Política

Foster: refinaria comprada na Argentina foi negócio pior do que Pasadena

Presidente da Petrobras depõe na CPMI.

Agência Câmara
11/06/2014 17:36
Visualizações: 1083

 

A presidente da Petrobras, Graça Foster, presta depoimento hoje (11) à Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) que investiga irregularidades na estatal. Segundo Foster, a compra da refinaria de Bahia Blanca, na Argentina, feita durante a gestão de Fernando Henrique Cardoso na Presidência da República, foi menos interessante que a de Pasadena, nos Estados Unidos, feita quando Luiz Inácio Lula da Silva ocupava o Palácio do Planalto.
“Pasadena é um investimento menor para uma capacidade maior”, disse, ao lembrar que a refinaria na Argentina tem capacidade para processar 30 mil barris/dia, e Pasadena pode processar 100 mil barris diários.
A investigação de eventos durante a gestão tucana na Presidência foi aprovada em 3 de junho pela comissão, mesmo após pedido do deputado Onyx Lorenzoni (DEM-RS) para retirar esses requerimentos da votação pelo colegiado. Ele argumentou que essas investigações fugiam ao escopo da CPMI, que começa em 2005.

A presidente da Petrobras, Graça Foster, presta depoimento hoje (11) à Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) que investiga irregularidades na estatal. Segundo Foster, a compra da refinaria de Bahia Blanca, na Argentina, feita durante a gestão de Fernando Henrique Cardoso na Presidência da República, foi menos interessante que a de Pasadena, nos Estados Unidos, feita quando Luiz Inácio Lula da Silva ocupava o Palácio do Planalto.

“Pasadena é um investimento menor para uma capacidade maior”, disse, ao lembrar que a refinaria na Argentina tem capacidade para processar 30 mil barris/dia, e Pasadena pode processar 100 mil barris diários.

A investigação de eventos durante a gestão tucana na Presidência foi aprovada em 3 de junho pela comissão, mesmo após pedido do deputado Onyx Lorenzoni (DEM-RS) para retirar esses requerimentos da votação pelo colegiado. Ele argumentou que essas investigações fugiam ao escopo da CPMI, que começa em 2005.

 

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