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Caixa e ativos monetizáveis permitem à OGX tocar Tubarão Martelo

Pico de produção será da ordem de 30 mil barris/dia.

Valor Econômico
17/12/2013 15:04
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A operação do campo de Tubarão Martelo, na Bacia de Campos (RJ), está sendo tocada com recursos do caixa e dos ativos monetizáveis dados como garantias para fornecedores, afirmou o presidente da Óleo e Gás Participações (OGP, ex-OGX, petroleira do grupo EBX de Eike Batista), Paulo Narcélio.
"Estamos conseguindo tocar a operação com o caixa que tínhamos em 30 de setembro e com os ativos monetizáveis", afirmou o executivo, em reunião com investidores da Apimec, na sede da empresa no Rio de Janeiro.  A companhia possuía US$ 85 milhões em caixa em 30 de setembro.
"Temos ativos monetizáveis a médio prazo. Podemos usar tanto o caixa como os ativos como garantias. Caso haja alguma coisa no fluxo de caixa, existe a garantia para que o fornecedor continue trabalhando com a gente", afirmou Narcélio. Ele acrescentou que a própria venda do óleo de Tubarão Martelo vai gerar um fluxo de caixa.
O presidente da OGP também informou que a companhia continua trabalhando em outra frente: a negociação para a reestruturação da dívida de US$ 3,6 bilhões com credores internacionais, além de negociar recursos adicionais junto ao mercado. "São atividades que estão em andamento, quando isso de fato acontecer divulgaremos um fato relevante", disse Narcélio. "A situação econômica da companhia se sustenta", completou ele.

A operação do campo de Tubarão Martelo, na Bacia de Campos (RJ), está sendo tocada com recursos do caixa e dos ativos monetizáveis dados como garantias para fornecedores, afirmou o presidente da Óleo e Gás Participações (OGP, ex-OGX, petroleira do grupo EBX de Eike Batista), Paulo Narcélio.

"Estamos conseguindo tocar a operação com o caixa que tínhamos em 30 de setembro e com os ativos monetizáveis", afirmou o executivo, em reunião com investidores da Apimec, na sede da empresa no Rio de Janeiro.  A companhia possuía US$ 85 milhões em caixa em 30 de setembro.

"Temos ativos monetizáveis a médio prazo. Podemos usar tanto o caixa como os ativos como garantias. Caso haja alguma coisa no fluxo de caixa, existe a garantia para que o fornecedor continue trabalhando com a gente", afirmou Narcélio. Ele acrescentou que a própria venda do óleo de Tubarão Martelo vai gerar um fluxo de caixa.

O presidente da OGP também informou que a companhia continua trabalhando em outra frente: a negociação para a reestruturação da dívida de US$ 3,6 bilhões com credores internacionais, além de negociar recursos adicionais junto ao mercado. "São atividades que estão em andamento, quando isso de fato acontecer divulgaremos um fato relevante", disse Narcélio. "A situação econômica da companhia se sustenta", completou ele.

 

Produção

O pico de produção no campo de Tubarão Martelo será da ordem de 30 mil barris/dia, afirmou o presidente da Óleo e Gas Participações (OGP, ex-OGX), Paulo Narcélio, nesta terça-feira. Ele, no entanto, não estipulou prazo para que o pico seja alcançado. Perguntado sobre esse período, ele disse que o pico será alcançado no "longo prazo".

Mais cedo, em reunião com investidores da Apimec, o gerente executivo de reservatórios e reservas da OGP, Armando Ferreira, havia afirmado que até maio, a empresa pretende conectar mais dois poços produtores, com produção de 5 a 7 mil barris/dia, em Tubarão Martelo. Hoje já estão em produção dois poços, mas os volumes extraídos não são divulgados.

Questionado sobre as despesas de operação em Tubarão Martelo, Narcélio explicou que, por contrato, o primeiro pagamento a ser feito para a OSX, dona da plataforma de produção que opera no local, será feito apenas no mês seguinte ao do início de produção. Como a unidade começou a produzir no início de dezembro, a expectativa é que o pagamento seja efetuado em janeiro.

"Os recursos necessários [para a operação em Tubarão Martelo] virão da própria produção em Tubarão Martelo", afirmou o executivo.

 

Retomada em Tubarão Azul

Narcélio afirmou também que a retomada da produção no campo de Tubarão Azul, na Bacia de Campos, depende da renegociação do contrato com a coligada OSX — empresa do mesmo grupo controlador (EBX) e que também está em recuperação judicial.

“A retomada da produção em Tubarão Azul depende da renegociação do contrato com a OSX e de conseguirmos montar a infraestrutura ambiental que o Ibama exige para operar qualquer campo ali”, disse o executivo. “Há um conjunto de requisitos legais”.

Em relatório recente, a companhia havia divulgado ao mercado que estimava a retomada da operação em Tubarão Azul em dezembro deste ano. Narcélio admitiu que esse prazo não será atingido e acrescentou que ainda não há uma nova data para o início de operação no campo.

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