OTC 2022

Potencial competitivo dos campos do pré-sal é apresentado durante a OTC 2022

Diretor de Relacionamento Institucional e Sustentabilidade, Rafael Chaves, destacou a importância do pré-sal para o futuro da indústria de óleo e gás, em evento realizado na Offshore Technology Conference (OTC 2022), em Houston

Redação TN Petróleo, Agência Petrobras
03/05/2022 08:30
Potencial competitivo dos campos do pré-sal é apresentado durante a OTC 2022 Imagem: Agência Petrobras Visualizações: 2133

No primeiro dia (02/05) da Offshore Technology Conference (OTC), realizada em Houston, Texas, o diretor de Relacionamento Institucional e Sustentabilidade da Petrobras, Rafael Chaves, destacou o potencial competitivo dos campos do pré-sal, que estão entre os que produzem com menor emissão por barril no mundo. O diretor participou de uma coletiva organizada pela ApexBrasil, Agência Brasileira de Promoção do Comércio e Investimento, em parceria com a Petrobras, a Agência Brasileira de Pesquisa Energética (EPE), o Instituto Brasileiro do Petróleo e Gás (IBP), a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), e a Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (FIRJAN), para destacar as oportunidades de investimentos e a crescente liderança do país no setor de óleo e gás. 

“O futuro da indústria de óleo e gás já começou com os investimentos no pré-sal caracterizados pela menor emissão de carbono por volume produzido. Se não entregarmos um barril com óleo produzido no pré-sal, com baixa emissão, outro barril será entregue com emissão, em média, 70% maior”, afirmou. De acordo com Rafael, o mundo vai continuar demandando óleo e gás no futuro e a produção do pré-sal poderá atender mesmo no longo prazo, com um a produção de baixo custo e baixa emissão de carbono, ressaltou.  

O diretor também reforçou que o Brasil tem potencial para investir na capacidade de ofertar gás e energia para viabilizar a elevada participação de renováveis na matriz elétrica brasileira. “A energia renovável corresponde a 85% de participação em nossa matriz de eletricidade. O gás é uma forma de tornar a geração de eletricidade com elevada participação de renováveis e ao mesmo tempo confiável, sem intermitência”, afirmou. 

Em relação à matriz de transporte brasileira, o diretor destacou que os biocombustíveis têm 25% de participação no segmento, reforçando que tanto o óleo quanto o combustível renovável são aliados numa transição gradual para uma economia de baixo carbono. “Temos várias oportunidades e estamos abertos a investidores que têm visão e acreditam que Brasil pode conduzir a transição energética com segurança atuando junto ao mercado de energia”, concluiu Rafael. 

Próximas palestras

Nesta terça-feira (3/05), às 9h (hora local), o gerente executivo de Estratégia da Petrobras, Eduardo Bordieri, fará a apresentação “The Campos Basin case: unlocking value from mature offshore Brazilian assets”, com foco sobre os investimentos programados pela companhia para a Bacia de Campos, um dos maiores complexos petrolíferos em águas profundas do mundo. Em seguida, às 14h(hora local), é a vez do Diretor de Relacionamento Institucional e Sustentabilidade, Rafael Chaves, participar do painel “Accelerating the Energy Transition: Highlighting Developments in Brazil and Argentina” em que destacará a relevância do petróleo e gás de baixo carbono para a redução de emissões.

Também no dia 3/05, às 14h (hora local), os desafios para reduzir emissões operacionais de CO2 serão o tema do painel “Shifting to a low carbon offshore industry”, com participação do Diretor de Desenvolvimento da Produção da Petrobras, João Henrique Rittershaussen, além de executivos BP, Equinor, Schlumberger e IHSMarkit.  No dia 4/05, às 9h (hora local), Bordieri participará da Bratecc Offshore Breakfast 2021, evento paralelo à OTC, com a palestra “Petrobras Perspectives on O&G Double Resilience”, em que destacará a estratégia da empresa de focar em ativos localizados em águas profundas e ultraprofundas com dupla resiliência: tanto ambiental quanto econômica.

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