Empresas

HRT fecha venda de 6% do Solimões em janeiro

Compradora é a russa Rosneft.

Valor Econômico
19/12/2013 16:22
Visualizações: 1135

 

A HRT deve assinar contrato de venda de 6% dos blocos na Bacia do Solimões, no Amazonas, para a russa Rosneft ainda em janeiro. Depois que for aprovado pelos órgãos competentes, a operação dos ativos também será passada para a russa, que terá ao todo 51% de participação. O negócio inclui a venda de quatro sondas chinesas da HRT para a Rosneft, por um valor entre US$ 35 milhões e US$ 40 milhões.
Milton Franke, presidente da empresa, disse ainda que deve apresentar para a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), até janeiro, uma proposta de como avaliar as sete descobertas feitas na Bacia de Solimões. Segundo ele, a empresa tem uma reunião hoje para tratar sobre esse assunto. Até agora a petroleira ainda não encontrou uma solução para escoar o gás encontrado no Solimões. Uma das possibilidades, dentre muitas, é a atração de um investidor para tornar possível o escoamento.
A atração de novos sócios tem sido a batalha diária da HRT para viabilizar as suas operações. Nos 60% do Campo de Polvo, comprados por US$ 135 milhões da BP, a empresa negocia a venda de uma parcela para a norueguesa BW Offshore. Ricardo Botas, diretor financeiro da HRT, explicou que a negociação é uma oportunidade e que o objetivo da empresa é permanecer como operadora.
"Nós não perdemos o nosso direito de decidir com eles onde e quando investir", frisou Botas ontem, em reunião pública anual com investidores. "A BW é um parceiro estratégico para o campo [de Polvo]", declarou o executivo. A norueguesa é dona da plataforma do Campo de Polvo, que também é capaz de perfurar. Ele também reiterou acreditar que o ativo tem reservas não exploradas a serem desenvolvidas, e que ainda prevê redução de custos do ativo.
Botas destacou que os resultados de Polvo para BP, a partir de 1º de janeiro de 2013, reverterão para HRT como redução no preço de aquisição. Já estão previstos a perfuração de mais dois poços em Polvo, o primeiro deles no segundo semestre de 2014.
Além da venda de participação em Polvo, que começou a ser discutida antes da compra ser aprovada pela ANP, a empresa também procura investidores para Solimões, Namíbia e até mesmo para ser um grande acionista da empresa. Um banco de dados sobre a empresa foi criado para a consulta de investidores.
Segundo Franke, novos investidores poderão vir por meio de participação acionária na empresa ou com a injeção de capital. O executivo informou que cerca de meia dúzia de empresas já consultaram esse banco de dados, mas não deu detalhes.
Sobre o plano de venda de ativos não estratégicos em curso, de R$ 100 milhões, Franke afirmou que a empresa vai concluir cerca de 60% assim que as quatro sondas forem vendidas para a Rosneft.
Franke reiterou que a companhia está se reestruturando para criar uma empresa mais sustentável para o futuro. Segundo o presidente, a petroleira chegou a ter 600 empregados e hoje esse número está por volta de 250. De acordo com o presidente, quando a Rosneft assumir a operação no Solimões muitos empregados passarão a ser da empresa russa e não da HRT.

A HRT deve assinar contrato de venda de 6% dos blocos na Bacia do Solimões, no Amazonas, para a russa Rosneft ainda em janeiro. Depois que for aprovado pelos órgãos competentes, a operação dos ativos também será passada para a russa, que terá ao todo 51% de participação. O negócio inclui a venda de quatro sondas chinesas da HRT para a Rosneft, por um valor entre US$ 35 milhões e US$ 40 milhões.

Milton Franke, presidente da empresa, disse ainda que deve apresentar para a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), até janeiro, uma proposta de como avaliar as sete descobertas feitas na Bacia de Solimões. Segundo ele, a empresa tem uma reunião hoje para tratar sobre esse assunto. Até agora a petroleira ainda não encontrou uma solução para escoar o gás encontrado no Solimões. Uma das possibilidades, dentre muitas, é a atração de um investidor para tornar possível o escoamento.

