Terminais
Redação TN Petróleo/Assessoria Ultracargo
Uma operação de biodiesel iniciada neste ano pela Ultracargo no Terminal de Vila do Conde, em Barcarena (PA), passou a utilizar balsas para transportar um volume equivalente ao de 100 caminhões. Com a mudança, o tempo de descarga caiu de dez para dois dias. O caso resume uma frente que a companhia vem ampliando: buscar ganhos de eficiência na operação enquanto reduz a circulação rodoviária associada ao transporte de cargas.
O reconhecimento, que integra o Ciclo 2026 do Programa Brasileiro GHG Protocol, reforça a consistência da gestão de emissões da Ultracargo, que mantém iniciativas voltadas à transição para uma operação de menor impacto ambiental. A companhia utiliza 100% de energia elétrica renovável e certificada desde 2021 e mantém estudos para substituição de tecnologias e adoção de combustíveis alternativos aos derivados de petróleo. Também investe em soluções logísticas mais eficientes, incluindo o desenvolvimento do modal ferroviário.
O Selo Ouro é a categoria mais alta concedida pelo programa e reconhece a abrangência e a confiabilidade das informações publicadas. Para receber a qualificação, a organização deve contabilizar as fontes de emissão aplicáveis dos Escopos 1 e 2 e submeter o inventário à análise de um Organismo de Verificação de Inventários de Gases de Efeito Estufa acreditado pelo Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro).
A verificação oferece uma base mais segura para acompanhar a evolução das emissões, prestar contas sobre os resultados e discutir oportunidades de melhoria com clientes e parceiros. No Ciclo 2026, 757 organizações publicaram inventários referentes a 2025, número 12% superior ao registrado no ciclo anterior.
A logística e os compromissos ambientais
As decisões sobre modais, tecnologias e combustíveis também são acompanhadas pelo inventário de gases de efeito estufa (GEE) da Ultracargo. O levantamento reúne dados das operações, identifica as principais fontes de emissão e ajuda a definir onde concentrar estudos e iniciativas de redução.
A companhia está alinhada às metas internas de reduzir em 50% a intensidade de emissões (tCO₂/R$ milhões de EBITDA) dos Escopos 1 e 2, tendo 2021 como ano-base. Entre as alternativas em avaliação estão a substituição de tecnologias e o uso de combustíveis menos intensivos em carbono. Desde 2021, toda a energia elétrica utilizada pela Ultracargo conta com certificação de origem renovável pelo padrão internacional I-REC.
"A gestão das emissões está cada vez mais integrada às decisões operacionais. Ao analisarmos os dados ambientais em conjunto com os indicadores da operação conseguimos enxergar melhor onde estão as oportunidades. Isso ajuda a definir prioridades e a avaliar alternativas que tragam eficiência para o negócio e reduzam impactos", afirma Douglas Marques, diretor de Operações da Ultracargo.
A ampliação do uso de ferrovias e hidrovias integra esse mesmo movimento. Além do efeito sobre as emissões associadas ao transporte rodoviário, a combinação entre diferentes modais pode aumentar a capacidade de movimentação, reduzir o tempo de operação e oferecer mais previsibilidade aos clientes.
Sobre a Ultracargo - A Ultracargo avança na oferta de soluções logísticas integradas e é a maior empresa independente de armazenamento de granéis líquidos no Brasil. Movimenta combustíveis, biocombustíveis, químicos, petroquímicos e óleos vegetais, em terminais em quatro regiões brasileiras, e está conectada aos modais rodoviário, ferroviário, hidroviário e dutoviário. Com quase 60 anos de história, faz parte do Ultra, um dos maiores grupos empresariais brasileiros. Para conhecer melhor a Ultracargo, acesse Link.
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