Desempenho

MMX tem prejuízo de R$ 353,1 milhões no 4º trimestre

Resultado foi devido ao menor volume de vendas e multas.

Valor Econômico
27/03/2014 09:58
Visualizações: 698

 

A MMX encerrou o quarto trimestre com prejuízo de R$ 353,1 milhões, valor praticamente estável em relação às perdas verificadas no mesmo período de 2012. O resultado foi influenciado principalmente pelo menor volume de vendas de minério e por multas a serem pagas para a MRS e Usiminas, por não cumprimento de metas de comercialização previstas em contratos com ambas as companhias.
Entre outubro e dezembro de 2013, a mineradora de Eike Batista registrou receita de R$ 180,7 milhões, 9% menos que um ano antes. As vendas de minério de ferro recuaram 26%, para 1,4 milhão de toneladas.
Com a paralisação da extração nas minas do Sistema Corumbá, por conta das restrições de crédito do grupo EBX, a produção total de minério de ferro caiu 32% no quarto trimestre, para 1,13 milhão de toneladas. Esse foi o montante produzido pelo Sistema Sudeste — 28% menor que o registrado no mesmo período de 2012.
O resultado antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda, em inglês) da MMX ficou negativo em R$ 131,4 milhões, muito acima das perdas operacionais de R$ 16,8 milhões do quarto trimestre do ano anterior.
O indicador foi afetado pela provisão de R$ 72 milhões para multas de contratos não cumpridos com a Usiminas Mineração e com a MRS Logística.
O ano passado foi marcado por um processo de reestruturação da companhia. O controle do Porto Sudeste, seu principal ativo, foi vendido para a holandesa Trafigura, em parceria com o fundo árabe Mubadala.
Além disso, foi desativada a mina de Corumbá e a previsão para a produção anual do Sistema Serra Azul foi cortada de 29 milhões de toneladas anuais para 15 milhões de toneladas a partir de 2018. A companhia já informou que busca sócios para o negócio de mineração.
Nesse contexto, a MMX terminou 2013 com prejuízo de R$ 2,06 bilhões, mais que o dobro das perdas de R$ 792,4 milhões do ano anterior. Boa parte do resultado líquido negativo ocorreu por conta de baixas contábeis referentes à reavaliação de ativos, de R$ 1,18 bilhão.

A MMX encerrou o quarto trimestre com prejuízo de R$ 353,1 milhões, valor praticamente estável em relação às perdas verificadas no mesmo período de 2012. O resultado foi influenciado principalmente pelo menor volume de vendas de minério e por multas a serem pagas para a MRS e Usiminas, por não cumprimento de metas de comercialização previstas em contratos com ambas as companhias.

Entre outubro e dezembro de 2013, a mineradora de Eike Batista registrou receita de R$ 180,7 milhões, 9% menos que um ano antes. As vendas de minério de ferro recuaram 26%, para 1,4 milhão de toneladas.

Com a paralisação da extração nas minas do Sistema Corumbá, por conta das restrições de crédito do grupo EBX, a produção total de minério de ferro caiu 32% no quarto trimestre, para 1,13 milhão de toneladas. Esse foi o montante produzido pelo Sistema Sudeste — 28% menor que o registrado no mesmo período de 2012.

O resultado antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda, em inglês) da MMX ficou negativo em R$ 131,4 milhões, muito acima das perdas operacionais de R$ 16,8 milhões do quarto trimestre do ano anterior.

O indicador foi afetado pela provisão de R$ 72 milhões para multas de contratos não cumpridos com a Usiminas Mineração e com a MRS Logística.

O ano passado foi marcado por um processo de reestruturação da companhia. O controle do Porto Sudeste, seu principal ativo, foi vendido para a holandesa Trafigura, em parceria com o fundo árabe Mubadala.

Além disso, foi desativada a mina de Corumbá e a previsão para a produção anual do Sistema Serra Azul foi cortada de 29 milhões de toneladas anuais para 15 milhões de toneladas a partir de 2018. A companhia já informou que busca sócios para o negócio de mineração.

Nesse contexto, a MMX terminou 2013 com prejuízo de R$ 2,06 bilhões, mais que o dobro das perdas de R$ 792,4 milhões do ano anterior. Boa parte do resultado líquido negativo ocorreu por conta de baixas contábeis referentes à reavaliação de ativos, de R$ 1,18 bilhão.

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