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Eduardo Raupp de Vargas e Paula Chimenti tomam posse com foco em internacionalização, inovação, diversidade e acreditação internacional.
Redação TN Petróleo/Assessoria COPPEAD
Como se comanda uma escola reconhecidamente nota máxima numa das avaliações mais duras da pós-graduação brasileira? É a pergunta que Eduardo Raupp de Vargas leva para a Direção do COPPEAD/UFRJ, empossado nesta quarta-feira (19) ao lado de Paula Chimenti, a nova vice-diretora. A cerimônia foi no auditório da Fundação Coppetec, na Ilha do Fundão, com a presença do reitor da UFRJ, Roberto de Andrade Medronho, da vice-reitora, Cássia Curan Turci, além de autoridades, professores, servidores e alunos.
A dupla assume com uma lista clara de prioridades: ampliar a internacionalização, fortalecer a inovação e a relação com empresas, avançar em diversidade e buscar acreditação internacional, o selo que coloca uma escola de negócios ao lado das melhores do mundo.
"É um desafio muito grande gerir uma escola que já é uma escola excelente. Nossa proposta é tentar dar um passo além, nos desafiar e fazer com que o COPPEAD avance ainda mais", diz Raupp, que também assume o compromisso de manter o alto nível de inserção científica e internacional do Instituto.
Pesquisadora de estratégia digital, ecossistemas de negócios e transformação tecnológica, Paula Chimenti não poupa o recado contra a acomodação: "Temos 53 anos de uma história de sucesso, mas muitos desafios para o futuro. Não adianta pensar que fizemos algo muito certo no passado e que agora o futuro está garantido. Temos que inovar o tempo inteiro para continuar sendo pioneiros e não correr atrás."
Uma das primeiras medidas da nova gestão foi revisar o planejamento estratégico do Instituto, com professores e funcionários participando da discussão. A acreditação internacional está entre os projetos prioritários que saíram dali.
Raupp e Chimenti chegam depois da gestão de Otávio Figueiredo, que dirigiu o COPPEAD desde 2022 e viu o Instituto alcançar nota 7 na avaliação da Capes - a nota máxima do sistema brasileiro de pós-graduação. "Foi uma construção de 50 anos de história, de pesquisa, de ensino e de formação de lideranças para o país. Quando você vira 7, a responsabilidade aumenta", resume Otávio.
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