Bacia de Pelotas
Parada operacional durante dois meses é exigência do IBAMA, prevista para coincidir com o período de maior atividade pesqueira na região.
Redação TN Petróleo/Assessoria TGS
A TGS inicia, em agosto, a janela ambiental da pesquisa na Bacia de Pelotas, medida de proteção à biodiversidade marinha da região. A janela ambiental é a parada operacional das atividades de pesquisa durante dois meses, exigida pelo IBAMA como condicionante da Licença de Pesquisa Sísmica e prevista para coincidir com o período de maior atividade pesqueira na região.
"Desde a concepção do projeto, nossa atividade de pesquisa considera a presença permanente e a vulnerabilidade da vida marinha, e a janela ambiental prevê um período de paralisação das atividades de pesquisa sísmica de acordo com a solicitação do IBAMA", explica Laura Viana, gerente global de meio ambiente da TGS.
Gerhard Peters, gerente de meio ambiente da TGS para a América Latina, destaca que as iniciativas da TGS para proteção da fauna marinha, como os monitoramentos de praias, não serão interrompidas. "Considerando a alta concentração de animais na região costeira nesse período, essas atividades se tornam ainda mais fundamentais", observa.
Esta é a primeira janela ambiental dentro do cronograma da TGS. A pesquisa sísmica na região Sul retorna em outubro. A próxima janela está prevista para acontecer entre julho e setembro de 2027.
Iniciada em novembro do ano passado, a pesquisa da TGS na Bacia de Pelotas tem previsão de se estender até 2028. A atividade é licenciada pelo Ibama e conta com autorização da Marinha e da ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis).
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