Indicadores

Cai demanda por energia na indústria brasileira

Dados são da EPE.

Diário do Nordeste
22/07/2014 14:52
Visualizações: 1000

 

O movimento de redução da demanda energética por parte da indústria brasileira iniciado no final do ano passado, principalmente em setores eletrointensivos, começa a atingir um leque mais amplo de setores industriais, segundo a Empresa de Pesquisa Energética (EPE).
De acordo com o diretor de Estudos Econômicos Energéticos e Ambientais da EPE, Amilcar Guerreiro, o movimento iniciado entre grandes produtores de commodities globais, estes afetados pela queda dos preços desses insumos, já chega a outras áreas, como o setor automotivo e de eletroeletrônicos.
"Hoje vemos um movimento mais generalizado na indústria", destacou Guerreiro, referindo-se ao consumo de energia nos últimos meses. O diretor da EPE revelou que o ritmo de consumo da indústria durante o segundo trimestre deste ano veio "um pouco" abaixo das expectativas.
Consumo em queda
Apesar disso, ele não revelou se a EPE pode reduzir a projeção de consumo por parte desse setor para 2014. Tradicionalmente, a revisão acontece duas vezes ao ano, sendo a segunda no mês de agosto. No boletim referente a abril, a EPE reduziu a projeção de consumo de energia pela indústria de 3,7% para 1,3% em 2014. O consumo das categorias residencial e comercial, por sua vez, mantém ritmo mais acelerado, destacou Guerreiro.
Armazenamento
Perguntado sobre o futuro do setor energético no Brasil, Guerreiro destacou que o desenvolvimento de sistemas de armazenamento de energia é importante para o pais. A utilização de baterias poderia amenizar a decisão brasileira de priorizar grandes projetos hídricos sem reservatórios. O desenvolvimento tecnológico desses sistemas de armazenamento poderá, inclusive, contribuir para a evolução da energia solar no Brasil, na visão do executivo. "No longo prazo, vemos grande espaço para a energia solar", afirmou. Guerreiro participou ontem, do 11º Congresso Brasileiro de Eficiência Energética (Cobee), realizado pela Abesco, em São Paulo.

O movimento de redução da demanda energética por parte da indústria brasileira iniciado no final do ano passado, principalmente em setores eletrointensivos, começa a atingir um leque mais amplo de setores industriais, segundo a Empresa de Pesquisa Energética (EPE).

De acordo com o diretor de Estudos Econômicos Energéticos e Ambientais da EPE, Amilcar Guerreiro, o movimento iniciado entre grandes produtores de commodities globais, estes afetados pela queda dos preços desses insumos, já chega a outras áreas, como o setor automotivo e de eletroeletrônicos.

"Hoje vemos um movimento mais generalizado na indústria", destacou Guerreiro, referindo-se ao consumo de energia nos últimos meses. O diretor da EPE revelou que o ritmo de consumo da indústria durante o segundo trimestre deste ano veio "um pouco" abaixo das expectativas.


Consumo em queda

Apesar disso, ele não revelou se a EPE pode reduzir a projeção de consumo por parte desse setor para 2014. Tradicionalmente, a revisão acontece duas vezes ao ano, sendo a segunda no mês de agosto. No boletim referente a abril, a EPE reduziu a projeção de consumo de energia pela indústria de 3,7% para 1,3% em 2014. O consumo das categorias residencial e comercial, por sua vez, mantém ritmo mais acelerado, destacou Guerreiro.


Armazenamento

Perguntado sobre o futuro do setor energético no Brasil, Guerreiro destacou que o desenvolvimento de sistemas de armazenamento de energia é importante para o pais. A utilização de baterias poderia amenizar a decisão brasileira de priorizar grandes projetos hídricos sem reservatórios. O desenvolvimento tecnológico desses sistemas de armazenamento poderá, inclusive, contribuir para a evolução da energia solar no Brasil, na visão do executivo. "No longo prazo, vemos grande espaço para a energia solar", afirmou. Guerreiro participou ontem, do 11º Congresso Brasileiro de Eficiência Energética (Cobee), realizado pela Abesco, em São Paulo.

 

Mais Lidas De Hoje
veja Também
Fenasucro
Fenasucro & Agrocana abre credenciamento de visitantes p...
11/05/26
Refino
Com 385 mil m³, RNEST bate recorde de produção de diesel...
11/05/26
Combustíveis
Etanol fecha a semana em baixa e amplia pressão sobre o ...
11/05/26
Energia Elétrica
Neoenergia renova mais três concessões e anuncia investi...
08/05/26
Sustentabilidade
Prêmio Firjan de Sustentabilidade: inscrições abertas at...
08/05/26
Cobertura OTC
ANP participa de uma das maiores conferências do mundo s...
08/05/26
Firjan
Voto pela inconstitucionalidade da lei dos royalties é o...
08/05/26
Mão de Obra
Censo 2026 vai mapear perfil socioeconômico de trabalhad...
07/05/26
Internacional
ANP e PPSA realizam evento exclusivo em Houston para pro...
07/05/26
Workshop
ANP faz workshop para dinamizar a exploração de petróleo...
07/05/26
Parceria
Halliburton e Shape Digital firmam colaboração estratégi...
06/05/26
ROG.e
ROG.e 2026 reunirá CEOs de TotalEnergies, Galp, TGS e Ry...
06/05/26
Oportunidade
CNPU 2025: ANP convoca candidatos de nível superior a se...
06/05/26
Combustíveis
Atualização: Extensão do prazo de flexibilização excepci...
06/05/26
Gestão
ANP publica Relatório de Gestão 2025
06/05/26
Internacional
Na OTC Houston 2026, Firjan SENAI SESI expande atuação s...
06/05/26
Energia Elétrica
Modelo simplificado viabilizou 70% das migrações ao merc...
06/05/26
Investimentos
Biocombustíveis podem adicionar até R$ 403,2 bilhões ao PIB
05/05/26
Bacia de Santos
Acordos de Individualização da Produção (AIP) das Jazida...
05/05/26
Energia Solar
ENGIE investirá R$ 5 milhões em três projetos para inova...
05/05/26
Combustíveis
ETANOL/CEPEA: Média de abril é a mais baixa em quase doi...
05/05/26
VEJA MAIS
Newsletter TN

Fale Conosco

Utilizamos cookies para garantir que você tenha a melhor experiência em nosso site. Se você continuar a usar este site, assumiremos que você concorda com a nossa política de privacidade, termos de uso e cookies.

23