Navegação

Represa Taquaruçu recebe sinalização náutica

Trecho entre Pirapozinho (SP) e Santo Inácio (PR) e ganhou 18 placas alertando para a existência de ponte submersa.

Redação TN/ Ascom Duke Energy
17/03/2014 13:22
Visualizações: 2067

 

Quem navega pelo reservatório da hidrelétrica Taquaruçu, no Rio Paranapanema, agora conta com sinalização alertando para a existência de uma estrutura submersa, resquícios de uma ponte que fazia a ligação entre Pirapozinho e o município paranaense de Santo Inácio, e que ficou debaixo d’água quando a represa foi formada, no final da década de 1980. No local, foram colocadas 18 placas, sendo 14 avisos de “perigo isolado” e quatro delas delimitando o canal de navegação a ser utilizado. As placas de perigo foram instaladas em duas linhas, paralelas ao guarda-corpo da antiga estrutura, de modo que quem sobe ou desce o rio tem um aviso a cada 25 metros. Para maior segurança, na parte traseira das placas foram instaladas fitas reflexivas.
 
Segunda mais importante hidrelétrica do Rio Paranapanema em capacidade de geração, com 525 MW de potência, a usina Taquaruçu foi finalizada em 1989 e inaugurada em 1992, pela Cesp. Na ocasião do enchimento do lago, houve a demolição do corpo central da ponte, para não interromper a navegação, mas restaram partes laterais da estrutura. Em 1999, a usina foi privatizada e está sob a concessão da Duke Energy, que implantou a sinalização atendendo solicitação da Delegacia Fluvial de Presidente Epitácio, autoridade naval competente neste trecho do Rio Paranapanema.
 
No passado, a companhia concessionária já havia sinalizado essa área – que é próxima à atual ponte que faz a ligação entre Santo Inácio e Pirapozinho – utilizando boias. No entanto, esses equipamentos foram subtraídos. “É importante que os usuários do reservatório preservem as placas agora colocadas, pois essa sinalização tem um objetivo preventivo, de evitar possíveis acidentes”, alerta o capitão de corveta da Delegacia Fluvial de Presidente Epitácio, comandante Marcelo da Silva Sibelino. “Inclusive os danos causados aos sinais náuticos sujeita o causador a repará-lo ou indenizar as despesas de quem executa o reparo, independentemente das penalidades previstas, de acordo com o Art. 23, inciso 5, do Decreto 2596/98 [Regulamento da Lei de Segurança do Tráfego Aquaviário]”, ressalta.
Profundidade
A usina Taquaruçu possui um reservatório do tipo fio d’água. Isso significa que o volume de água que chega ao represamento é praticamente o mesmo que sai, de forma que o nível oscila pouco, diferentemente dos reservatórios de acumulação, como o da usina Capivara, cujo nível pode variar até 13 metros. Assim, as partes restantes da ponte submersa em Taquaruçu mantêm-se praticamente à mesma profundidade em relação à superfície da água, em torno de 95 centímetros.

Quem navega pelo reservatório da hidrelétrica Taquaruçu, no Rio Paranapanema, agora conta com sinalização alertando para a existência de uma estrutura submersa, resquícios de uma ponte que fazia a ligação entre Pirapozinho e o município paranaense de Santo Inácio, e que ficou debaixo d’água quando a represa foi formada, no final da década de 1980. No local, foram colocadas 18 placas, sendo 14 avisos de “perigo isolado” e quatro delas delimitando o canal de navegação a ser utilizado. As placas de perigo foram instaladas em duas linhas, paralelas ao guarda-corpo da antiga estrutura, de modo que quem sobe ou desce o rio tem um aviso a cada 25 metros. Para maior segurança, na parte traseira das placas foram instaladas fitas reflexivas.

Segunda mais importante hidrelétrica do Rio Paranapanema em capacidade de geração, com 525 MW de potência, a usina Taquaruçu foi finalizada em 1989 e inaugurada em 1992, pela Cesp. Na ocasião do enchimento do lago, houve a demolição do corpo central da ponte, para não interromper a navegação, mas restaram partes laterais da estrutura. Em 1999, a usina foi privatizada e está sob a concessão da Duke Energy, que implantou a sinalização atendendo solicitação da Delegacia Fluvial de Presidente Epitácio, autoridade naval competente neste trecho do Rio Paranapanema.

No passado, a companhia concessionária já havia sinalizado essa área – que é próxima à atual ponte que faz a ligação entre Santo Inácio e Pirapozinho – utilizando boias. No entanto, esses equipamentos foram subtraídos. “É importante que os usuários do reservatório preservem as placas agora colocadas, pois essa sinalização tem um objetivo preventivo, de evitar possíveis acidentes”, alerta o capitão de corveta da Delegacia Fluvial de Presidente Epitácio, comandante Marcelo da Silva Sibelino. “Inclusive os danos causados aos sinais náuticos sujeita o causador a repará-lo ou indenizar as despesas de quem executa o reparo, independentemente das penalidades previstas, de acordo com o Art. 23, inciso 5, do Decreto 2596/98 [Regulamento da Lei de Segurança do Tráfego Aquaviário]”, ressalta.

Profundidade

A usina Taquaruçu possui um reservatório do tipo fio d’água. Isso significa que o volume de água que chega ao represamento é praticamente o mesmo que sai, de forma que o nível oscila pouco, diferentemente dos reservatórios de acumulação, como o da usina Capivara, cujo nível pode variar até 13 metros. Assim, as partes restantes da ponte submersa em Taquaruçu mantêm-se praticamente à mesma profundidade em relação à superfície da água, em torno de 95 centímetros.

 

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