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Aon Brasil prevê aumento da demanda para o setor de seguros

Retomada dos leilões da ANP é um dos principais fatores.

Ascom Aon
08/10/2013 11:41
Visualizações: 1269

 

Com a retomada das licitações da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) e o sucesso da 11ª Rodada de leilões, que aconteceu em maio e teve arrecadação recorde de R$ 2,8 bilhões, um dos segmentos de seguros que mais deve crescer nos próximos anos é o de petróleo e gás. Essa demanda específica já vem crescendo à razão de 10% a 15% ao ano.
“Na primeira rodada do pré-sal, marcada para 21 de outubro, será leiloado o direito de exploração do Campo de Libra. O campo é um gigante na Bacia de Santos, com reservas recuperáveis em oito a 12 bilhões de barris de óleo equivalentes”, afirma Paulo Niemeyer, diretor de Petróleo e Gás da Aon Brasil. “Os desafios logísticos e tecnológicos são muito maiores, já que o sal se comporta como um material viscoso e instável, e a camada de sal pode chegar a dois quilômetros de espessura, o que gera riscos para a operação”.
Na visão de Niemeyer, outra preocupação é em relação aos poços geralmente serem muito distantes da costa, podendo chegar a até 300 quilômetros, o que cria dificuldades em caso de acidentes. “A distância é um fator de risco tanto para a remoção de equipamentos danificados, ou de um profissional que venha a acidentar gravemente, quanto para a contenção de um poço em descontrole e que possa acarretar em uma explosão e vazamento, causando severos impactos ambientais”, complementa.
Diante desse cenário, Paulo Niemeyer acredita que o mercado segurador e ressegurador brasileiro e internacional tem condição de reter os riscos operacionais e financeiros do setor e deve ser cada vez mais acionado na medida em que a indústria cresce. “Os riscos associados as atividades de petróleo e gás podem ser cobertos em uma única apólice de seguro, facilitando o gerenciamento, tornando o risco mais atrativo na visão dos mercados e o valor do prêmio mais competitivo”. Os seguros abrangem toda a cadeia da indústria petrolífera, tanto no upstream (exploração e produção - onshore e offshore), quanto no downstream (refinaria, transporte, distribuição e comercialização).

Com a retomada das licitações da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) e o sucesso da 11ª Rodada de leilões, que aconteceu em maio e teve arrecadação recorde de R$ 2,8 bilhões, um dos segmentos de seguros que mais deve crescer nos próximos anos é o de petróleo e gás. Essa demanda específica já vem crescendo à razão de 10% a 15% ao ano.


“Na primeira rodada do pré-sal, marcada para 21 de outubro, será leiloado o direito de exploração do Campo de Libra. O campo é um gigante na Bacia de Santos, com reservas recuperáveis em oito a 12 bilhões de barris de óleo equivalentes”, afirma Paulo Niemeyer, diretor de Petróleo e Gás da Aon Brasil. “Os desafios logísticos e tecnológicos são muito maiores, já que o sal se comporta como um material viscoso e instável, e a camada de sal pode chegar a dois quilômetros de espessura, o que gera riscos para a operação”.


Na visão de Niemeyer, outra preocupação é em relação aos poços geralmente serem muito distantes da costa, podendo chegar a até 300 quilômetros, o que cria dificuldades em caso de acidentes. “A distância é um fator de risco tanto para a remoção de equipamentos danificados, ou de um profissional que venha a acidentar gravemente, quanto para a contenção de um poço em descontrole e que possa acarretar em uma explosão e vazamento, causando severos impactos ambientais”, complementa.


Diante desse cenário, Paulo Niemeyer acredita que o mercado segurador e ressegurador brasileiro e internacional tem condição de reter os riscos operacionais e financeiros do setor e deve ser cada vez mais acionado na medida em que a indústria cresce. “Os riscos associados as atividades de petróleo e gás podem ser cobertos em uma única apólice de seguro, facilitando o gerenciamento, tornando o risco mais atrativo na visão dos mercados e o valor do prêmio mais competitivo”. Os seguros abrangem toda a cadeia da indústria petrolífera, tanto no upstream (exploração e produção - onshore e offshore), quanto no downstream (refinaria, transporte, distribuição e comercialização).

 

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