Bacia de Santos
No ano em que a Equinor celebra 25 anos no Brasil, Bacalhau atinge a marca de 25 milhões de barris produzidos e completa 25 operações de offloading desde o primeiro óleo.
Redação TN Petróleo/Assessoria Equinor
A Equinor celebra o primeiro ano de produção do campo de Bacalhau com a marca de 25 operações de offloading realizadas e 25 milhões de barris de petróleo produzidos. O marco coincide com os 25 anos de presença da companhia no Brasil e reforça a importância estratégica do campo para o crescimento de longo prazo da Equinor no país.
Operado pela Equinor, em parceria com a ExxonMobil Brasil, Petrogal Brasil (JV Galp | Sinopec) e Pré-Sal Petróleo S.A. (PPSA), Bacalhau iniciou a produção em 15 de outubro de 2025, no pré-sal da Bacia de Santos. O campo possui reservas recuperáveis superiores a 1 bilhão de barris de óleo equivalente e um dos FPSOs mais modernos em operação no Brasil.
Ao longo deste primeiro ano, Bacalhau aumentou progressivamente a produção, enquanto as atividades de comissionamento avançaram e novos poços entraram em operação. Aqueles atualmente em operação vêm apresentando taxas elevadas de produtividade e o campo já registrou níveis de produção próximos ao plateau. Com os trabalhos em andamento no terceiro poço injetor, a expectativa é atingir 220 mil barris por dia ainda em 2026.
"Bacalhau traduz a dimensão da nossa ambição no Brasil. Juntos com nossos parceiros, investimos US$ 8 bilhões na Fase 1, combinando experiência global e conhecimento local para desenvolver um ativo de classe mundial. Chegar ao primeiro ano de produção justamente quando celebramos 25 anos no país reforça a importância estratégica do Brasil para a Equinor e nossa visão de longo prazo", afirma Nina Koch, presidente da Equinor no Brasil.
Bacalhau também se destaca pelas tecnologias voltadas à eficiência e à redução da intensidade de carbono. Seu FPSO é o primeiro no Brasil a utilizar turbinas a gás de ciclo combinado, o que reduz as emissões para cerca de 9kg de CO2 por barril - valor significativamente abaixo da média global de 17kg por barril. O trabalho para reduzir emissões e aumentar a eficiência energética seguirá ao longo da vida útil do campo.
A complexidade da operação também é refletida na logística de Bacalhau. Durante esse período, cerca de 900 profissionais trabalharam diariamente em diferentes atividades offshore e foram registrados aproximadamente 3 mil voos de helicóptero para apoiar as operações de Bacalhau.
Bacalhau é o primeiro projeto greenfield no pré-sal brasileiro desenvolvido por uma operadora internacional, combinando a experiência global da Equinor ao conhecimento construído pela companhia no Brasil. Ao longo dos 30 anos previstos de vida útil do projeto, cerca de 50 mil empregos serão criados, impactando positivamente a economia e a cadeia de fornecedores do país.
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