GNV

Por conta da gasolina, GNV é a opção mais barata e segura

Redação TN Petróleo/Assessoria
17/06/2021 09:35
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A divulgação do IPCA do mês de maio – que registrou a maior alta desde 1996, ficando em 0,83% – mostrou que a gasolina teve grande impacto nesse aumento, com alta de 2,87%. Apenas em 2021, este combustível subiu 24,7% e acumula elevação de 45,8% nos últimos 12 meses, motivo para preocupação para motoristas de todo o país. Abastecer o carro tem se tornado mais caro e dispendioso, e neste cenário o GNV (Gás Natural Veicular) se apresenta como uma opção mais viável e econômica.

Além de ter um preço mais baixo do que as outras alternativas, sua economia é justificada pelo seu alto rendimento em relação aos combustíveis líquidos, como etanol e gasolina. Basta colocar na ponta do lápis, considerando os preços de maio, divulgados pela Agência Nacional de Petróleo (ANP), enquanto um veículo na média consome 10 km por litro de gasolina, ou 7 km por litro de etanol, no GNV esse rendimento é de 14 km por metro cúbico, ou seja, o GNV rende o dobro do etanol e 40% a mais que a gasolina.

Divulgação

“Para percorrer uma distância de 200 quilômetros, um motorista precisaria desembolsar R$111 de gasolina ou R$118 de álcool. Caso ele utilize GNV, essa quantia cai para R$60 reais”, pontua Rui Pires dos Santos, diretor-presidente da MSGÁS, a companhia responsável pela distribuição de gás natural em Mato Grosso do Sul.

Vale a pena?

Para utilizar o GNV, o usuário precisa levar em conta a quantidade de quilômetros percorridos, pois existe o investimento da conversão, que custa em média R$ 5220. “Se considerarmos que as conversões podem ser parceladas em 12 meses, atualmente um usuário que percorre 57 quilômetros por dia ou 1.710 km/mês, consegue pagar a conversão com a própria economia no combustível neste período”, explica.

Outro cálculo que pode ser feito e levado em conta, principalmente por motoristas de aplicativo, por exemplo, é o seguinte: um carro que roda 2.000 quilômetros por mês, em três anos, terá uma economia de cerca de R$ 13 mil em seu orçamento, isso já debitando o valor investido na conversão (R$ 5.220). Se a distância saltar para 4.000 quilômetros por mês, durante o mesmo período, a economia é de R$ 31.577,00, também com o valor investido na conversão incluído.

Além disso, o gás natural traz muitas vantagens para quem o escolhe. Além de sentir a diferença no bolso, o consumidor pode ter a certeza de estar utilizando um combustível moderno e menos nocivo ao meio ambiente. Ele é uma fonte de energia limpa, reduz em mais de 50% a emissão de CO2 durante a queima e tem aproveitamento total, emitindo menos poluentes na atmosfera.

As vantagens do GNV ainda vão além. Ele ajuda até mesmo na durabilidade de algumas peças do carro. O item mais beneficiado é a injeção. Isso porque, ao contrário da gasolina ou do etanol, o gás natural não deixa resíduos nos bicos injetores, o que aumenta sua performance e vida útil. O óleo lubrificante também dura mais, por conta dessa “ausência de resíduos” no motor e, para completar, o escapamento também dura mais tempo, pois o GNV não deixa acúmulo de água no cano, como fazem os outros combustíveis.

Outro ponto extremamente vantajoso é no que diz respeito à distribuição. O abastecimento de gás natural é contínuo, por isso, não há riscos de falta do combustível, por exemplo.

No site do INMETRO é possível conferir quais são as oficinas autorizadas a realizar conversão de veículos para o uso do gás natural veicular e, ainda, há uma área no site da MSGÁS onde é possível simular a economia que pode-se obter ao utilizar o gás, tanto para motoristas, quanto para comércios e indústrias. Basta acessar https://www.msgas.com.br/segmentos/veicular/simulador

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