Política

Novos ministros prometem acelerar projetos Logística e reforma agrária

Miguel Rossetto, quer melhorar a execução das políticas.

Agência Brasil
18/03/2014 09:28
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Após assumir o Ministério da Agricultura, o ex-secretário de Política Agrícola da pasta, Neri Geller, disse ter o apoio do setor e do PMDB. O novo ministro disse ter ligação “forte” com o Congresso Nacional e obter apoio de “praticamente todo o setor do país”. Já o recém-empossado ministro do Desenvolvimento Agrário, Miguel Rossetto, quer melhorar a execução das políticas da pasta, que já tiveram “enorme crescimento” nos últimos dez anos.
Neri Geller foi indicado por seu antecessor, Antônio Andrade, em apoio liderado pelo senador Blairo Maggi, ex-governador de Mato Grosso, maior produtor de grãos do Brasil. Filiado recentemente ao PMDB, Geller diz ter “forte” ligação com o Congresso Nacional. “Eu sinto por parte da grande maioria dos deputados, se não todos, inclusive do PMDB, que tive apoio sim. A nossa relação com o Congresso Nacional vai ser muito forte, no sentido de implementar política de resultado no setor”, afirmou.
Ao citar sua trajetória na agricultura, Neri Geller disse conhecer o setor e prometeu trabalhar em várias áreas do ministério. “Sei o que é pequena agricultura, sei o que é agricultura comercial e sei a importância que tem a agricultura de escala para o nosso país. Vamos estar linkados na política macro do governo federal, mas vamos estar linkados no trabalho, produção. Fazer as coisas andarem na agricultura é muito importante”, declarou Geller, acrescentando ser benéfica a presença de um ministro ligado ao setor.
Segundo a presidenta Dilma Rousseff, o novo ministro atuou de forma “decisiva” na elaboração do Plano Safra Agrícola e Agropecuário e no programa de armazenagem. “[Ele] conhece muito bem o setor rural do país, em especial aquele do Centro-Oeste, onde se destacou como produtor rural. Tenho certeza que o ministro conduzirá nossa agricultura a novos recordes de produção”, disse a presidenta.
Geller disse ter saído confiante da conversa que teve com a presidenta na semana passada, e disse que vai trabalhar “forte” para destravar o escoamento da produção agrícola do país. “Vou reestruturar o departamento de logística do Ministério da Agricultura. Nós vamos fazer interação com outros ministérios, para resolver questões pontuais, licenças ambientais que precisam dar frutos. Precisamos que esses eixos sejam concretizados, que essas obras andem”, disse.
Miguel Rossetto volta ao comando do Ministério do Desenvolvimento Agrário com o objetivo de ampliar os programas atualmente em execução pela pasta. “Vamos dar continuidade, melhorando crédito, assistência técnica, melhorando preços agrícolas, avançando na política de reforma agrária com qualidade e quantidade”, observou.
“Lá em 2003 ajudou a implantar este ministério, e, além disso, traz para ele uma bem-sucedida passagem pela presidência da Petrobras Biocombustíveis”, disse Dilma durante discurso na cerimônia de posse. Segundo Rosseto, é uma “alegria retornar e ver números extraordinários” que demonstram o crescimento da pasta.
Ele disse que o crédito agrícola do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf) aumentou de R$ 2,3 bilhões para mais de R$ 20 bilhões em dez anos. “O MDA é o grande ministério do desenvolvimento econômico, crescimento do ministério é crescimento do país”, declarou Rossetto.
Para Dilma, o senador Eduardo Lopes assume o Ministério da Pesca e da Aquicultura com a tarefa de “continuar fortalecendo a pesca e a aquicultura, de transformar a pesca em um setor agregador de valor e gerador de renda”. O novo titular da pasta pretende conhecer os projetos em execução pelo ministério, principalmente no que diz respeito aos resultados atuais do Plano Safra da Pesca.
“Quero manter a média da produção que foi alcançada. No ano passado houve crescimento de 70%, passamos de 1,5 milhão para 2,5 milhões de toneladas de produção anual. Se mantivermos a mesma média, e vamos trabalhar para isso, chegaremos ao final do ano com 4 milhões de toneladas, já colocando o Brasil em uma situação diferenciada”, disse Eduardo Lopes. Segundo Dilma, o novo ministro “tem todas as credenciais que, ao longo da sua vida e nos últimos anos, como senador, desenvolveu no exercício de seu mandato parlamentar”.

