Negócios

Siemens mantém aposta em geração eólica

E terá fábrica de aerogeradores no Brasil.

Valor Econômico
07/10/2013 15:56
Visualizações: 1019

 

A implantação da fábrica de aerogeradores da alemã Siemens no Brasil, planejada há pelo menos três anos, depende apenas da definição do modelo de equipamento que será fabricado no país. A empresa já chegou à conclusão de que o mercado brasileiro tem condições de comportar a nova unidade e agora estuda qual a melhor alternativa tecnológica para atender as novas condições para financiamento de parques eólicos estabelecidas pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).
"Não existe dúvida sobre o tamanho do mercado, a questão é qual tecnologia", afirmou o gerente de estratégia e comunicação do setor de energia da Siemens, Felipe Ferres. Ele ressalvou que localização, o tamanho e o prazo de implantação da fábrica só serão definidos após a decisão sobre o equipamento a ser fabricado, mas admitiu que a empresa pretende estar "preparada" para os leilões de energia eólica do ano que vem.
Aprovadas há quase um ano, em dezembro do ano passado, as novas regras para financiamento pelo BNDES exigem a montagem da nacele (cabina onde fica o gerador) em unidade própria dos fabricantes no Brasil e o aumento gradual do nível de nacionalização de outros componentes das torres eólicas.
Os dois tipos de aerogeradores são o "gear box", que inclui a caixa multiplicadora de velocidade, e o "direct drive", sem este mecanismo. O primeiro modelo já é vendido pela empresa no Brasil, com a nacele importada da Dinamarca e componentes como pás, torres e cubos produzidos localmente.
Segundo Ferres, a Siemens vai fornecer 205 equipamentos para 18 parques eólicos no Nordeste nos próximos 12 meses, com potência total de 470 megawatts (MW). De acordo com ele, a expectativa é que a participação da geração eólica alcance 6,8% da matriz energética brasileira em 2016, ante 1,6% no ano passado.

A implantação da fábrica de aerogeradores da alemã Siemens no Brasil, planejada há pelo menos três anos, depende apenas da definição do modelo de equipamento que será fabricado no país. A empresa já chegou à conclusão de que o mercado brasileiro tem condições de comportar a nova unidade e agora estuda qual a melhor alternativa tecnológica para atender as novas condições para financiamento de parques eólicos estabelecidas pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).


"Não existe dúvida sobre o tamanho do mercado, a questão é qual tecnologia", afirmou o gerente de estratégia e comunicação do setor de energia da Siemens, Felipe Ferres. Ele ressalvou que localização, o tamanho e o prazo de implantação da fábrica só serão definidos após a decisão sobre o equipamento a ser fabricado, mas admitiu que a empresa pretende estar "preparada" para os leilões de energia eólica do ano que vem.


Aprovadas há quase um ano, em dezembro do ano passado, as novas regras para financiamento pelo BNDES exigem a montagem da nacele (cabina onde fica o gerador) em unidade própria dos fabricantes no Brasil e o aumento gradual do nível de nacionalização de outros componentes das torres eólicas.


Os dois tipos de aerogeradores são o "gear box", que inclui a caixa multiplicadora de velocidade, e o "direct drive", sem este mecanismo. O primeiro modelo já é vendido pela empresa no Brasil, com a nacele importada da Dinamarca e componentes como pás, torres e cubos produzidos localmente.


Segundo Ferres, a Siemens vai fornecer 205 equipamentos para 18 parques eólicos no Nordeste nos próximos 12 meses, com potência total de 470 megawatts (MW). De acordo com ele, a expectativa é que a participação da geração eólica alcance 6,8% da matriz energética brasileira em 2016, ante 1,6% no ano passado.

 

Mais Lidas De Hoje
veja Também
Conteúdo Local
ANP abre consulta prévia sobre regras de preferência a f...
15/05/26
Etanol
Alteração de normas sobre comercialização de etanol anid...
15/05/26
Descomissionamento
ANP aprova realização de consulta e audiência públicas p...
15/05/26
Resultado
Vallourec registra alta eficiência operacional no Brasil...
15/05/26
Energia Elétrica
Encontro das Indústrias do Setor Elétrico reúne mais de ...
15/05/26
Apoio Marítimo
Wilson Sons lança novo rebocador para operar no Porto de...
14/05/26
Hidrogênio
ANP e OCDE realizam wokshop sobre gerenciamento de risco...
14/05/26
Pré-Sal
Campo de Mero, no pré-sal da Bacia de Santos, recebe tec...
13/05/26
Resultado
No primeiro trimestre de 2026 Petrobras registra lucro l...
13/05/26
Biometano
CNPE fixa meta inicial de 0,5% para biometano no gás nat...
13/05/26
Mão de Obra
Setor de Óleo & Gás enfrenta apagão de talentos diante d...
13/05/26
Evento
"Mato Grosso vai se tornar a Califórnia brasileira", diz...
13/05/26
Evento
Tauil & Chequer Advogados associado a Mayer Brown realiz...
13/05/26
Combustíveis
ANP fará consulta e audiência públicas sobre serviço de ...
12/05/26
Evento
IBP promove evento em São Paulo para debater futuro da e...
12/05/26
Internacional
Nos Estados Unidos, Firjan participa do Brasil-U.S. Indu...
12/05/26
Pessoas
MODEC anuncia Yosuke Kosugi como novo CEO no Brasil
11/05/26
BOGE 2026
John Crane oferece manutenção preditiva por meio de solu...
11/05/26
Gás Natural
Compass realiza IPO na B3
11/05/26
Crise
Estreito de Ormuz, sustentabilidade e arbitragem serão d...
11/05/26
Indústria Naval
Ghenova lidera engenharia dos navios gaseiros da Ecovix ...
11/05/26
VEJA MAIS
Newsletter TN

Fale Conosco

Utilizamos cookies para garantir que você tenha a melhor experiência em nosso site. Se você continuar a usar este site, assumiremos que você concorda com a nossa política de privacidade, termos de uso e cookies.

23