Pré-Sal

PPSA e Shell negociam sobre reserva que extrapola concessão

A negociação deve ser concluída ainda neste ano.

Redação TN
30/01/2014 14:26
PPSA e Shell negociam sobre reserva que extrapola concessão Imagem: Oswaldo Pedrosa, presidente da PPSA. Divulgação Visualizações: 1241

 

Pré-Sal
PPSA e Shell negociam sobre reserva que extrapola concessão
A Pré-Sal Petróleo (PPSA), estatal que representa os interesses da União na 
exploração do pré-sal, já iniciou conversas com a Shell para negociação dos 
limites de exploração de uma reserva (bloco BM-S-54) encontrada na área da 
Bacia de Santos. A afirmação foi dada na manhã desta quinta-feira (30) por 
Oswaldo Pedrosa, presidente da PPSA. O executivo participou do evento 'Café 
com Energia' promovido pela Organização Nacional da Indústria do Petróleo (Onip) 
hoje no Rio.
De acordo com Pedrosa, o acordo de individualização da produção da área prevê 
que o reservatório seja único - com um único operador. Entretanto, se houver um 
acordo, o operador poderá ser a Shell, que terá o direito de perfurar também na 
área não licitada pertencente à União para encontrar a melhor maneira de explorar 
o reservatório
"Com o acordo, o governo evita que o consórcio liderado pela Shell extraia um 
petróleo que não é dela sem pagar por isso. Devemos concluir as negociações 
ainda neste ano", explicou lembrando que o acordo de unitização também passa 
pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) e o 
Ministério de Minas e Energia (MME). 
O presidente da PPSA disse ainda que as outras alternativas (previstas em lei), 
caso não ocorra esse acordo com a Shell, podem ser: licitar a reserva novamente 
ou repassá-la para a Petrobras. Segundo ele todos os concessionários de óleo e 
gás da Bacia de Campos e Santos deverão passar por essa situação ainda. 
Contratações de funcionários iniciadas
A PPSA informou hoje que já tem autorização para contratar 14 funcionários e deve 
chegar ao fim do ano com 30 empregados. Conforme indicado no estatuto de 
criação da PPSA terá que contratar parte de seus funcionários através de concurso 
público. Entretanto a estatal não iniciar as contratações de concursados este ano.
A PPSA tem sede e foro em Brasília, mas recentemente abriu um escritório central 
na Rua Visconde de Inhaúma, no centro do Rio de Janeiro. 
Também participaram do encontro hoje os diretores da PPSA: Edson Yoshihito 
Nakagawa, diretor técnico de fiscalização; Renato Marcos Darros de Matos, diretor 
de gestão de contratos; e Antonio Cláudio Pereira da Silva, diretor de 
administração, controle e finanças.

A Pré-Sal Petróleo (PPSA), estatal que representa os interesses da União na exploração do pré-sal, já iniciou conversas com a Shell para negociação dos limites de exploração de uma reserva (bloco BM-S-54) encontrada na área da Bacia de Santos. A afirmação foi dada na manhã desta quinta-feira (30) por Oswaldo Pedrosa, presidente da PPSA. O executivo participou do evento 'Café com Energia' promovido pela Organização Nacional da Indústria do Petróleo (Onip).

De acordo com Pedrosa, o acordo de individualização da produção da área prevê que o reservatório seja único - com um único operador. Entretanto, se houver um acordo, o operador poderá ser a Shell, que terá o direito de perfurar também na área não licitada pertencente à União para encontrar a melhor maneira de explorar o reservatório.

"Com o acordo, o governo evita que o consórcio liderado pela Shell extraia um petróleo que não é dela sem pagar por isso. Devemos concluir as negociações ainda neste ano", explicou lembrando que o acordo de unitização também passa pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) e o Ministério de Minas e Energia (MME). 

O presidente da PPSA disse ainda que as outras alternativas (previstas em lei), caso não ocorra esse acordo com a Shell, podem ser: licitar a reserva novamente ou repassá-la para a Petrobras. Segundo ele todos os concessionários de óleo e gás da Bacia de Campos e Santos deverão passar por essa situação ainda. 

Contratações de funcionários iniciadas

A PPSA informou que já tem autorização para contratar 14 funcionários e deve chegar ao fim do ano com 30 empregados. Conforme indicado no estatuto de sua criação, a PPSA terá que contratar parte de seus funcionários através de concurso público. Entretanto a estatal não vai iniciar as contratações dos 150 concursados este ano. "Os concursos públicos ainda não têm data definida, mas mesmo que ocorram nesse em 2014, não haveria tempo hábil para contratarmos os servidores nese ano", disse.

Em 2014, portanto, a empresa funcionará somente com funcionários contratados. Até o momento, apenas a diretoria da empresa está constituída. A PPSA tem sede e foro em Brasília, mas recentemente abriu um escritório central na Rua Visconde de Inhaúma, no centro do Rio de Janeiro. 

Também participaram do encontro hoje os diretores da PPSA: Edson Yoshihito Nakagawa, diretor técnico de fiscalização; Renato Marcos Darros de Matos, diretor de gestão de contratos; e Antonio Cláudio Pereira da Silva, diretor de administração, controle e finanças.

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