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OGX afirma que fluxo de petróleo em Tubarão Martelo está normalizado

Companhia produziu 330,1 mil bpd em dezembro de 2013.

Redação, com agências
21/01/2014 09:53
OGX afirma que fluxo de petróleo em Tubarão Martelo está normalizado Imagem: OSX-3. Divulgação Visualizações: 1353

 

Os investidores da Óleo e Gás Participações, ex-OGX, receberam um alento na manhã de ontem (20). A companhia, anteriormente controlada por Eike Batista, informou que está produzindo e vendendo petróleo, proveniente do campo Tubarão Martelo. Em dezembro, a empresa diz ter extraído 333,1 mil barris. Segundo estimativas do mercado, isso representa um faturamento de US$ 30 milhões.
 
É a primeira remessa após o pedido de recuperação judicial da empresa, anunciado em outubro. A companhia opera em Tubarão Martelo com dois poços e a previsão é que até maio mais dois entrem em operação. Entre 2012 e 2013, a OGX efetivou seis carregamentos de óleo para a venda, o equivalente a R$ 754 milhões.
 
A notícia da retomada do processo de venda da empresa é um sinal positivo em relação à geração de caixa. Em nota, a Óleo e Gás Participações  afirmou que já “possui seu fluxo normal de venda do petróleo conforme originalmente previsto”, porém, não comenta detalhes de valores.
A notícia veio em boa hora. Encerra-se na sexta-feira, 24, o prazo concedido para que a OGP extraia petróleo dos campos que explora. Sem sinais de óleo, a companhia corria o risco de ter suas concessões anuladas pela Agência Nacional do Petróleo (ANP), dizem analistas do setor.
 
 
A notícia mexeu com os papéis da companhia na Bolsa. Por serem negociadas por poucos centavos, as ações da OGX apresentam uma distorção estatística com a notícia da venda. Ao subirem de R$ 0,26 para R$ 0,27, menor oscilação possível, visto não haver unidade monetária menor que o centavo, os papéis registram uma oscilação significativa de 3,85%. Assim, na manhã desta segunda-feira, as cotações variaram da mínima de R$ 0,26 para a máxima de R$ 0,29, subindo 11,54%.
 
 
No terceiro trimestre do ano passado, a empresa teve prejuízo de R$ 2,11 bilhões, crescimento de 516,4% no prejuízo, em relação ao mesmo período de 2012. A dívida da companhia está calculada em R$ 11,4 bilhões.

Os investidores da Óleo e Gás Participações, ex-OGX, receberam um alento na manhã de ontem (20). A companhia, anteriormente controlada por Eike Batista, informou que está produzindo e vendendo petróleo, proveniente do campo Tubarão Martelo. Em dezembro, a empresa diz ter extraído 333,1 mil barris. Segundo estimativas do mercado, isso representa um faturamento de US$ 30 milhões.

É a primeira remessa após o pedido de recuperação judicial da empresa, anunciado em outubro. A companhia opera em Tubarão Martelo com dois poços e a previsão é que até maio mais dois entrem em operação. Entre 2012 e 2013, a OGX efetivou seis carregamentos de óleo para a venda, o equivalente a R$ 754 milhões.

A notícia da retomoda do processo de venda da empresa é um sinal positivo em relação à geração de caixa. Em nota, a Óleo e Gás Participações  afirmou que já “possui seu fluxo normal de venda do petróleo conforme originalmente previsto”, porém, não comenta detalhes de valores.

A notícia veio em boa hora. Encerra-se na sexta-feira, 24, o prazo concedido para que a OGP extraia petróleo dos campos que explora. Sem sinais de óleo, a companhia corria o risco de ter suas concessões anuladas pela Agência Nacional do Petróleo (ANP), dizem analistas do setor.

A notícia mexeu com os papéis da companhia na Bolsa. Por serem negociadas por poucos centavos, as ações da OGX apresentam uma distorção estatística com a notícia da venda. Ao subirem de R$ 0,26 para R$ 0,27, menor oscilação possível, visto não haver unidade monetária menor que o centavo, os papéis registram uma oscilação significativa de 3,85%. Assim, na manhã desta segunda-feira, as cotações variaram da mínima de R$ 0,26 para a máxima de R$ 0,29, subindo 11,54%.

No terceiro trimestre do ano passado, a empresa teve prejuízo de R$ 2,11 bilhões, crescimento de 516,4% no prejuízo, em relação ao mesmo período de 2012. A dívida da companhia está calculada em R$ 11,4 bilhões.

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