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Consumo de energia no mercado livre registra queda em quase todos os setores da indústria

Informação é do Índice Setorial Comerc.

Revista TN Petróleo, Redação
24/04/2013 08:38
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Consumo de energia no mercado livre registra queda em quase todos os setores da indústria
 
Entre março e fevereiro de 2013, 9 dos 11 setores avaliados reduziram o consumo de energia, em especial os setores de eletroeletrônico e têxtil 
 
São Paulo, 23 de abril de 2013 – O Índice Setorial Comerc, disponibilizado mensalmente pela Comerc Gestão - a maior gestora independente de energia elétrica do País -, com base em dados de consumo de energia elétrica das unidades sob gestão da Comerc no mercado livre de energia, apurou uma queda de 1,38% no consumo de energia elétrica no mês de março de 2013 quando comparado ao mês anterior. Na comparação ano a ano, o consumo de energia se manteve estável para o mês de março.
 
Uma hipótese para a queda de consumo no comparativo entre março e fevereiro de 2013 é a redução da temperatura, que influencia o consumo de energia no setor de comércio e varejo. A temperatura média na cidade de São Paulo, por exemplo, em março deste ano foi menor que a registrada em fevereiro, de acordo com o Centro Integrado de Informações Agrometeorológicas (CIIAGRO). Esta redução da temperatura traz reflexos para o setor de Comércio e Serviços, que diminui o acionamento do ar condicionado e, por consequência, o consumo de energia. Outra hipótese que pode se configurar é de desaceleração industrial, se observada a queda do consumo de nove setores avaliados pelo índice entre março e fevereiro deste ano, o que sugere uma tendência, mas ainda precisa ser confirmada nos próximos levantamentos. 
Fonte: Comerc
Setores
Na comparação setorial do Índice Comerc, percebe-se a continuação do movimento positivo de setores da indústria como o de embalagens, papel e celulose, higiene e limpeza, e materiais da construção civil. No comparativo entre março de 2013 e 2012, o setor de embalagem registrou aumento de 4,88% no consumo de energia elétrica; papel e celulose, 3,23%; higiene e limpeza, 3,03%; e material de construção civil, 1,92%. Na mesma base comparativa, as maiores quedas ficaram com os setores de Eletroeletrônicos (-7,58%) e Siderurgia (- 7,4%) – reflexos da mudança de comportamento do setor industrial, que está condicionado à retração de setores como metalurgia e a própria siderurgia, como aponta o relatório de março da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), uma vez que há uma correlação entre custo de produção e preço da energia. 
 
Na comparação entre março e fevereiro deste ano, observa-se um declínio do consumo de energia elétrica em praticamente todos os setores avaliados, com queda acentuada para os setores têxtil, couro e vestuário (-5,15%) e eletroeletrônicos (-6,36%). Na contramão deste movimento estão os setores de siderurgia e material da construção civil, que vêm crescendo em consumo de energia. Porém, no caso do setor de siderurgia, o crescimento mês a mês observado em 2013 ainda segue em patamares de consumo inferiores aos registrados em 2012.  

O Índice Setorial Comerc, disponibilizado mensalmente pela Comerc Gestão - a maior gestora independente de energia elétrica do País -, com base em dados de consumo de energia elétrica das unidades sob gestão da Comerc no mercado livre de energia, apurou uma queda de 1,38% no consumo de energia elétrica no mês de março de 2013 quando comparado ao mês anterior. Na comparação ano a ano, o consumo de energia se manteve estável para o mês de março.


Uma hipótese para a queda de consumo no comparativo entre março e fevereiro de 2013 é a redução da temperatura, que influencia o consumo de energia no setor de comércio e varejo. A temperatura média na cidade de São Paulo, por exemplo, em março deste ano foi menor que a registrada em fevereiro, de acordo com o Centro Integrado de Informações Agrometeorológicas (CIIAGRO). Esta redução da temperatura traz reflexos para o setor de Comércio e Serviços, que diminui o acionamento do ar condicionado e, por consequência, o consumo de energia. Outra hipótese que pode se configurar é de desaceleração industrial, se observada a queda do consumo de nove setores avaliados pelo índice entre março e fevereiro deste ano, o que sugere uma tendência, mas ainda precisa ser confirmada nos próximos levantamentos. 


Setores


Na comparação setorial do Índice Comerc, percebe-se a continuação do movimento positivo de setores da indústria como o de embalagens, papel e celulose, higiene e limpeza, e materiais da construção civil. No comparativo entre março de 2013 e 2012, o setor de embalagem registrou aumento de 4,88% no consumo de energia elétrica; papel e celulose, 3,23%; higiene e limpeza, 3,03%; e material de construção civil, 1,92%. Na mesma base comparativa, as maiores quedas ficaram com os setores de Eletroeletrônicos (-7,58%) e Siderurgia (- 7,4%) – reflexos da mudança de comportamento do setor industrial, que está condicionado à retração de setores como metalurgia e a própria siderurgia, como aponta o relatório de março da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), uma vez que há uma correlação entre custo de produção e preço da energia. 


Na comparação entre março e fevereiro deste ano, observa-se um declínio do consumo de energia elétrica em praticamente todos os setores avaliados, com queda acentuada para os setores têxtil, couro e vestuário (-5,15%) e eletroeletrônicos (-6,36%). Na contramão deste movimento estão os setores de siderurgia e material da construção civil, que vêm crescendo em consumo de energia. Porém, no caso do setor de siderurgia, o crescimento mês a mês observado em 2013 ainda segue em patamares de consumo inferiores aos registrados em 2012.  

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