Evento

SAE Brasil debate polo naval em Porto Alegre

Encontro será realizado no dia 24 de abril, na Fiergs.

Redação TN/ Ascom SAE Brasil
15/04/2014 12:46
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Com o objetivo de evidenciar as potencialidades e perspectivas do Polo Naval, de Óleo e Gás do Rio Grande do Sul e do Brasil, será realizado em Porto Alegre o Simpósio SAE Brasil da Indústria Naval, Óleo e Gás 2014. O encontro acontece no dia 24 de abril na sede da Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul (Fiergs - avenida Assis Brasil, n° 8.787). 
Realizado pela Seção Porto Alegre da SAE Brasil, o simpósio mostrará os requerimentos tecnológicos de produto e processo para estes segmentos e discutirá qual a metodologia para o desenvolvimento de fornecedores da cadeia. “Este tema será abordado de forma inédita na Seção Porto Alegre deverá reunir os profissionais da área para a disseminação do conhecimento, troca de experiências e networking”, explica Lourival Stange, chairperson do encontro.
Segundo Stange, o Polo Naval gaúcho está inserido num grande programa do governo federal que é a exploração do pré-sal e levará ao Estado investimento de mais de R$ 15 bilhões. “É um investimento gigantesco, por isso é um assunto muito pertinente de discussão, pois uma obra desse tamanho causa grande impacto na região”, afirma. 
O Rio Grande do Sul possui três polos navais: do Jacuí, Rio Grande e Guaíba, que juntos geram 18,9 mil empregos e quase R$ 8 bilhões em encomendas. “Dentro desse cenário é muito importante discutirmos o quanto essas instalações serão sustentáveis no Estado”, aponta Stange. 
Tecnologia - Com a instalação do polo uma discussão que o simpósio responderá é se a indústria local está preparada para atender às demandas que surgem com a chegada de inúmeras empresas ao Estado. Segundo Stange, o polo já traz muitas oportunidades de crescimento econômico para o Estado gaúcho. 
Mão de obra – Outra questão será a formação da mão de obra. Para o executivo, o investimento na criação de cursos para instruir os trabalhadores que irão atuar nesse mercado é primordial e vai ajudar no sucesso dos projetos. “Podemos destacar a forte adesão de 13 universidades, especialmente a Unisinos com seu polo tecnológico e a UFRGS com seu laboratório de Metalurgia Física. Além disso, o Estado conta com 15 centros de educação tecnológica”, pontua. 
Programação – Esta primeira edição do simpósio tem a função de ajudar o mercado a se organizar e entender qual a necessidade do setor. Por isso, três painéis irão discutir a estratégia do polo, a demanda por novos desenvolvimentos e a oferta do mercado para atender as empresas.
Com o tema “A estratégia: oportunidades do polo naval do Rio Grande do Sul e sua inserção no contexto brasileiro”, o painel abordará o motivo da implantação do polo com a participação de formadores de opinião da região que irão discutir todas as vertentes desse setor, as vantagens de ter esse polo e qual a melhor forma de torná-lo sustentável. 
O segundo painel - "A demanda: tecnologia, produtos e P&D” - discutirá o desenvolvimento do setor com a participação da Petrobras e das universidades. E o último painel, “A oferta: requerimentos de fornecimento, estrutura de produção e tecnologia”, abordará a situação de fornecimento de tecnologia para o setor. 
“Neste último painel teremos a apresentação de uma empresa fornecedora do setor naval que nasceu como fábrica de móveis e hoje, depois do aprendizado naval e o desenvolvimento de tecnologia fornece para a construção civil rivalizando com empresas mundiais na construção civil”, diz Stange. 
“A Seção Porto Alegre da SAE Brasil tem forte tradição com eventos tecnológicos ligados a importantes cadeias produtivas da região como a indústria automotiva, máquinas agrícolas e equipamentos para construção de rodovias, e agora também iremos abordar esta nova vocação que se desenvolve no Rio Grande do Sul, a indústria naval, um dos modais da engenharia da mobilidade”, acrescenta Daniel Zacher, diretor da Seção Porto Alegre. 
“Acreditamos que os objetivos finais do desenvolvimento científico e tecnológico são pautados e delimitados pelas realidades econômica, social e política. Daí os simpósios da SAE Brasil oferecerem oportunidades para debates técnicos conectados com as demandas da sociedade”, afirma o engenheiro Ricardo Reimer, presidente da SAE Brasil.

