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Rebocadores

Com Inovação, Wilson Sons reduz em 95% taxas de acidentes na frota de rebocadores

18/06/2020 | 18h00
Com Inovação, Wilson Sons reduz em 95% taxas de acidentes na frota de rebocadores
Divulgação Divulgação

A inovação tem sido uma importante aliada da Wilson Sons para o sucesso de sua gestão em Segurança, Meio Ambiente e Saúde (SMS). Com uma frota de 76 rebocadores, a maior do Brasil, a Companhia conseguiu reduzir em mais de 95% a taxa de acidentes com afastamentos na última década. No ano passado, esse índice foi de 0,33.

Rede social corporativa, podcasts, games, QR code e inteligência artificial são algumas das ferramentas utilizadas para reforçar as práticas de SMS na Companhia. “A inovação está na alma dos negócios da Wilson Sons. São iniciativas muitas vezes simples, mas que possibilitam resultados significativos”, afirma o diretor Institucionalexecutivo da divisão de Rebocadores, Marcio Castro.

Um exemplo é a rede social interna JAM, uma plataforma de comunicação colaborativa que conecta as oito unidades de negócios do Grupo. A área de SMS da divisão de rebocadores percebeu na ferramenta uma oportunidade para potencializar a divulgação de conteúdos relevantes de segurança, principalmente, para as tripulações que trabalham embarcadas.

Hoje a unidade conta com mais de 800 colaboradores de norte a sul da costa brasileira, sendo 567 deles marítimos. A taxa de adesão ao JAM é de 100%. “A plataforma nos deu liberdade para desenvolver produtos multimídias, mais atraentes e explicativos, além de agilizar vários processos, com a possibilidade de acesso online dos materiais”, explica.

Entre as campanhas realizadas, estão concurso de vídeos (em que os próprios colaboradores mostravam práticas de SMS em suas embarcações), game com simulações de comportamentos inseguros a bordo, além do podcast “Alerta de SMS”, com relato de ocorrências e lições aprendidas. Castro destaca ainda o “QSMS compartilha”, vídeos curtos, de três minutos, que explicam de forma simples um procedimento de segurança.

No ano passado, a empresa alcançou nível máximo no grau de percepção de cultura de segurança, de acordo com pesquisa realizada em parceria com a DuPont, consultoria referência mundial no tema. Das mais de mil empresas no mundo que realizam a avaliação, apenas 50 alcançaram essa classificação.

Transformação digital

A digitalização dos processos de bordo também vem contribuindo com os resultados positivos. Hoje os comandantes fazem os registros dos “Diálogos de Segurança e Observações Comportamentais”, em um sistema online. As informações ficam armazenadas na nuvem e podem ser acessadas diretamente da matriz, antes do desembarque da tripulação.

“Outra iniciativa importante foi a instalação das câmeras em pontos-chave dos rebocadores, como convés e casa de máquinas. Com as imagens das embarcações, podemos identificar possíveis desvios e corrigi-los, bem como ter mais precisão na investigação de acidentes e incidentes, outro importante pilar de nosso projeto de SMS”, ressalta o executivo.

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Recentemente, a empresa iniciou o uso inteligência artificial (IA) em três portos onde opera: Rio de Janeiro (RJ), Vitória (ES) e Santos (SP). O software foi desenvolvido pela própria Wilson Sons, em parceria com startups, e contribui para o planejamento da manobra de forma mais ágil e com maior segurança. A meta é implantar a IA em todas as 25 localidades em que a companhia atua até o fim deste ano. Com o uso da IA, a empresa pretende também, a partir das imagens captadas pelas câmeras de bordo, identificar os desvios e condições inseguras no momento em que estão acontecendo, permitindo atuação rápida e evitando a ocorrência de acidentes e incidentes.

A empresa conta ainda com a Central de Operação de Rebocadores (COR), criada em 2012. O sistema monitora a frota 24 horas por dia. “Com a COR conseguimos planejar melhor as manobras, alocar os rebocadores mais adequados à operação, movimentar nossa frota no momento certo e com a velocidade adequada, reduzindo emissões, além de garantir que a navegação seja realizada em locais com profundidade suficiente e longe dos obstáculos nos canais dos portos onde atuamos”, finaliza.

Fonte: Redação/Assessoria
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