

Fale Conosco

Utilizamos cookies para garantir que você tenha a melhor experiência em nosso site. Se você continuar a usar este site, assumiremos que você concorda com a nossa política de privacidade, termos de uso e cookies.

25