Acordo Bilateral

Indústrias de Brasil e Japão firmam agenda de cooperação, comércio e investimentos

CNI
09/09/2014 19:03
Indústrias de Brasil e Japão firmam agenda de cooperação, comércio e investimentos Imagem: Divulgação CNI Visualizações: 306 (0) (0) (0) (0)

 

Brasil e Japão devem se consolidar como parceiros estratégicos, unindo esforços da indústria dos dois países para fortalecer o comércio bilateral e a agenda de cooperação e de investimentos. O compromisso mútuo foi selado na abertura do 17º Encontro Anual do Comitê de Cooperação Econômica Brasil-Japão, que começou nesta terça-feira (9), e se encerra nesta quarta-feira (10),  em Tóquio. Para alcançar o objetivo, dirigentes brasileiros e japoneses acordaram que o conjunto de prioridades para alcançar o objetivo inclui a melhora do ambiente de negócios entre os dois países e ações para estimular investimentos e intercâmbio de tecnologia.
O presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Robson Braga de Andrade, apontou caminhos em que os países podem avançar nas relações, com impactos positivos para o comércio bilateral. Ele destacou a adoção de ações que estimulem o intercâmbio comercial entre Brasil e Japão, como a celebração de um acordo de facilitação de comércio, prevendo a simplificação de processos aduaneiros e alfandegários. Para ele, os dois países estão buscando recuperar protagonismo no cenário global e a parceria pode acelerar o processo. “Os contextos domésticos dos dois países favorecem o aprofundamento das nossas relações econômicas e comerciais”, disse.
No início de agosto, o primeiro-ministro do Japão, Shinzo Abe, esteve no Brasil acompanhado de dirigentes de 68 empresas japonesas para conversar sobre oportunidades em infraestrutura, energia, mobilidade urbana, entre outros setores, com o setor privado e o governo brasileiro. Na ocasião, os japoneses pediram uma maior abertura da economia brasileira para ampliar as oportunidades de investimento e intercâmbio tecnológico. “As empresas brasileiras estão com olhar muito sério sobre a América Latina e em busca de parceiros”, afirmou o presidente do Comitê de Cooperação Econômica Brasil-Japão pela Keidanren, Massami Iijima.
DESAFIOS E REFORMAS – Para consumar essa parceria, os empresários do Japão apontam a urgência de o Brasil avançar na reforma do sistema tributário, na reversão do déficit de infraestrutura e logística e na melhoria das condições de mobilidade nos grandes centros urbanos. O presidente da CNI destacou que, apesar dos entraves à melhora da competitividade brasileira, há uma parceria consolidada entre os dois países, com investimentos japoneses consolidados nos setores de celulose, alimentício, siderúrgico, automotivo, naval e financeiro.
Braga lançou o desafio aos empresários do Japão de ampliar e diversificar seus investimentos no Brasil, com foco especialmente no setor de infraestrutura e logística. As concessões em portos, aeroportos, ferrovias, óleo e gás são oportunidades para o capital japonês em setores em que há demanda reprimida. “Há grande interesse, tanto do governo quanto do setor privado brasileiro, em apoiar o investidor japonês que queira aproveitar essas oportunidades”, disse.
O presidente do Conselho de Cooperação Econômica Brasil-Japão pela CNI, José de Freitas Mascarenhas, disse que as preocupações dos japoneses são compartilhadas pela indústria brasileira, que está trabalhando para solucionar os gargalos. Prova disso está nos 42 documentos elaborados pela CNI e entregues aos candidatos à Presidência da República, com propostas da indústria para reduzir os entraves à competitividade do Brasil. “É preciso também lembrar que o Brasil tem sido, há muitos anos, um dos cinco países que mais recebem investimentos diretos estrangeiros, o que significa que muitos empresários acreditam nas oportunidades no país”, destacou.

Brasil e Japão devem se consolidar como parceiros estratégicos, unindo esforços da indústria dos dois países para fortalecer o comércio bilateral e a agenda de cooperação e de investimentos.

O compromisso mútuo foi selado na abertura do 17º Encontro Anual do Comitê de Cooperação Econômica Brasil-Japão, que começou nesta terça-feira (9), e se encerra nesta quarta-feira (10), em Tóquio.

Para alcançar o objetivo, dirigentes brasileiros e japoneses acordaram que o conjunto de prioridades para alcançar o objetivo inclui a melhora do ambiente de negócios entre os dois países e ações para estimular investimentos e intercâmbio de tecnologia.

O presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Robson Braga de Andrade, apontou caminhos em que os países podem avançar nas relações, com impactos positivos para o comércio bilateral.

Ele destacou a adoção de ações que estimulem o intercâmbio comercial entre Brasil e Japão, como a celebração de um acordo de facilitação de comércio, prevendo a simplificação de processos aduaneiros e alfandegários.

Para ele, os dois países estão buscando recuperar protagonismo no cenário global e a parceria pode acelerar o processo. “Os contextos domésticos dos dois países favorecem o aprofundamento das nossas relações econômicas e comerciais”, disse.

No início de agosto, o primeiro-ministro do Japão, Shinzo Abe, esteve no Brasil acompanhado de dirigentes de 68 empresas japonesas para conversar sobre oportunidades em infraestrutura, energia, mobilidade urbana, entre outros setores, com o setor privado e o governo brasileiro.

Na ocasião, os japoneses pediram uma maior abertura da economia brasileira para ampliar as oportunidades de investimento e intercâmbio tecnológico.

“As empresas brasileiras estão com olhar muito sério sobre a América Latina e em busca de parceiros”, afirmou o presidente do Comitê de Cooperação Econômica Brasil-Japão pela Keidanren, Massami Iijima.

Desafios e Reformas – Para consumar essa parceria, os empresários do Japão apontam a urgência de o Brasil avançar na reforma do sistema tributário, na reversão do déficit de infraestrutura e logística e na melhoria das condições de mobilidade nos grandes centros urbanos.

O presidente da CNI destacou que, apesar dos entraves à melhora da competitividade brasileira, há uma parceria consolidada entre os dois países, com investimentos japoneses consolidados nos setores de celulose, alimentício, siderúrgico, automotivo, naval e financeiro.

Braga lançou o desafio aos empresários do Japão de ampliar e diversificar seus investimentos no Brasil, com foco especialmente no setor de infraestrutura e logística.

As concessões em portos, aeroportos, ferrovias, óleo e gás são oportunidades para o capital japonês em setores em que há demanda reprimida.

“Há grande interesse, tanto do governo quanto do setor privado brasileiro, em apoiar o investidor japonês que queira aproveitar essas oportunidades”, disse.

O presidente do Conselho de Cooperação Econômica Brasil-Japão pela CNI, José de Freitas Mascarenhas, disse que as preocupações dos japoneses são compartilhadas pela indústria brasileira, que está trabalhando para solucionar os gargalos.

Prova disso está nos 42 documentos elaborados pela CNI e entregues aos candidatos à Presidência da República, com propostas da indústria para reduzir os entraves à competitividade do Brasil.

“É preciso também lembrar que o Brasil tem sido, há muitos anos, um dos cinco países que mais recebem investimentos diretos estrangeiros, o que significa que muitos empresários acreditam nas oportunidades no país”, destacou.

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