Tecnologia

GE testa biodiesel em trens

A frota experimental circula desde o ano passado por Minas Gerais.

Valor Econômico
11/07/2012 16:37
Visualizações: 1207

 

Trens movidos a biocombustível circulam desde o ano passado por Minas Gerais. Eles fazem parte de uma frota experimental de locomotivas produzidas pela General Eletric Transportation em Contagem. Os testes começaram no ano passado e vão até maio de 2013, disse o presidente da empresa para a América Latina, Guilherme Segalla de Mello.
"Os nossos clientes querem ter uma alternativa e também a certeza de que poderão manter o nível de performance usando o combustível oriundo de biomassa".
As locomotivas em teste estão usando uma mistura de 25% de biocombustível (extraído de palma e mamona, por exemplo) e 75% de diesel comum. A vantagem seria reduzir as emissões de gases de efeito estufa e ter uma fonte de energia que no futuro pode ter escala suficiente para ser mais em conta que o derivado do petróleo.
Hoje, cerca de um terço das despesas das empresas que fazem transporte por linhas férreas é relacionado a custos operacionais e combustível.
Muitas empresas estão investindo em testes e pesquisas como a da GE, diz Mello. "Mas somos nós quem estamos mais avançados". Além de biodiesel, a empresa também começa a pesquisar o uso de gás natural em suas máquinas.
A empresa é líder no Brasil - único país além dos EUA onde tem uma fábrica de locomotivas. Até o início dos anos 2000, 50% das 2.000 locomotivas no Brasil eram da GE e 50% da EMD, da GM. O concorrente deixou de operar no país e em 2010, segundo o executivo, das 3 mil locomotivas no Brasil, 2 mil tinham a marca GE. A nova concorrente da fabricante no país, a Caterpillar, comprou a fábrica que era da EMD em 2010.

Trens movidos a biocombustível circulam desde o ano passado por Minas Gerais. Eles fazem parte de uma frota experimental de locomotivas produzidas pela General Eletric Transportation em Contagem. Os testes começaram no ano passado e vão até maio de 2013, disse o presidente da empresa para a América Latina, Guilherme Segalla de Mello.


"Os nossos clientes querem ter uma alternativa e também a certeza de que poderão manter o nível de performance usando o combustível oriundo de biomassa".


As locomotivas em teste estão usando uma mistura de 25% de biocombustível (extraído de palma e mamona, por exemplo) e 75% de diesel comum. A vantagem seria reduzir as emissões de gases de efeito estufa e ter uma fonte de energia que no futuro pode ter escala suficiente para ser mais em conta que o derivado do petróleo.


Hoje, cerca de um terço das despesas das empresas que fazem transporte por linhas férreas é relacionado a custos operacionais e combustível.


Muitas empresas estão investindo em testes e pesquisas como a da GE, diz Mello. "Mas somos nós quem estamos mais avançados". Além de biodiesel, a empresa também começa a pesquisar o uso de gás natural em suas máquinas.


A empresa é líder no Brasil - único país além dos EUA onde tem uma fábrica de locomotivas. Até o início dos anos 2000, 50% das 2.000 locomotivas no Brasil eram da GE e 50% da EMD, da GM. O concorrente deixou de operar no país e em 2010, segundo o executivo, das 3 mil locomotivas no Brasil, 2 mil tinham a marca GE. A nova concorrente da fabricante no país, a Caterpillar, comprou a fábrica que era da EMD em 2010.

 

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