Infraestrutura

Aeroporto Internacional de Cabo Frio passará por expansão

Localização é estratégica para setor de óleo e gás.

Ascom Grupo Libra
07/06/2013 16:21
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O Aeroporto Internacional de Cabo Frio, administrado pelo Grupo Libra, passará por obras de expansão nos próximos anos. Entre as principais mudanças estão a ampliação do pátio de aviões cargueiros, com a construção de 65 mil metros quadrados de área, que permitirá o estacionamento simultâneo de mais quatro aeronaves de grande porte, e o aumento da área do pátio de helicópteros em mais 66 mil metros quadrados. Essa alteração garantirá o recebimento de mais 30 helicópteros, além dos 12 já em operação.
“Esses investimentos no Aeroporto Internacional de Cabo Frio também têm como objetivo dar suporte aos planos do Grupo Libra de transformar o aeroporto em um empreendimento âncora, com vistas a desenvolver na região um grande centro privado de logística aeroportuária”, afirma Kleber Meira, presidente da Libra Aeroportos, braço de negócios do Grupo Libra na área aeroportuária. De acordo com o executivo, a localização estratégica e a infraestrutura existente permitirão a companhias de vários setores, como as de fármacos e eletroeletrônicos, além das empresas da indústria de Oil&Gas, ter acesso a soluções logísticas diferenciadas para a movimentação de cargas que entram tanto por Cabo Frio quanto pelo porto do Rio de Janeiro, entre outros gateways.
Kleber explica que o Aeroporto Internacional de Cabo Frio tem três vocações importantes: ser a principal porta de entrada de turistas e empresários que viajam para a Região dos Lagos; ser um portal de entrada de cargas aéreas para suprimento, principalmente para a indústria de petróleo e gás da região, e transformar-se em um dos polos mais importantes de atendimento de helicópteros que servem às plataformas offshore.
Além da localização privilegiada, outros diferenciais contribuem de forma decisiva para a importância do aeroporto na região. Suas condições operacionais, favorecidas por uma pista de 2.560 metros ao nível do mar, permitem aterrissagem e decolagem das maiores aeronaves do mundo, sem contar a estrutura de atendimento a helicópteros e seus passageiros.
“Temos 70 mil metros quadrados de área alfandegada, dos quais 18 mil metros quadrados são cobertos, e atendimento aos principais regimes aduaneiros, como DAC e Repetro, conferindo agilidade e ampla capacidade de armazenagem de cargas até que sigam para a sua destinação”, explica Kleber.
O presidente da Libra Aeroportos acrescenta que a operação de dois voos cargueiros regulares vindos dos EUA e o início da operação de um voo cargueiro vindo da Europa em abril deste ano colocam o Aeroporto Internacional de Cabo Frio entre os mais movimentados na rota de cargueiros do Brasil.
Para o aeroporto, a área de óleo e gás é estratégica. Em média, 6.500 passageiros por mês, 218 diariamente, embarcam em voos que saem com destino às plataformas de petróleo da região. São cerca de 25 voos diários, com forte potencial de crescimento. O ano de 2012 registrou, em relação a 2011, aumento de 48% no embarque e desembarque de passageiros e de 61,7% nos pousos - a maioria de funcionários e helicópteros das plataformas de petróleo em alto mar.
Semanalmente, há também voos de passageiros regulares com destino a Belo Horizonte. Na alta temporada, devido à vocação turística da região, são adicionadas outras linhas fretadas e comerciais, a maioria oriunda de Santiago (Chile), Córdoba e Buenos Aires (Argentina) e Campinas (São Paulo). No ano passado, o Aeroporto Internacional de Cabo Frio contabilizou movimento total de 220 mil passageiros.
De acordo com Kleber, a expansão do aeroporto também aumentará a capacidade para atender aos picos de demanda decorrentes dos grandes eventos a serem realizados no Rio de Janeiro, como a Copa do Mundo de Futebol e os Jogos Olímpicos. Durante a Rio+20, conferência da ONU realizada em junho passado no Rio de Janeiro, o Aeroporto Internacional de Cabo Frio teve papel fundamental na operação para desafogar o fluxo de voos gerados pelo evento, demonstrando sua capacidade de absorver a demanda gerada com os eventos internacionais. Só no período da conferência da ONU, o local teve um aumento de fluxo em torno de 50% em relação à movimentação cotidiana, com mais de 150 voos extras.
Passaram por Cabo Frio aeronaves executivas trazendo participantes dos Estados Unidos, Inglaterra, Equador, Portugal, Porto Rico, Chile, Uruguai, Barbados e México. Também foram realocados voos de cargueiros desviados do Aeroporto do Galeão, além de aeronaves provenientes do Aeroporto de Jacarepaguá que atendem o setor offshore.
“O aeroporto mostrou-se, na ocasião, protagonista na solução e na viabilização do tráfego aéreo gerado com a Rio+20, mantendo os critérios de qualidade e segurança de operações”, lembrou Kleber Meira. Segundo ele, esse foi um exemplo de como o aeroporto poderá atuar para atender futuros eventos no Rio de Janeiro, como a Copa do Mundo e as Olimpíadas de 2016.
Desde 2001, o Aeroporto Internacional de Cabo Frio é administrado pela iniciativa privada, após a concessão pela Prefeitura de Cabo Frio. Nesse período, já foram investidos no empreendimento R$ 35 milhões pelo gestor privado e R$ 50 milhões pelo poder público. “O aeroporto vem sendo uma parceria bem-sucedida entre a iniciativa privada e as três esferas de governo (federal, estadual e municipal), promovendo o desenvolvimento econômico e social de Cabo Frio e dos demais municípios da região, e também contribuindo para o desenvolvimento da aviação civil”, conclui Kleber.