Após assumir o Ministério da Agricultura, o ex-secretário de Política Agrícola da pasta, Neri Geller, disse ter o apoio do setor e do PMDB. O novo ministro disse ter ligação “forte” com o Congresso Nacional e obter apoio de “praticamente todo o setor do país”. Já o recém-empossado ministro do Desenvolvimento Agrário, Miguel Rossetto, quer melhorar a execução das políticas da pasta, que já tiveram “enorme crescimento” nos últimos dez anos.

Neri Geller foi indicado por seu antecessor, Antônio Andrade, em apoio liderado pelo senador Blairo Maggi, ex-governador de Mato Grosso, maior produtor de grãos do Brasil. Filiado recentemente ao PMDB, Geller diz ter “forte” ligação com o Congresso Nacional. “Eu sinto por parte da grande maioria dos deputados, se não todos, inclusive do PMDB, que tive apoio sim. A nossa relação com o Congresso Nacional vai ser muito forte, no sentido de implementar política de resultado no setor”, afirmou.

Ao citar sua trajetória na agricultura, Neri Geller disse conhecer o setor e prometeu trabalhar em várias áreas do ministério. “Sei o que é pequena agricultura, sei o que é agricultura comercial e sei a importância que tem a agricultura de escala para o nosso país. Vamos estar linkados na política macro do governo federal, mas vamos estar linkados no trabalho, produção. Fazer as coisas andarem na agricultura é muito importante”, declarou Geller, acrescentando ser benéfica a presença de um ministro ligado ao setor.

Segundo a presidenta Dilma Rousseff, o novo ministro atuou de forma “decisiva” na elaboração do Plano Safra Agrícola e Agropecuário e no programa de armazenagem. “[Ele] conhece muito bem o setor rural do país, em especial aquele do Centro-Oeste, onde se destacou como produtor rural. Tenho certeza que o ministro conduzirá nossa agricultura a novos recordes de produção”, disse a presidenta.

Geller disse ter saído confiante da conversa que teve com a presidenta na semana passada, e disse que vai trabalhar “forte” para destravar o escoamento da produção agrícola do país. “Vou reestruturar o departamento de logística do Ministério da Agricultura. Nós vamos fazer interação com outros ministérios, para resolver questões pontuais, licenças ambientais que precisam dar frutos. Precisamos que esses eixos sejam concretizados, que essas obras andem”, disse.

Miguel Rossetto volta ao comando do Ministério do Desenvolvimento Agrário com o objetivo de ampliar os programas atualmente em execução pela pasta. “Vamos dar continuidade, melhorando crédito, assistência técnica, melhorando preços agrícolas, avançando na política de reforma agrária com qualidade e quantidade”, observou.

“Lá em 2003 ajudou a implantar este ministério, e, além disso, traz para ele uma bem-sucedida passagem pela presidência da Petrobras Biocombustíveis”, disse Dilma durante discurso na cerimônia de posse. Segundo Rosseto, é uma “alegria retornar e ver números extraordinários” que demonstram o crescimento da pasta.

Ele disse que o crédito agrícola do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf) aumentou de R$ 2,3 bilhões para mais de R$ 20 bilhões em dez anos. “O MDA é o grande ministério do desenvolvimento econômico, crescimento do ministério é crescimento do país”, declarou Rossetto.

Para Dilma, o senador Eduardo Lopes assume o Ministério da Pesca e da Aquicultura com a tarefa de “continuar fortalecendo a pesca e a aquicultura, de transformar a pesca em um setor agregador de valor e gerador de renda”. O novo titular da pasta pretende conhecer os projetos em execução pelo ministério, principalmente no que diz respeito aos resultados atuais do Plano Safra da Pesca.

“Quero manter a média da produção que foi alcançada. No ano passado houve crescimento de 70%, passamos de 1,5 milhão para 2,5 milhões de toneladas de produção anual. Se mantivermos a mesma média, e vamos trabalhar para isso, chegaremos ao final do ano com 4 milhões de toneladas, já colocando o Brasil em uma situação diferenciada”, disse Eduardo Lopes. Segundo Dilma, o novo ministro “tem todas as credenciais que, ao longo da sua vida e nos últimos anos, como senador, desenvolveu no exercício de seu mandato parlamentar”.

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