O prefeito Eduardo Paes voltou a fazer críticas à Companhia Siderúrgica do Atlântico (CSA), da alemã ThyssenKrupp, instalada em Santa Cruz, zona oeste, que está à venda. Segundo ele, será feito um esforço para mitigar os efeitos negativos da empresa para o meio ambiente do Rio.
Paes afirmou que “certamente” haverá necessidade de ampliar os investimentos em transporte em outras áreas para compensar “a enorme emissão que significa a CSA”. “É obvio que isso só serve para aumentar o nosso esforço”, disse Paes, que participou do Rio+C40, em evento paralelo à Rio+20, no espaço Humanidade 2012, no Forte de Copacabana.
“Se eu fosse prefeito na época, com todo respeito a CSA, eu não teria deixado construir a CSA, mas ela está aí e a gente tem que respeitar contratos, investimentos feitos”, disse o prefeito.
Paes destacou ainda que o Rio de Janeiro sediou a Rio92, há 20 anos, e ainda levou todo esse tempo para fechar o lixão de Gramacho. “Não dá para esperar a Rio+40 para acontecer alguma coisa na área de meio ambiente”, disse Paes.