O Aeroporto Internacional de Cabo Frio, administrado pelo Grupo Libra, passará por obras de expansão nos próximos anos. Entre as principais mudanças estão a ampliação do pátio de aviões cargueiros, com a construção de 65 mil metros quadrados de área, que permitirá o estacionamento simultâneo de mais quatro aeronaves de grande porte, e o aumento da área do pátio de helicópteros em mais 66 mil metros quadrados. Essa alteração garantirá o recebimento de mais 30 helicópteros, além dos 12 já em operação.


“Esses investimentos no Aeroporto Internacional de Cabo Frio também têm como objetivo dar suporte aos planos do Grupo Libra de transformar o aeroporto em um empreendimento âncora, com vistas a desenvolver na região um grande centro privado de logística aeroportuária”, afirma Kleber Meira, presidente da Libra Aeroportos, braço de negócios do Grupo Libra na área aeroportuária. De acordo com o executivo, a localização estratégica e a infraestrutura existente permitirão a companhias de vários setores, como as de fármacos e eletroeletrônicos, além das empresas da indústria de Oil&Gas, ter acesso a soluções logísticas diferenciadas para a movimentação de cargas que entram tanto por Cabo Frio quanto pelo porto do Rio de Janeiro, entre outros gateways.


Kleber explica que o Aeroporto Internacional de Cabo Frio tem três vocações importantes: ser a principal porta de entrada de turistas e empresários que viajam para a Região dos Lagos; ser um portal de entrada de cargas aéreas para suprimento, principalmente para a indústria de petróleo e gás da região, e transformar-se em um dos polos mais importantes de atendimento de helicópteros que servem às plataformas offshore.


Além da localização privilegiada, outros diferenciais contribuem de forma decisiva para a importância do aeroporto na região. Suas condições operacionais, favorecidas por uma pista de 2.560 metros ao nível do mar, permitem aterrissagem e decolagem das maiores aeronaves do mundo, sem contar a estrutura de atendimento a helicópteros e seus passageiros.


“Temos 70 mil metros quadrados de área alfandegada, dos quais 18 mil metros quadrados são cobertos, e atendimento aos principais regimes aduaneiros, como DAC e Repetro, conferindo agilidade e ampla capacidade de armazenagem de cargas até que sigam para a sua destinação”, explica Kleber.


O presidente da Libra Aeroportos acrescenta que a operação de dois voos cargueiros regulares vindos dos EUA e o início da operação de um voo cargueiro vindo da Europa em abril deste ano colocam o Aeroporto Internacional de Cabo Frio entre os mais movimentados na rota de cargueiros do Brasil.


Para o aeroporto, a área de óleo e gás é estratégica. Em média, 6.500 passageiros por mês, 218 diariamente, embarcam em voos que saem com destino às plataformas de petróleo da região. São cerca de 25 voos diários, com forte potencial de crescimento. O ano de 2012 registrou, em relação a 2011, aumento de 48% no embarque e desembarque de passageiros e de 61,7% nos pousos - a maioria de funcionários e helicópteros das plataformas de petróleo em alto mar.


Semanalmente, há também voos de passageiros regulares com destino a Belo Horizonte. Na alta temporada, devido à vocação turística da região, são adicionadas outras linhas fretadas e comerciais, a maioria oriunda de Santiago (Chile), Córdoba e Buenos Aires (Argentina) e Campinas (São Paulo). No ano passado, o Aeroporto Internacional de Cabo Frio contabilizou movimento total de 220 mil passageiros.


De acordo com Kleber, a expansão do aeroporto também aumentará a capacidade para atender aos picos de demanda decorrentes dos grandes eventos a serem realizados no Rio de Janeiro, como a Copa do Mundo de Futebol e os Jogos Olímpicos. Durante a Rio+20, conferência da ONU realizada em junho passado no Rio de Janeiro, o Aeroporto Internacional de Cabo Frio teve papel fundamental na operação para desafogar o fluxo de voos gerados pelo evento, demonstrando sua capacidade de absorver a demanda gerada com os eventos internacionais. Só no período da conferência da ONU, o local teve um aumento de fluxo em torno de 50% em relação à movimentação cotidiana, com mais de 150 voos extras.


Passaram por Cabo Frio aeronaves executivas trazendo participantes dos Estados Unidos, Inglaterra, Equador, Portugal, Porto Rico, Chile, Uruguai, Barbados e México. Também foram realocados voos de cargueiros desviados do Aeroporto do Galeão, além de aeronaves provenientes do Aeroporto de Jacarepaguá que atendem o setor offshore.


“O aeroporto mostrou-se, na ocasião, protagonista na solução e na viabilização do tráfego aéreo gerado com a Rio+20, mantendo os critérios de qualidade e segurança de operações”, lembrou Kleber Meira. Segundo ele, esse foi um exemplo de como o aeroporto poderá atuar para atender futuros eventos no Rio de Janeiro, como a Copa do Mundo e as Olimpíadas de 2016.


Desde 2001, o Aeroporto Internacional de Cabo Frio é administrado pela iniciativa privada, após a concessão pela Prefeitura de Cabo Frio. Nesse período, já foram investidos no empreendimento R$ 35 milhões pelo gestor privado e R$ 50 milhões pelo poder público. “O aeroporto vem sendo uma parceria bem-sucedida entre a iniciativa privada e as três esferas de governo (federal, estadual e municipal), promovendo o desenvolvimento econômico e social de Cabo Frio e dos demais municípios da região, e também contribuindo para o desenvolvimento da aviação civil”, conclui Kleber.

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