Sustentabilidade

Ipiranga alcança a marca de 50 postos ecoeficientes no país

Os postos foram concebidos visando o uso eficiente dos recursos naturais. A meta é chegar a 215 unidades em 2012, que integrarão gestão de água, energia, materiais e métodos construtivos e de resíduos.

Redação
11/01/2012 10:23
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A eficiência na utilização de recursos naturais e o reaproveitamento de resíduos são ações cada vez mais colocadas em prática pela Ipiranga em seus estabelecimentos. Atualmente, já são 50 postos ecoeficientes em 16 Unidades da Federação e o objetivo, em 2012, é atingir 215 deste mesmo padrão em todo o país.
 
O principal diferencial é intensificar a preocupação com o meio ambiente em todas as fases do negócio, desde o projeto, passando pela construção, até a operação. O objetivo é aumentar a eficácia da gestão de energia, água, resíduos e materiais utilizados durante essas etapas.

A Ipiranga construiu o seu primeiro posto ecoeficiente em Porto Alegre (RS), inaugurado em 2009. "O posto ecoeficiente é uma iniciativa Ipiranga que demonstra que a sustentabilidade está cada vez mais incorporada aos nossos negócios. Queremos fazer com que ações que beneficiem o meio ambiente façam parte do dia a dia da empresa e dos nossos clientes e, desta forma, torná-las cada vez mais presentes em nosso negócio. A empresa acredita que apostar em ações em prol da sustentabilidade, que demonstram empenho ético nos negócios e compromisso com o futuro, traz benefícios para todos", explica Leocadio Antunes, Diretor Superintendente da Ipiranga.


Diferenciais do Posto Ecoeficiente

O resultado não é apenas uma obra civil de edificação e instalações, mas um novo conceito de posto, que não só economiza recursos naturais durante sua execução, mas também mantém a economia durante as atividades. A decisão sobre os itens de ecoeficiência a serem adotados levou em consideração a viabilidade econômica e a possibilidade de replicar a iniciativa de forma rápida na rede, para obter resultados imediatos e tangíveis. Exemplos:

- Gestão da Água: os itens que promovem redução no consumo de água englobam reaproveitamento da água da chuva e da lavagem de veículos; instalação de sistema de fechamento automático em torneiras e chuveiros e redução de consumo de água nas descargas dos vasos sanitários.

- Gestão de Energia:

Iluminação: foram desenvolvidas soluções para um melhor aproveitamento da luz natural, integrando-a com a artificial, emprego de reatores, lâmpadas e luminárias mais eficientes, além da instalação de sensor de presença para evitar o desperdício de energia. Essas ações podem levar a uma redução de 34% no consumo de energia elétrica.

Aquecimento de água: feito por meio da energia solar, reduzindo o consumo de energia elétrica da empresa.

Ar-condicionado: um conjunto de ações contribuiu para reduzir a carga térmica do ar-condicionado em 14% e ainda melhorar a qualidade dos ambientes. Foram incorporados à edificação elementos sombreadores nas vitrines e no escritório (brise); vidro especial; sistema de cobertura ventilada, que emprega ventilação natural para retirar o calor gerado pelos equipamentos da loja; e isolamento térmico para otimizar o desempenho do ar-condicionado.

- Gestão de Materiais e Métodos Construtivos: foram estudados sistemas construtivos que utilizam menos material, água e energia em seus processos e geram menos resíduo na obra. Para a edificação, utiliza-se o Sistema de Construção Seca, que é modular, com estrutura em aço 100% reciclável e permite uma obra mais rápida, gerando bem menos resíduo que uma obra convencional. Para a cobertura da pista de abastecimento, utiliza-se um sistema de camada única, totalmente, aparafusado, sem uso de solda, onde a telha metálica faz também o papel do forro, dispensando a utilização de PVC. Além destes sistemas inovadores, utilizam-se materiais que impactam menos o meio ambiente em sua produção, instalação e descarte, como tinta à base de água e madeira certificada.

- Gestão de Resíduos: trata-se de ações que visam diminuir a quantidade de resíduos gerados em todas as fases do ciclo do negócio, dando destinação correta ao que for gerado tanto na construção quanto na operação via coleta seletiva.
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