Ampliação

Porto de Santos conta com seis áreas de expansão

Porto vai movimentar 229,73 milhões de toneladas até 2024.

Tribuna Online
19/03/2014 10:34
Visualizações: 1234

 

O debate sobre a ampliação do Porto de Santos, a ser iniciado neste mês pela Secretaria de Portos, não começará do zero. O plano de expansão do complexo marítimo – o masterplan (plano-mestre, em inglês), elaborado em 2010 pelo Consórcio Louis Berger- Internave – identifica seis áreas para a implantação de novos terminais portuários e o atendimento das demandas futuras do complexo.
Essas instalações serão necessárias para escoar as 229,73 milhões de toneladas previstas para serem movimentadas pelo Porto até 2024, em um cenário otimista. Para a Companhia Docas do Estado de São Paulo (Codesp, a Autoridade Portuária), a marca será alcançada pelo complexo santista, que fechou o ano passado com 114 milhões de toneladas, no prazo determinado.
Entre os terrenos apontados no estudo, estão aqueles hoje ocupados pelas favelas de Prainha e Conceiçãozinha, ambas na Margem Esquerda (Guarujá). O levantamento considera que, nesses locais, é viável a operação de granéis sólidos vegetais ou minerais e até contêineres. Os investimentos poderão ir de US$ 188 milhões a US$ 365 milhões, de acordo com a carga selecionada.
N/A
O terreno de Prainha, em Guarujá, foi um dos identificados para receber terminais de granéis ou contêineres
O masterplan também indicou a implantação de um terminal na região do Itapema, em Guarujá. As opções de cargas para operação na área são granéis sólidos vegetais ou minerais. O custo dessa instalação será de US$ 210 milhões, para movimentar 13,7 milhões de toneladas por ano, na primeira condição. Na segunda, serão US$ 261 milhões para operar 7 milhões de toneladas anuais.
De acordo com o plano, investidores também terão disponibilidade de áreas na Alemoa. Nessa região do estuário, será possível ter um terminal para movimentar anualmente 1 milhão de TEUs (unidade equivalente a um contêiner de 20 pés), com recursos de US$ 650 milhões, e outro para 1,6 milhão de toneladas, por US$ 345 milhões.
BARNABÉ-BAGRES
Terminais nas proximidades das ilhas Barnabé e Bagres (Área Continental de Santos) também foram propostos no estudo de expansão. O primeiro fica ao fundo da Ilha Barnabé. A unidade poderá movimentar 4,2 milhões de toneladas de granéis minerais por ano, a partir de um investimento de US$ 285 milhões, ou 25 milhões de toneladas de granéis vegetais, ao custo de US$ 350 milhões.
Já na Ilha dos Bagres, a proposta é de um terminal para 1,9 milhão de TEUs anuais, orçado em US$ 575 milhões. Porém, a gleba também poderá ser ocupada por estaleiros navais e instalações de apoio à cadeia de exploração de petróleo e gás.

O debate sobre a ampliação do Porto de Santos, a ser iniciado neste mês pela Secretaria de Portos, não começará do zero. O plano de expansão do complexo marítimo – o masterplan (plano-mestre, em inglês), elaborado em 2010 pelo Consórcio Louis Berger- Internave – identifica seis áreas para a implantação de novos terminais portuários e o atendimento das demandas futuras do complexo.

Essas instalações serão necessárias para escoar as 229,73 milhões de toneladas previstas para serem movimentadas pelo Porto até 2024, em um cenário otimista. Para a Companhia Docas do Estado de São Paulo (Codesp, a Autoridade Portuária), a marca será alcançada pelo complexo santista, que fechou o ano passado com 114 milhões de toneladas, no prazo determinado.

Entre os terrenos apontados no estudo, estão aqueles hoje ocupados pelas favelas de Prainha e Conceiçãozinha, ambas na Margem Esquerda (Guarujá). O levantamento considera que, nesses locais, é viável a operação de granéis sólidos vegetais ou minerais e até contêineres. Os investimentos poderão ir de US$ 188 milhões a US$ 365 milhões, de acordo com a carga selecionada.

N/AO terreno de Prainha, em Guarujá, foi um dos identificados para receber terminais de granéis ou contêineresO masterplan também indicou a implantação de um terminal na região do Itapema, em Guarujá. As opções de cargas para operação na área são granéis sólidos vegetais ou minerais. O custo dessa instalação será de US$ 210 milhões, para movimentar 13,7 milhões de toneladas por ano, na primeira condição. Na segunda, serão US$ 261 milhões para operar 7 milhões de toneladas anuais.

De acordo com o plano, investidores também terão disponibilidade de áreas na Alemoa. Nessa região do estuário, será possível ter um terminal para movimentar anualmente 1 milhão de TEUs (unidade equivalente a um contêiner de 20 pés), com recursos de US$ 650 milhões, e outro para 1,6 milhão de toneladas, por US$ 345 milhões.

BARNABÉ-BAGRES

Terminais nas proximidades das ilhas Barnabé e Bagres (Área Continental de Santos) também foram propostos no estudo de expansão. O primeiro fica ao fundo da Ilha Barnabé. A unidade poderá movimentar 4,2 milhões de toneladas de granéis minerais por ano, a partir de um investimento de US$ 285 milhões, ou 25 milhões de toneladas de granéis vegetais, ao custo de US$ 350 milhões.

Já na Ilha dos Bagres, a proposta é de um terminal para 1,9 milhão de TEUs anuais, orçado em US$ 575 milhões. Porém, a gleba também poderá ser ocupada por estaleiros navais e instalações de apoio à cadeia de exploração de petróleo e gás.

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