A atração de novos sócios tem sido a batalha diária da HRT para viabilizar as suas operações. Nos 60% do Campo de Polvo, comprados por US$ 135 milhões da BP, a empresa negocia a venda de uma parcela para a norueguesa BW Offshore. Ricardo Botas, diretor financeiro da HRT, explicou que a negociação é uma oportunidade e que o objetivo da empresa é permanecer como operadora.

"Nós não perdemos o nosso direito de decidir com eles onde e quando investir", frisou Botas ontem, em reunião pública anual com investidores. "A BW é um parceiro estratégico para o campo [de Polvo]", declarou o executivo. A norueguesa é dona da plataforma do Campo de Polvo, que também é capaz de perfurar. Ele também reiterou acreditar que o ativo tem reservas não exploradas a serem desenvolvidas, e que ainda prevê redução de custos do ativo.

Botas destacou que os resultados de Polvo para BP, a partir de 1º de janeiro de 2013, reverterão para HRT como redução no preço de aquisição. Já estão previstos a perfuração de mais dois poços em Polvo, o primeiro deles no segundo semestre de 2014.

Além da venda de participação em Polvo, que começou a ser discutida antes da compra ser aprovada pela ANP, a empresa também procura investidores para Solimões, Namíbia e até mesmo para ser um grande acionista da empresa. Um banco de dados sobre a empresa foi criado para a consulta de investidores.

Segundo Franke, novos investidores poderão vir por meio de participação acionária na empresa ou com a injeção de capital. O executivo informou que cerca de meia dúzia de empresas já consultaram esse banco de dados, mas não deu detalhes.

Sobre o plano de venda de ativos não estratégicos em curso, de R$ 100 milhões, Franke afirmou que a empresa vai concluir cerca de 60% assim que as quatro sondas forem vendidas para a Rosneft.

Franke reiterou que a companhia está se reestruturando para criar uma empresa mais sustentável para o futuro. Segundo o presidente, a petroleira chegou a ter 600 empregados e hoje esse número está por volta de 250. De acordo com o presidente, quando a Rosneft assumir a operação no Solimões muitos empregados passarão a ser da empresa russa e não da HRT.

 

Mais Lidas De Hoje
veja Também
Fenasucro
ApexBrasil traz investidores internacionais de SAF e e-S...
27/07/26
Energia Elétrica
ENGIE contrata WEG para fornecimento de equipamentos da ...
27/07/26
Combustíveis
Etanol amplia perdas e encerra a semana pressionado
27/07/26
ANP
ANP aprova relatório de estudo sobre controle de queima ...
24/07/26
SOG 2026
Sergipe Oil & Gas 2026 impulsiona inovação e investiment...
24/07/26
Gás Natural
ANP aprova participação no Pacto Nacional para o Desenvo...
24/07/26
Combustíveis
ANP aprova Avaliação de Resultado Regulatório sobre ativ...
24/07/26
Evento
BR Aviation apresenta seu portfólio de soluções personal...
23/07/26
Royalties
Royalties: valores referentes à produção de maio foram d...
23/07/26
Combustíveis
Setor de combustíveis e lubrificantes registra queda 1,8...
22/07/26
Gestão
Constellation alcança paridade de gênero pela segunda ve...
21/07/26
IBP
Estudos apontam redundância do imposto de exportação e e...
21/07/26
Combustíveis
Queda do diesel puxa recuo dos combustíveis em julho e e...
21/07/26
PPSA
7º Leilão Spot: PPSA comercializa cargas de Atapu e de B...
20/07/26
Fenasucro
Bioenergia amplia aporte econômico e energético do Brasil
20/07/26
Combustíveis
Etanol fecha a semana em queda, mas mercado dá sinais de...
20/07/26
Negócio
ENGIE Brasil Energia conclui oferta subsequente de ações...
17/07/26
Resultado
Produção de petróleo da União chega a 244 mil barris por...
17/07/26
Fenasucro
Fenasucro & Agrocana gera cerca de 18 mil empregos e mov...
16/07/26
ANP
Oferta Permanente: empresas inscritas têm até 21/7 para ...
16/07/26
Ceará
Gás natural chega ao Cariri (CE) e fortalece desenvolvim...
16/07/26
VEJA MAIS
Newsletter TN

Fale Conosco

Utilizamos cookies para garantir que você tenha a melhor experiência em nosso site. Se você continuar a usar este site, assumiremos que você concorda com a nossa política de privacidade, termos de uso e cookies.