Aço

Perda de competitividade dificulta a exportação e aumenta as importações

Dados são do IABr.

Redação TN/ Ascom IABr
28/04/2014 11:13
Perda de competitividade dificulta a exportação e aumenta as importações Imagem: Divulgação Usiminas Visualizações: 1053

 

Perda de competitividade dificulta a exportação e aumenta as importações de aço
A manutenção das assimetrias competitivas - como a cumulatividade dos impostos, alta carga tributária, elevado custo de energia e câmbio ainda valorizado - resultaram no 1º trimestre desse ano em um incremento das importações de aço e queda significativa nas suas exportações. Foram 877 mil toneladas de produtos siderúrgicos importados no ano, alta de 3,9% em relação ao mesmo período de 2013. 
As exportações no 1º trimestre totalizaram 2 milhões de toneladas e 1,5 bilhão de dólares, representando declínio de 19,1% em volume e de 6,9 % em valor, quando comparados ao mesmo período do ano anterior. Claro indicador de que o cenário internacional continua difícil, com excedente de capacidade de produção de cerca de 600 milhões de toneladas de aço, segundo previsão da Worldsteel Association, tornando a competição ainda mais acirrada.
A produção brasileira de aço bruto alcançou 8,3 milhões de toneladas no 1º trimestre de 2014, alta de 1,5% em relação ao mesmo período de 2013. O destaque foi a produção de laminados longos, que apresentou crescimento de 7,9% no período, devido principalmente à retomada do setor de construção civil predial. Caso a construção industrializada fosse mais disseminada no Brasil, o consumo de aço seria ainda maior nas edificações. Já a produção de laminados planos, por sua vez, mostrou queda de 2,4% nos primeiros três meses de 2014, tendo sido impactada, sobretudo pela queda das exportações, que se reduziram em 27,3%. Quanto às vendas internas, o resultado acumulado em 2014 foi de 5,5 milhões de toneladas, crescimento de 1,8% com relação ao mesmo período do ano anterior.  
O consumo aparente de produtos siderúrgicos (6,3 milhões de toneladas) teve alta de 2,5% no período de janeiro a março, com destaque para os produtos planos com alta de 4,6%. Cabe ressaltar, entretanto, que a alta no consumo aparente de produtos planos neste período foi impactado principalmente pela elevação de 22,9% das importações de planos, uma vez que as vendas destes produtos apresentaram modesto crescimento de 2,3% no mesmo período.

A manutenção das assimetrias competitivas - como a cumulatividade dos impostos, alta carga tributária, elevado custo de energia e câmbio ainda valorizado - resultaram no 1º trimestre desse ano em um incremento das importações de aço e queda significativa nas suas exportações. Foram 877 mil toneladas de produtos siderúrgicos importados no ano, alta de 3,9% em relação ao mesmo período de 2013. 

As exportações no 1º trimestre totalizaram 2 milhões de toneladas e 1,5 bilhão de dólares, representando declínio de 19,1% em volume e de 6,9 % em valor, quando comparados ao mesmo período do ano anterior. Claro indicador de que o cenário internacional continua difícil, com excedente de capacidade de produção de cerca de 600 milhões de toneladas de aço, segundo previsão da Worldsteel Association, tornando a competição ainda mais acirrada.

A produção brasileira de aço bruto alcançou 8,3 milhões de toneladas no 1º trimestre de 2014, alta de 1,5% em relação ao mesmo período de 2013. O destaque foi a produção de laminados longos, que apresentou crescimento de 7,9% no período, devido principalmente à retomada do setor de construção civil predial. Caso a construção industrializada fosse mais disseminada no Brasil, o consumo de aço seria ainda maior nas edificações. Já a produção de laminados planos, por sua vez, mostrou queda de 2,4% nos primeiros três meses de 2014, tendo sido impactada, sobretudo pela queda das exportações, que se reduziram em 27,3%. Quanto às vendas internas, o resultado acumulado em 2014 foi de 5,5 milhões de toneladas, crescimento de 1,8% com relação ao mesmo período do ano anterior.  

O consumo aparente de produtos siderúrgicos (6,3 milhões de toneladas) teve alta de 2,5% no período de janeiro a março, com destaque para os produtos planos com alta de 4,6%. Cabe ressaltar, entretanto, que a alta no consumo aparente de produtos planos neste período foi impactado principalmente pela elevação de 22,9% das importações de planos, uma vez que as vendas destes produtos apresentaram modesto crescimento de 2,3% no mesmo período.

 

Mais Lidas De Hoje
veja Também
Descomissionamento
ANP aprova realização de consulta e audiência públicas p...
17/05/26
Mulheres na indústria
Elas Navegam: Norsul lança campanha para apoiar o retorn...
16/05/26
Apoio Marítimo
Wilson Sons lança novo rebocador para operar no Porto de...
14/05/26
Resultado
Porto de Imbituba movimenta mais de 2,65 milhões de tone...
14/05/26
Pré-Sal
Campo de Mero, no pré-sal da Bacia de Santos, recebe tec...
13/05/26
Mão de Obra
Setor de Óleo & Gás enfrenta apagão de talentos diante d...
13/05/26
Pessoas
MODEC anuncia Yosuke Kosugi como novo CEO no Brasil
11/05/26
Crise
Estreito de Ormuz, sustentabilidade e arbitragem serão d...
11/05/26
Indústria Naval
Ghenova lidera engenharia dos navios gaseiros da Ecovix ...
11/05/26
Bacia de Santos
Acordos de Individualização da Produção (AIP) das Jazida...
05/05/26
Internacional
Brasil reafirma protagonismo tecnológico na OTC Houston ...
02/05/26
Evento
PortosRio participa do Rio de Janeiro Export 2026 e dest...
29/04/26
Resultado
Foresea registra melhor ano de sua história e consolida ...
29/04/26
Apoio Offshore
Wilson Sons revoluciona logística offshore com entrega p...
29/04/26
Oportunidade
Os cursos incluem áreas de alta empregabilidade e das ma...
22/04/26
Construçao Naval
Usiminas fornece aço para fragatas da Marinha do Brasil
22/04/26
PPSA
Produção de petróleo da União atinge 182 mil barris por ...
17/04/26
Apoio Marítimo
Mesmo com tensões globais, setor marítimo avança e refor...
17/04/26
PPSA
Petrochina arremata carga da União de Bacalhau em leilão...
17/04/26
Royalties
Firjan anuncia mobilização para defender interesse do RJ...
16/04/26
Espírito Santo
Indústria de Petróleo e Gás no ES deve investir mais de ...
15/04/26
VEJA MAIS
Newsletter TN

Fale Conosco

Utilizamos cookies para garantir que você tenha a melhor experiência em nosso site. Se você continuar a usar este site, assumiremos que você concorda com a nossa política de privacidade, termos de uso e cookies.

23