Política

Brasil e Japão negociam ampliação de parcerias

Que englobam setores econômico, comercial e tecnológico.

Agência Brasil
02/09/2013 17:58
Visualizações: 621

 

Os ministros das Relações Exteriores, Luiz Alberto Figueiredo Machado, e do Japão, Fumio Kishida, disseram hoje (2) que os dois países negociam a ampliação de acordos econômicos, comerciais e nas áreas de ciência, tecnologia e educação. A ideia é adotar medidas que estimulem a presença de empresas brasileiras no Japão e de japonesas no Brasil. Eles se reuniram nesta segunda-feira no Palácio Itamaraty.
“Gostaríamos que mais empresas japonesas viessem para o Brasil e com isso abrir, sim, cada vez mais o leque de cooperação”, ressaltou Figueiredo. “Ambos os países compartilham os mesmos valores, em relação à democracia e parceiros globais”.
O chanceler japonês elogiou os avanços conquistados pelo Brasil. “É uma relação [do Japão com o Brasil] de complementariedade de recursos. O Brasil está experimentando tecnologia de vanguarda e, na área indústria aeronáutica, cooperação conjunta em terceiros países, áreas que há um enorme leque de possibilidades”, disse Kishida.
Kishida e Figueiredo conversaram hoje por cerca de duas horas, quando examinaram alguns temas da agenda bilateral e global, como a assistência à comunidade brasileira no Japão, comércio e investimentos, além de incentivos à ciência, tecnologia e inovação.
Brasil e Japão têm vários projetos de cooperação técnica em terceiros países, como o Programa de Cooperação para o Desenvolvimento Agrícola da Savana Tropical de Moçambique (Pro-Savana) e para a implementação do padrão nipo-brasileiro de TV digital em países africanos, centro-americanos e sul-americanos.
Brasil e Japão mantêm relações diplomáticas desde 1895. Em 2012, o comércio bilateral foi US$ 15,7 bilhões, colocando o Japão como o sexto parceiro comercial do Brasil. No ano passado, o Brasil recebeu US$ 1,47 bilhão em investimentos japoneses.

Os ministros das Relações Exteriores, Luiz Alberto Figueiredo Machado, e do Japão, Fumio Kishida, disseram hoje (2) que os dois países negociam a ampliação de acordos econômicos, comerciais e nas áreas de ciência, tecnologia e educação. A ideia é adotar medidas que estimulem a presença de empresas brasileiras no Japão e de japonesas no Brasil. Eles se reuniram nesta segunda-feira no Palácio Itamaraty.


“Gostaríamos que mais empresas japonesas viessem para o Brasil e com isso abrir, sim, cada vez mais o leque de cooperação”, ressaltou Figueiredo. “Ambos os países compartilham os mesmos valores, em relação à democracia e parceiros globais”.


O chanceler japonês elogiou os avanços conquistados pelo Brasil. “É uma relação [do Japão com o Brasil] de complementariedade de recursos. O Brasil está experimentando tecnologia de vanguarda e, na área indústria aeronáutica, cooperação conjunta em terceiros países, áreas que há um enorme leque de possibilidades”, disse Kishida.


Kishida e Figueiredo conversaram hoje por cerca de duas horas, quando examinaram alguns temas da agenda bilateral e global, como a assistência à comunidade brasileira no Japão, comércio e investimentos, além de incentivos à ciência, tecnologia e inovação.


Brasil e Japão têm vários projetos de cooperação técnica em terceiros países, como o Programa de Cooperação para o Desenvolvimento Agrícola da Savana Tropical de Moçambique (Pro-Savana) e para a implementação do padrão nipo-brasileiro de TV digital em países africanos, centro-americanos e sul-americanos.


Brasil e Japão mantêm relações diplomáticas desde 1895. Em 2012, o comércio bilateral foi US$ 15,7 bilhões, colocando o Japão como o sexto parceiro comercial do Brasil. No ano passado, o Brasil recebeu US$ 1,47 bilhão em investimentos japoneses.

 

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