Internacional

Legislativo do Equador aprova exploração de petróleo na Amazônia do país

Reservas ficam dentro do Parque Nacional Yasuní.

Agência Brasil
04/10/2013 09:07
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Com 108 votos a favor e 25 contra, a Assembleia Legislativa do Equador aprovou hoje (3) a exploração de petróleo na região amazônica, dentro do Parque Nacional Yasuní. Com a decisão, o país poderá iniciar a extração de petróleo, antes uma área de preservação ambiental, que tem reservas de 920 milhões de barris. A sessão que liberou a exploração durou dez horas. Do lado de fora da Assembleia, manifestantes protestaram contra a decisão.
Com a liberação, o governo de Rafael Correa poderá explorar os blocos 31 e 43 do Yasuní. A estimativa de lucro é US$ 18 bilhões de dólares, que segundo o presidente serão investidos na área social. O governo promete usar tecnologia de ponta para minimizar os efeitos ambientais da extração, bem como redistribuir recursos econômicos às comunidades indígenas que habitam na região amazônica do Equador, especialmente os índios das etnias Tagaeri e Taromenai.
Em agosto, Correa anunciou sua intenção de explorar petróleo no Parque Nacional Yasuní e declarou o “fracasso” do projeto Yasuní-ITT. Em troca de compensação econômica internacional, o Equador deixaria de explorar petróleo na região. Correa alegou que não houve contrapartida dos países que inicialmente haviam se comprometido com o projeto. Segundo o presidente, isso teria evitado que 407 milhões de toneladas de dióxido de carbono fossem lançadas na atmosfera.

Com 108 votos a favor e 25 contra, a Assembleia Legislativa do Equador aprovou ontem (3) a exploração de petróleo na região amazônica, dentro do Parque Nacional Yasuní. Com a decisão, o país poderá iniciar a extração de petróleo, antes uma área de preservação ambiental, que tem reservas de 920 milhões de barris. A sessão que liberou a exploração durou dez horas. Do lado de fora da Assembleia, manifestantes protestaram contra a decisão.


Com a liberação, o governo de Rafael Correa poderá explorar os blocos 31 e 43 do Yasuní. A estimativa de lucro é US$ 18 bilhões de dólares, que segundo o presidente serão investidos na área social. O governo promete usar tecnologia de ponta para minimizar os efeitos ambientais da extração, bem como redistribuir recursos econômicos às comunidades indígenas que habitam na região amazônica do Equador, especialmente os índios das etnias Tagaeri e Taromenai.


Em agosto, Correa anunciou sua intenção de explorar petróleo no Parque Nacional Yasuní e declarou o “fracasso” do projeto Yasuní-ITT. Em troca de compensação econômica internacional, o Equador deixaria de explorar petróleo na região. Correa alegou que não houve contrapartida dos países que inicialmente haviam se comprometido com o projeto. Segundo o presidente, isso teria evitado que 407 milhões de toneladas de dióxido de carbono fossem lançadas na atmosfera.

 

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