Energia

CCEE aponta queda de 2,4% no consumo e 1,6% na geração de energia em agosto

Usinas eólicas registram aumento de 77% na geração de energia.

Redação/Assessoria
21/08/2015 11:00
Visualizações: 1439

 

Dados preliminares de medição coletados entre os dias 1º e 18 de agosto apontam redução no consumo (-2,4%) e na geração (-1,6%) de energia elétrica no país, quando comparados com o mesmo período de 2014.  As informações constam na mais recente edição do boletim InfoMercado Semanal, da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica – CCEE, que traz dados de geração e consumo de energia, além da posição contratual líquida atual dos consumidores livres e especiais.
 
A análise do desempenho da geração indica que, em agosto, 59.364 MW médios de energia foram entregues ao Sistema Interligado Nacional – SIN. A produção das usinas eólicas alcançou 3.382 MW médios (+77%) e continua registrando alta na comparação com o mesmo mês do ano passado. As usinas hidráulicas tiveram queda de 0,2% com a geração de 40.246 MW médios no mês. A representatividade da fonte, em relação a toda energia gerada no país, foi de 67,8%, índice 0,9 ponto percentual superior ao registrado em 2014.
 
O consumo de energia elétrica somou 57.078 MW médios com redução tanto no mercado cativo – ACR, no qual os consumidores são atendidos pelas distribuidoras, quanto no Ambiente de Contratação Livre – ACL, no qual  consumidores compram energia diretamente dos fornecedores. O consumo cativo registrou 42.975 MW médios, uma diminuição de 1,7%. Já os agentes livres consumiram 14.103 MW médios, ou seja, 4,5% a menos do que no mesmo período do ano passado.
 
Dentre os segmentos industriais que adquirem energia no Ambiente de Contratação Livre – ACL, apenas os ramos de telecomunicações (+3,6%), comércio (+2,2%) e extração de minerais metálicos (+1,5%) aumentaram o consumo no período.  Já o setor têxtil (-16,2%), de veículos (-15,4%) e bebidas (-11%), registraram as maiores quedas.
 
A análise dos dados de agentes autoprodutores, ou seja, empresas que investem em usinas próprias devido à grande demanda por eletricidade, aponta aumento de 4,2% na geração e pequena queda (-0,4%) no consumo em agosto. Os setores de madeira, papel e celulose (+73,5%) e  minerais não-metálicos (+14,9%) ampliaram o consumo. As empresas que atuam nos ramos de transporte (-17,4%) e metalurgia e produtos de metal (-13,8%) foram as que registraram maior retração.
 
O InfoMercado semanal também apresenta estimativa de que as usinas hidrelétricas integrantes do Mecanismo de Realocação de Energia – MRE gerem, na terceira semana de agosto, o equivalente a 77,6% de suas garantias físicas, ou 35.586 MW médios em energia elétrica.

Dados preliminares de medição coletados entre os dias 1º e 18 de agosto apontam redução no consumo (-2,4%) e na geração (-1,6%) de energia elétrica no país, quando comparados com o mesmo período de 2014.  As informações constam na mais recente edição do boletim InfoMercado Semanal, da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica – CCEE, que traz dados de geração e consumo de energia, além da posição contratual líquida atual dos consumidores livres e especiais. A análise do desempenho da geração indica que, em agosto, 59.364 MW médios de energia foram entregues ao Sistema Interligado Nacional – SIN. A produção das usinas eólicas alcançou 3.382 MW médios (+77%) e continua registrando alta na comparação com o mesmo mês do ano passado.

As usinas hidráulicas tiveram queda de 0,2% com a geração de 40.246 MW médios no mês. A representatividade da fonte, em relação a toda energia gerada no país, foi de 67,8%, índice 0,9 ponto percentual superior ao registrado em 2014. O consumo de energia elétrica somou 57.078 MW médios com redução tanto no mercado cativo – ACR, no qual os consumidores são atendidos pelas distribuidoras, quanto no Ambiente de Contratação Livre – ACL, no qual  consumidores compram energia diretamente dos fornecedores. O consumo cativo registrou 42.975 MW médios, uma diminuição de 1,7%. Já os agentes livres consumiram 14.103 MW médios, ou seja, 4,5% a menos do que no mesmo período do ano passado. Dentre os segmentos industriais que adquirem energia no Ambiente de Contratação Livre – ACL, apenas os ramos de telecomunicações (+3,6%), comércio (+2,2%) e extração de minerais metálicos (+1,5%) aumentaram o consumo no período.  Já o setor têxtil (-16,2%), de veículos (-15,4%) e bebidas (-11%), registraram as maiores quedas. 

A análise dos dados de agentes autoprodutores, ou seja, empresas que investem em usinas próprias devido à grande demanda por eletricidade, aponta aumento de 4,2% na geração e pequena queda (-0,4%) no consumo em agosto. Os setores de madeira, papel e celulose (+73,5%) e  minerais não-metálicos (+14,9%) ampliaram o consumo. As empresas que atuam nos ramos de transporte (-17,4%) e metalurgia e produtos de metal (-13,8%) foram as que registraram maior retração. O InfoMercado semanal também apresenta estimativa de que as usinas hidrelétricas integrantes do Mecanismo de Realocação de Energia – MRE gerem, na terceira semana de agosto, o equivalente a 77,6% de suas garantias físicas, ou 35.586 MW médios em energia elétrica.

 

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