Serviços

Brasil é o 2º país que mais exporta serviços de engenharia para a América Latina

Dados foram divulgados pela Abemi.

Redação/ Assessoria
18/08/2014 09:15
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O mercado internacional de serviços de engenharia movimenta anualmente cerca de US$ 510 bilhões e as principais empresas brasileiras do setor têm forte participação nas exportações para América Latina e África. As informações constam de nova pesquisa realizada pela ABEMI – Associação Brasileira de Engenharia Industrial com seus associados de todo o país.
De acordo com o levantamento, 94% dos serviços exportados por empresas brasileiras de engenharia são destinados para ambos os continentes, que juntos correspondem a 21% das exportações mundiais nessa área. “Na América Latina, as companhias brasileiras são responsáveis por 17,8% do total de vendas externas e estão atrás apenas das corporações da Espanha”, revela Antonio Müller, diretor presidente da ABEMI.
A presença internacional de empresas brasileiras em projetos de engenharia de grande porte começou a se intensificar a partir da década de 2000. O estuda da ABEMI mostra que hoje, em média, 45% do faturamento dessas companhias correspondem à exportação de serviços de engenharia. Grandes exportadoras de engenharia atuam no exterior principalmente nos setores de Transportes, Energia, Indústria, bem como Petróleo e Gás.
Internacionalização
Para a ABEMI, além de consolidar a presença do Brasil no exterior, a internacionalização de serviços de engenharia é essencial para a sobrevivência das empresas no próprio mercado doméstico. “O fortalecimento das multinacionais brasileiras no exterior gera competividade e restringe a aquisição de companhias locais por grandes grupos estrangeiros”, explica Müller. 
A importância da exportação de serviços de engenharia vai além dos benefícios alcançados pelas empresas, uma vez que movimenta cerca de 1.500 companhias no país, que atuam direta ou indiretamente em projetos internacionais. Segundo a pesquisa da ABEMI, esse mercado gera três vezes mais empregos que o de exportação de bens, com 192 empregos criados para cada milhão de dólares de serviços exportado.
“Outro ponto positivo é o incentivo ao desenvolvimento da tecnologia nacional, que estimula o aumento nos investimentos em pesquisa e inovação por parte das empresas brasileiras”, conclui Müller.

O mercado internacional de serviços de engenharia movimenta anualmente cerca de US$ 510 bilhões e as principais empresas brasileiras do setor têm forte participação nas exportações para América Latina e África.

As informações constam de nova pesquisa realizada pela ABEMI – Associação Brasileira de Engenharia Industrial com seus associados de todo o país.

De acordo com o levantamento, 94% dos serviços exportados por empresas brasileiras de engenharia são destinados para ambos os continentes, que juntos correspondem a 21% das exportações mundiais nessa área.

“Na América Latina, as companhias brasileiras são responsáveis por 17,8% do total de vendas externas e estão atrás apenas das corporações da Espanha”, revela Antonio Müller, diretor presidente da ABEMI.

A presença internacional de empresas brasileiras em projetos de engenharia de grande porte começou a se intensificar a partir da década de 2000.

O estudo da ABEMI mostra que hoje, em média, 45% do faturamento dessas companhias correspondem à exportação de serviços de engenharia.

Grandes exportadoras de engenharia atuam no exterior principalmente nos setores de Transportes, Energia, Indústria, bem como Petróleo e Gás.

 

Internacionalização

Para a ABEMI, além de consolidar a presença do Brasil no exterior, a internacionalização de serviços de engenharia é essencial para a sobrevivência das empresas no próprio mercado doméstico.

“O fortalecimento das multinacionais brasileiras no exterior gera competividade e restringe a aquisição de companhias locais por grandes grupos estrangeiros”, explica Müller. 

A importância da exportação de serviços de engenharia vai além dos benefícios alcançados pelas empresas, uma vez que movimenta cerca de 1.500 companhias no país, que atuam direta ou indiretamente em projetos internacionais.

Segundo a pesquisa da ABEMI, esse mercado gera três vezes mais empregos que o de exportação de bens, com 192 empregos criados para cada milhão de dólares de serviços exportado.

“Outro ponto positivo é o incentivo ao desenvolvimento da tecnologia nacional, que estimula o aumento nos investimentos em pesquisa e inovação por parte das empresas brasileiras”, conclui Müller.

 

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