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Consumo de gás natural aumentou 17,8% em 2013

Indústria lidera percentual de consumo.

Ascom Abegás
29/01/2014 18:39
Consumo de gás natural aumentou 17,8% em 2013 Imagem: Compressor de gás natural. TN Petróleo/ Rodrigo Miguez Visualizações: 284 (0) (0) (0) (0)

 

O Consumo de gás natural no país cresceu 17,8% em 2013 comparado aos 12 meses de 2012, com a média diária de consumo passando de 57 milhões para 67,2 milhões de metros cúbicos (m³). Os dados foram divulgados hoje (29) pela Associação Brasileira das Empresas Distribuidoras de Gás Canalizado (Abegás) com base em estudos que apontam que o crescimento foi puxado, principalmente, pelo segmento de geração elétrica, que chegou a subir 64,5% entre um ano e outro.
Com a alta, o segmento já ocupa a segunda posição no ranking dos maiores consumidores, com diferença de 6,5% em relação ao consumo industrial, setor que continua na liderança do consumo do produto.O segmento que mais aumentou a participação no volume nacional foi o de geração elétrica. Sem considerar o crescimento do setor  elétrico, o consumo de gás natural em 2013 registrou retração de 0,4%, indicando estabilidade na demanda do mercado não térmico. Na avaliação da Abegás, o mercado não térmico está altamente dependente do mercado térmico.
“O governo não está dando a devida atenção ao gás natural. Falta um planejamento integrado que dê incentivos e favoreça a equalização dos custos dos energéticos concorrentes. Enquanto isso, todo o planejamento da Petrobras aponta para maior dependência do mercado externo”, disse Augusto Salomon, presidente executivo da Abegás.
Segundo a Abegás, os dados de participação de mercado dos segmentos de cogeração e geração elétrica refletiram trajetórias distintas em 2013. O primeiro recuou 15,67%, com 2,5 milhões de m³ por dia, enquanto o segundo apresentou alta de 64,5%, com consumo de 26,3 milhões de m³ diários.
No mês de novembro houve recorde de consumo de gás, 70,9 milhões de m³ por dia, motivado pelo acionamento das usinas termelétricas. O executivo da Abegás apontou como principais metas para o mercado consumidor de gás natural “a desoneração tributária do produto e a implantação de políticas públicas de incentivo, como a abertura de linhas de crédito para projetos de cogeração, climatização e conversão de veículos para a utilização do gás natural veicular (GNV).
As informações divulgadas pela Abegás indicam que em 2013, os segmentos residencial e comercial cresceram 9,2% e 4%, respectivamente; com o número de consumidores residenciais subindo 8,6% e o de comerciais, 5,7%. Com isto, o volume distribuído para as residências alcançou 1 milhão de m³ por dia, enquanto o comercial chegou a 747 mil m³ diários. Já a participação do setor setor automotivo no mercado recuou de 11,34% relativo a 2012 para 7,63% no ano passado. O segmento registrou consumo de 5,1 milhões de metros por dia em 2013, representando redução de 3,67% em relação ao ano anterior.
“Apesar de apresentar benefícios como economia comprovada de até 53% em relação à gasolina, melhor rendimento por quilômetro rodado e menor emissão de poluentes, o GNV é mal aproveitado pela falta de políticas de incentivo do que pela aceitação do consumidor”, avaliou a Abegás.
Já a desaceleração da indústria no ano passado, levou o setor industrial fechar 2013 com a média de consumo de 28,1 milhões de m³ diários, uma retração de 0,96% entre 2012 e 2013.
Paralelamente ao crescimento do consumo, os dados da Abegás indicam uma expansão de 9,7% na rede de distribuição, que no ano passado absorveu investimento médio de R$ 1,5 bilhão.

O Consumo de gás natural no país cresceu 17,8% em 2013 comparado aos 12 meses de 2012, com a média diária de consumo passando de 57 milhões para 67,2 milhões de metros cúbicos (m³). Os dados foram divulgados hoje (29) pela Associação Brasileira das Empresas Distribuidoras de Gás Canalizado (Abegás) com base em estudos que apontam que o crescimento foi puxado, principalmente, pelo segmento de geração elétrica, que chegou a subir 64,5% entre um ano e outro.

Com a alta, o segmento já ocupa a segunda posição no ranking dos maiores consumidores, com diferença de 6,5% em relação ao consumo industrial, setor que continua na liderança do consumo do produto.O segmento que mais aumentou a participação no volume nacional foi o de geração elétrica. Sem considerar o crescimento do setor  elétrico, o consumo de gás natural em 2013 registrou retração de 0,4%, indicando estabilidade na demanda do mercado não térmico. Na avaliação da Abegás, o mercado não térmico está altamente dependente do mercado térmico.

“O governo não está dando a devida atenção ao gás natural. Falta um planejamento integrado que dê incentivos e favoreça a equalização dos custos dos energéticos concorrentes. Enquanto isso, todo o planejamento da Petrobras aponta para maior dependência do mercado externo”, disse Augusto Salomon, presidente executivo da Abegás.

Segundo a Abegás, os dados de participação de mercado dos segmentos de cogeração e geração elétrica refletiram trajetórias distintas em 2013. O primeiro recuou 15,67%, com 2,5 milhões de m³ por dia, enquanto o segundo apresentou alta de 64,5%, com consumo de 26,3 milhões de m³ diários.

No mês de novembro houve recorde de consumo de gás, 70,9 milhões de m³ por dia, motivado pelo acionamento das usinas termelétricas. O executivo da Abegás apontou como principais metas para o mercado consumidor de gás natural “a desoneração tributária do produto e a implantação de políticas públicas de incentivo, como a abertura de linhas de crédito para projetos de cogeração, climatização e conversão de veículos para a utilização do gás natural veicular (GNV).

As informações divulgadas pela Abegás indicam que em 2013, os segmentos residencial e comercial cresceram 9,2% e 4%, respectivamente; com o número de consumidores residenciais subindo 8,6% e o de comerciais, 5,7%. Com isto, o volume distribuído para as residências alcançou 1 milhão de m³ por dia, enquanto o comercial chegou a 747 mil m³ diários. Já a participação do setor setor automotivo no mercado recuou de 11,34% relativo a 2012 para 7,63% no ano passado. O segmento registrou consumo de 5,1 milhões de metros por dia em 2013, representando redução de 3,67% em relação ao ano anterior.

“Apesar de apresentar benefícios como economia comprovada de até 53% em relação à gasolina, melhor rendimento por quilômetro rodado e menor emissão de poluentes, o GNV é mal aproveitado pela falta de políticas de incentivo do que pela aceitação do consumidor”, avaliou a Abegás.

Já a desaceleração da indústria no ano passado, levou o setor industrial fechar 2013 com a média de consumo de 28,1 milhões de m³ diários, uma retração de 0,96% entre 2012 e 2013.

Paralelamente ao crescimento do consumo, os dados da Abegás indicam uma expansão de 9,7% na rede de distribuição, que no ano passado absorveu investimento médio de R$ 1,5 bilhão.

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