Política

Graça Foster diz que Petrobras não vive crise econômica ou ética

Estatal não pode ser medida pelas ações de uma pessoa.

Agência Brasil
15/04/2014 14:02
Visualizações: 655

 

A presidenta da Petrobras, Graça Foster, disse há pouco que a estatal não vive nem uma crise econômica nem ética. Em audiência conjunta no Senado para prestar esclarecimentos sobre denúncias de corrupção envolvendo a empresa, Foster frisou que a companhia não pode ser medida pelas ações de uma pessoa.
“Uma empresa que tem R$ 50 bilhões no caixa, hoje, uma empresa que tem uma reposição de reservas no ritmo que a Petrobras tem, não vive no abismo. Em relação ao abismo ético, não concordo, porque a Petrobras não é fruto de um grande homem nem de uma grande mulher. A Petrobras é uma empresa de 85 mil empregados e não podemos ser medidos por uma pessoa e pelas pessoas com as quais ela interagiu. Não vivemos em um abismo da ético, não senhor”, disse Foster em resposta ao senador Alvaro Dias (PSDB-PR).
O tucano citou diversas denúncias de corrupção que, segundo ele, têm manchado ética e economicamente a imagem da estatal. “Aqui não estão os que desejam destruir a Petrobras, e sim os que desejam salvá-la. A história da Petrobras dos últimos anos é de loteamento de cargos, de propina, do desvio de dinheiro público”, afirmou Dias.
Graça Foster admitiu que a prisão do ex-diretor da empresa Paulo Roberto Costa, em meio à Operação Lava Jato, da Polícia Federal, causou “grande constrangimento”. Ela acrescentou que a Petrobras tem investido em ações de governança para diminuir os riscos eventuais casos de corrupção.
“Foi um grande constrangimento para a empresa a prisão do Paulo. Mas todos os contratos com potencial participação dele estão sendo apurados e é o trabalho que podemos fazer. É um processo de governança”, explicou a presidenta.
Sobre Nestor Cerveró, Garça Foster informou que ele foi rebaixado na empresa depois de constatada falha no relatório que ele apresentou, em 2006, que embasou a compra da Refinaria de Pasadena, no Texas, Estados Unidos. “Nosso colega Cerveró saiu da diretoria de uma subsidiária para a direção muito mais modesta da BR Distribuidora. É muito mais restrito”.

A presidenta da Petrobras, Graça Foster, disse há pouco que a estatal não vive nem uma crise econômica nem ética. Em audiência conjunta no Senado para prestar esclarecimentos sobre denúncias de corrupção envolvendo a empresa, Foster frisou que a companhia não pode ser medida pelas ações de uma pessoa.

“Uma empresa que tem R$ 50 bilhões no caixa, hoje, uma empresa que tem uma reposição de reservas no ritmo que a Petrobras tem, não vive no abismo. Em relação ao abismo ético, não concordo, porque a Petrobras não é fruto de um grande homem nem de uma grande mulher. A Petrobras é uma empresa de 85 mil empregados e não podemos ser medidos por uma pessoa e pelas pessoas com as quais ela interagiu. Não vivemos em um abismo da ético, não senhor”, disse Foster em resposta ao senador Alvaro Dias (PSDB-PR).

O tucano citou diversas denúncias de corrupção que, segundo ele, têm manchado ética e economicamente a imagem da estatal. “Aqui não estão os que desejam destruir a Petrobras, e sim os que desejam salvá-la. A história da Petrobras dos últimos anos é de loteamento de cargos, de propina, do desvio de dinheiro público”, afirmou Dias.

Graça Foster admitiu que a prisão do ex-diretor da empresa Paulo Roberto Costa, em meio à Operação Lava Jato, da Polícia Federal, causou “grande constrangimento”. Ela acrescentou que a Petrobras tem investido em ações de governança para diminuir os riscos eventuais casos de corrupção.

“Foi um grande constrangimento para a empresa a prisão do Paulo. Mas todos os contratos com potencial participação dele estão sendo apurados e é o trabalho que podemos fazer. É um processo de governança”, explicou a presidenta.

Sobre Nestor Cerveró, Garça Foster informou que ele foi rebaixado na empresa depois de constatada falha no relatório que ele apresentou, em 2006, que embasou a compra da Refinaria de Pasadena, no Texas, Estados Unidos. “Nosso colega Cerveró saiu da diretoria de uma subsidiária para a direção muito mais modesta da BR Distribuidora. É muito mais restrito”.

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