Com o objetivo de evidenciar as potencialidades e perspectivas do Polo Naval, de Óleo e Gás do Rio Grande do Sul e do Brasil, será realizado em Porto Alegre o Simpósio SAE Brasil da Indústria Naval, Óleo e Gás 2014. O encontro acontece no dia 24 de abril na sede da Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul (Fiergs - avenida Assis Brasil, n° 8.787). 

Realizado pela Seção Porto Alegre da SAE Brasil, o simpósio mostrará os requerimentos tecnológicos de produto e processo para estes segmentos e discutirá qual a metodologia para o desenvolvimento de fornecedores da cadeia. “Este tema será abordado de forma inédita na Seção Porto Alegre deverá reunir os profissionais da área para a disseminação do conhecimento, troca de experiências e networking”, explica Lourival Stange, chairperson do encontro.

Segundo Stange, o Polo Naval gaúcho está inserido num grande programa do governo federal que é a exploração do pré-sal e levará ao Estado investimento de mais de R$ 15 bilhões. “É um investimento gigantesco, por isso é um assunto muito pertinente de discussão, pois uma obra desse tamanho causa grande impacto na região”, afirma. 

O Rio Grande do Sul possui três polos navais: do Jacuí, Rio Grande e Guaíba, que juntos geram 18,9 mil empregos e quase R$ 8 bilhões em encomendas. “Dentro desse cenário é muito importante discutirmos o quanto essas instalações serão sustentáveis no Estado”, aponta Stange. 

Tecnologia - Com a instalação do polo uma discussão que o simpósio responderá é se a indústria local está preparada para atender às demandas que surgem com a chegada de inúmeras empresas ao Estado. Segundo Stange, o polo já traz muitas oportunidades de crescimento econômico para o Estado gaúcho. 

Mão de obra – Outra questão será a formação da mão de obra. Para o executivo, o investimento na criação de cursos para instruir os trabalhadores que irão atuar nesse mercado é primordial e vai ajudar no sucesso dos projetos. “Podemos destacar a forte adesão de 13 universidades, especialmente a Unisinos com seu polo tecnológico e a UFRGS com seu laboratório de Metalurgia Física. Além disso, o Estado conta com 15 centros de educação tecnológica”, pontua. 

Programação – Esta primeira edição do simpósio tem a função de ajudar o mercado a se organizar e entender qual a necessidade do setor. Por isso, três painéis irão discutir a estratégia do polo, a demanda por novos desenvolvimentos e a oferta do mercado para atender as empresas.

Com o tema “A estratégia: oportunidades do polo naval do Rio Grande do Sul e sua inserção no contexto brasileiro”, o painel abordará o motivo da implantação do polo com a participação de formadores de opinião da região que irão discutir todas as vertentes desse setor, as vantagens de ter esse polo e qual a melhor forma de torná-lo sustentável. 

O segundo painel - "A demanda: tecnologia, produtos e P&D” - discutirá o desenvolvimento do setor com a participação da Petrobras e das universidades. E o último painel, “A oferta: requerimentos de fornecimento, estrutura de produção e tecnologia”, abordará a situação de fornecimento de tecnologia para o setor. 

“Neste último painel teremos a apresentação de uma empresa fornecedora do setor naval que nasceu como fábrica de móveis e hoje, depois do aprendizado naval e o desenvolvimento de tecnologia fornece para a construção civil rivalizando com empresas mundiais na construção civil”, diz Stange. 

“A Seção Porto Alegre da SAE Brasil tem forte tradição com eventos tecnológicos ligados a importantes cadeias produtivas da região como a indústria automotiva, máquinas agrícolas e equipamentos para construção de rodovias, e agora também iremos abordar esta nova vocação que se desenvolve no Rio Grande do Sul, a indústria naval, um dos modais da engenharia da mobilidade”, acrescenta Daniel Zacher, diretor da Seção Porto Alegre. 

“Acreditamos que os objetivos finais do desenvolvimento científico e tecnológico são pautados e delimitados pelas realidades econômica, social e política. Daí os simpósios da SAE Brasil oferecerem oportunidades para debates técnicos conectados com as demandas da sociedade”, afirma o engenheiro Ricardo Reimer, presidente da SAE Brasil.

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