Indústria

Produção industrial no país cai 2% em setembro, de acordo com IBGE

G1
01/11/2011 09:44
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A produção industrial brasileira caiu 2% em setembro, na comparação com o mês anterior, com ajuste sazonal, segundo pesquisa divulgada nesta terça-feira (1º) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Em agosto, a taxa havia recuado 0,1% e, em julho, subido 0,3% (dados revisados).

Em relação ao mesmo período de 2010, a indústria mostrou queda de 1,6% , a menor marca desde abril (-1,7%) e, no acumulado no ano, o índice tem alta de 1,1%.

"O resultado de setembro acentuou a redução no ritmo da atividade fabril, após ficar praticamente estável nos dois últimos meses. Esse movimento se deu de forma generalizada", disse o IBGE, por meio de nota.
Entre os 27 ramos da indústria pesquisados pelo IBGE, 16 tiveram queda, com destaque partindo de veículos automotores (-11%), "pressionado em grande parte pela concessão de férias coletivas que atingiu várias empresas do setor". Também apresentaram quedas expressivas os setores de produtos do fumo (-30,6%), material eletrônico, aparelhos e equipamentos de comunicações (-13,6%), máquinas e equipamentos (-4,1%), edição e impressão (-5,0%), máquinas, aparelhos e materiais elétricos (-6,0%) e outros equipamentos de transporte (-4,5%).

Entre as atividades que aumentaram a produção, os maiores destaques partiram de alimentos (3,3%), outros produtos químicos (4,2%), máquinas para escritório e equipamentos de informática (9,6%) e refino de petróleo e produção de álcool (2,1%).

Ainda em relação com agosto, entre as categorias de uso, tiveram queda bens de consumo duráveis (-9,0%) e bens de capital (-5,5%) . O segmento de bens de consumo semi e não duráveis também mostrou queda na produção (-1,3%). O setor produtor de bens intermediários repetiu o patamar do mês anterior (0,0%).


Comparação anual

Na comparação com setembro de 2010, a produção industrial mostrou queda em 14 dos 27 ramos pesquisados, com maiores influências partindo de veículos automotores (-6,4%), farmacêutica (-14,8%), têxtil (-16,7%), edição e impressão (-8,4%), máquinas, aparelhos e materiais elétricos (-9,6%), vestuário e acessórios (-11,9%) e calçados e artigos de couro (-10,8%).

Na contram]ao, os impactos positivos partiram de alimentos (3,3%), refino de petróleo e produção de álcool (3,8%), bebidas (4,7%) e máquinas para escritório e equipamentos de informática (8,9%).
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