Mercado

CCEE atinge marca de 8,6 mil pontos de medição de energia

Mercado livre e expansão da geração impulsionam crescimento.

Redação/ Ascom CCEE
31/07/2013 16:38
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CCEE atinge marca de 8,6 mil pontos de medição de energia
Mercado livre e expansão da geração impulsionam crescimento; coleta de dados envolve 40 mil arquivos diariamente
 
A Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE), informou hoje que atingiu a marca de 8,6 mil pontos de medição localizados em diversas regiões do País. O Sistema de Coleta de Dados de Energia (SCDE) da instituição, que apura o consumo e a geração de energia dos agentes que fazem parte do mercado, envolve o recebimento de 40 mil arquivos diários pela área responsável pelo processo de coleta dos dados de medição.
 
O crescimento está diretamente ligado ao movimento do mercado, que tem cada vez mais empresas participantes. Em maio, a CCEE comemorou ter ultrapassado os 2,5 mil agentes associados. “São principalmente dois fatores que impulsionam esse movimento: a quantidade de consumidores especiais, que já passam de 1,1 mil, e a expansão da geração, com novas usinas. Um parque eólico, por exemplo, chega a ter vários pontos de medição”, explica o gerente de Cadastro e Contratos da CCEE, Marcos Peres.
A implantação do Sistema de Coletas de Dados de Energia (SCDE) teve início ainda em 2002, quando a CCEE ainda não existia e a contabilização era feita pelo Mercado Atacadista de Energia (MAE). “Naquela época, acreditávamos que demoraríamos muitos anos, para chegar a 6 mil pontos de medição”, conta Peres. Segundo ele, a percepção mudou ao longo dos anos e hoje a expectativa é de que os números sigam crescendo rapidamente.
“Temos os leilões de energia, que todos os anos viabilizam a entrada de novos projetos de geração. E temos na agenda a criação do comercializador varejista, uma figura que facilitará a migração do consumidor de pequeno porte para o mercado livre. A projeção é de que o sistema vai realmente ficar cada vez maior”, aponta o gerente de cadastro e contratos.
De olho nessa demanda, a CCEE trocou recentemente os servidores utilizados pelo sistema, que hoje trabalha atendendo a performance requerida. “A coleta e o tratamento das informações consome pouco da capacidade do sistema, então temos conforto para suportar o crescimento”, destaca Peres.
O gerente lembra que o processo de medição é a base para o trabalho da CCEE, que culmina na contabilização e na liquidação das operações realizadas no mercado de energia elétrica brasileiro. Além disso, os dados coletados servem para cálculo de encargos, perdas de energia, acompanhamento da geração e outras atividades, além de serem repassados ao Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS). 
As operações diárias de medição estão integradas em um único sistema - que consiste na coleta automática dos dados, ajustes e eventuais estimativas, de forma a facilitar a interface e controle por parte do agente de medição.  Em 2012 o SCDE foi também integrado ao CliqCCEE, a plataforma tecnológica da Câmara de Comercialização hoje responsável por operar as contabilizações e liquidações do mercado de energia com mais segurança e agilidade.

A Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE), informou hoje que atingiu a marca de 8,6 mil pontos de medição localizados em diversas regiões do País. O Sistema de Coleta de Dados de Energia (SCDE) da instituição, que apura o consumo e a geração de energia dos agentes que fazem parte do mercado, envolve o recebimento de 40 mil arquivos diários pela área responsável pelo processo de coleta dos dados de medição. O crescimento está diretamente ligado ao movimento do mercado, que tem cada vez mais empresas participantes. Em maio, a CCEE comemorou ter ultrapassado os 2,5 mil agentes associados. “São principalmente dois fatores que impulsionam esse movimento: a quantidade de consumidores especiais, que já passam de 1,1 mil, e a expansão da geração, com novas usinas. Um parque eólico, por exemplo, chega a ter vários pontos de medição”, explica o gerente de Cadastro e Contratos da CCEE, Marcos Peres.


A implantação do Sistema de Coletas de Dados de Energia (SCDE) teve início ainda em 2002, quando a CCEE ainda não existia e a contabilização era feita pelo Mercado Atacadista de Energia (MAE). “Naquela época, acreditávamos que demoraríamos muitos anos, para chegar a 6 mil pontos de medição”, conta Peres. Segundo ele, a percepção mudou ao longo dos anos e hoje a expectativa é de que os números sigam crescendo rapidamente.


“Temos os leilões de energia, que todos os anos viabilizam a entrada de novos projetos de geração. E temos na agenda a criação do comercializador varejista, uma figura que facilitará a migração do consumidor de pequeno porte para o mercado livre. A projeção é de que o sistema vai realmente ficar cada vez maior”, aponta o gerente de cadastro e contratos.


De olho nessa demanda, a CCEE trocou recentemente os servidores utilizados pelo sistema, que hoje trabalha atendendo a performance requerida. “A coleta e o tratamento das informações consome pouco da capacidade do sistema, então temos conforto para suportar o crescimento”, destaca Peres.


O gerente lembra que o processo de medição é a base para o trabalho da CCEE, que culmina na contabilização e na liquidação das operações realizadas no mercado de energia elétrica brasileiro. Além disso, os dados coletados servem para cálculo de encargos, perdas de energia, acompanhamento da geração e outras atividades, além de serem repassados ao Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS). 


As operações diárias de medição estão integradas em um único sistema - que consiste na coleta automática dos dados, ajustes e eventuais estimativas, de forma a facilitar a interface e controle por parte do agente de medição.  Em 2012 o SCDE foi também integrado ao CliqCCEE, a plataforma tecnológica da Câmara de Comercialização hoje responsável por operar as contabilizações e liquidações do mercado de energia com mais segurança e agilidade.




 

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