Petrobras

Tecnologia desenvolvida pela Petrobras impulsiona produção no pré-sal

Agência Petrobras
28/08/2014 17:37
Tecnologia desenvolvida pela Petrobras impulsiona produção no pré-sal Imagem: Divulgação Cenpes. Visualizações: 854

 

A Petrobras ganhou um aliado de peso para acelerar e aumentar a produção no pré-sal. Trata-se das Boias de Sustentação de Risers (BSRs) ou boias flutuantes, tecnologia que permite instalar de forma segura os dutos que transportam o petróleo do poço, no leito marinho, até as plataformas, na superfície da água. A boia tem dez metros de altura, 40 metros de largura e 52 metros de comprimento, o que equivale a aproximadamente metade de um campo de futebol.
Com as boias, o sistema de transporte de petróleo fica mais protegido das ondas e das fortes correntes marítimas, comum na Bacia de Santos, área do pré-sal. Isso porque as boias trazem uma maior estabilidade para o sistema de produção e permitem que a Petrobras comece a instalar os equipamentos submarinos antes mesmo da chegada da plataforma ao local de produção. O conceito da BSR começou a ser desenvolvido na década de 90 com o objetivo de minimizar a transferência dos movimentos das plataformas para os risers de produção.
Quatro boias já foram instaladas na Bacia de Santos, sendo duas no FPSO (plataforma que produz, armazena e transfere petróleo, na sigla em inglês) Cidade de São Paulo, instalado no campo de Sapinhoá, e as outras duas no FPSO Cidade de Paraty, na área nordeste do campo de Lula.  Três novos poços produtores no FPSO Cidade de São Paulo já foram interligados após a conclusão da instalação das BSRs e atualmente a produção total da plataforma é de 120 mil barris diários de petróleo (capacidade máxima da plataforma) com quatro poços produtores.
No FPSO Cidade de Paraty, já foram interligados dois novos poços produtores, após a conclusão da instalação das boias de sustentação e atualmente a produção total da plataforma é de 95 mil barris diários de petróleo, com três poços produtores. Nas próximas semanas, será interligado mais um poço produtor, o que permitirá alcançar a capacidade máxima de produção da plataforma, de 120 mil barris diários. A produção no pré-sal já atingiu o recorde de 546 mil barris de petróleo por dia em 13 de julho deste ano.

A Petrobras ganhou um aliado de peso para acelerar e aumentar a produção no pré-sal. Trata-se das Boias de Sustentação de Risers (BSRs) ou boias flutuantes, tecnologia que permite instalar de forma segura os dutos que transportam o petróleo do poço, no leito marinho, até as plataformas, na superfície da água.

A boia tem dez metros de altura, 40 metros de largura e 52 metros de comprimento, o que equivale a aproximadamente metade de um campo de futebol.

Com as boias, o sistema de transporte de petróleo fica mais protegido das ondas e das fortes correntes marítimas, comum na Bacia de Santos, área do pré-sal.

Isso porque as boias trazem uma maior estabilidade para o sistema de produção e permitem que a Petrobras comece a instalar os equipamentos submarinos antes mesmo da chegada da plataforma ao local de produção.

O conceito da BSR começou a ser desenvolvido na década de 90 com o objetivo de minimizar a transferência dos movimentos das plataformas para os risers de produção.

Quatro boias já foram instaladas na Bacia de Santos, sendo duas no FPSO (plataforma que produz, armazena e transfere petróleo, na sigla em inglês) Cidade de São Paulo, instalado no campo de Sapinhoá, e as outras duas no FPSO Cidade de Paraty, na área nordeste do campo de Lula.

Três novos poços produtores no FPSO Cidade de São Paulo já foram interligados após a conclusão da instalação das BSRs e atualmente a produção total da plataforma é de 120 mil barris diários de petróleo (capacidade máxima da plataforma) com quatro poços produtores.

No FPSO Cidade de Paraty, já foram interligados dois novos poços produtores, após a conclusão da instalação das boias de sustentação e atualmente a produção total da plataforma é de 95 mil barris diários de petróleo, com três poços produtores.

Nas próximas semanas, será interligado mais um poço produtor, o que permitirá alcançar a capacidade máxima de produção da plataforma, de 120 mil barris diários.

A produção no pré-sal já atingiu o recorde de 546 mil barris de petróleo por dia em 13 de julho deste ano.

 

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