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Expectativas de êxito para Sétima Rodada e Rio Pipeline

Com a habilitação de 114 companhias para participação da Sétima Rodada, a ANP espera arrecadar R$ 400 milhões em bônus de assinatura. Na Rio Pipeline, a expectativa é de 3 mil visitantes e negócios internacionais na área de dutos.

Redação
14/10/2005 00:00
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A Sétima Rodada de Licitações da ANP e a feira e exposição Rio Pipeline, ambos eventos com início marcado para a próxima segunda-feira (17/10), vão mobilizar o setor petrolífero brasileiro e internacional durante toda a semana. A Rio Pipeline se encerra na quarta-feira e a Sétima Rodada prossegue até o dia 20 de outubro.

Para os dois evento a expectativa é de êxito. A Agência Nacional do Petróleo, Gás e Biocombustíveis (ANP) divulgou a lista de empresas habilitadas a participar da Sétima Rodada. São 114 companhias, divididas em dois grupos. No grupo A, estão reunidas 44 grandes empresas, que têm habilitação para disputar os grandes blocos que envolvem risco exploratório. No grupo B, estão as 89 pequenas e médias empresas interessadas na produção dos blocos em terra, em campos maduros e 19 companhias também classificadas para o grupo A.

A expectativa da ANP sobre a Sétima Rodada, na qual são ofertados 1.134 blocos, é de arrecadação de R$ 400 milhões em bônus de assinatura. Na Sexta Rodada, a arrecadação foi de R$ 665 milhões e foram concedidos 120 blocos, dos 1.100 ofertados. Na rodada anterior, o bônus representava 30% da nota da concessionária, enquanto na licitação deste ano representa 40% da nota final. Ainda assim, o diretor da Agência John Forman, ressalta que esta estimativa não é uma expectativa de queda na arrecadação porque não se pode saber o quanto será efetivamente arrecadado. Na Sexta Rodada esperava-se o pagamento de R$ 300 milhões em bônus.

Para a Rio Pipeline, a expectativa de visitação é de 3 mil pessoas, das quais mil deverão participar da conferência que ocorre paralelamente à exposição. A conferência será composta de 3 sessões plenárias com painéis sobre investimentos na área dutoviária, modelos de desenvolvimento tecnológico e meio ambiente e segurança operacional, além da apresentação de 330 palestras técnicas. Na exposição, estarão reunidos os principais fornecedores do setor.

O diretor da área de dutos e terminais da Transpetro e membro do comitê organizador do evento, Marcelino Guedes Gomes, comenta que a objetivo da Rio Pipeline e se tornar o maior evento mundial na área de dutos já a partir da próxima edição. "Estamos caminhando para isso, a primeira edição, em 1997, foi um pequeno seminário e nesta quinta edição já é um grande acontecimento, que ocorre em um grande centro de convenções como o Riocentro", observa.

O coordenador da comissão de dutos do IBP, Glauco Legatti, que também faz parte do comitê de organização da Rio Pipeline, considera que o evento será uma grande oportunidade para a troca de experiências e informações e também para realização de negócios, tanto de representação de empresas no Brasil, quanto de venda de fornecedores brasileiro para outros países. "Com a feira será possível conhecer o que se faz na área pipeline no mundo. Mais de 20 países estarão presentes, abrindo linhas de conversação para negócios", acredita Legatti.

Entre os mais de 20 países que confirmaram presença no evento, nove deles são os que possuem os maiores programas de expansão de sua rede de dutos. China, Rússia, Índia, Brasil, Canadá, Estados Unidos, México, Venezuela, Colômbia e Argentina estarão participando do Fórum de Oportunidades de Negócios na Área de Dutos, que será realizado no dia 18 de outubro, durante a Rio Pipeline.

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