Evento

Brasil participa de debate sobre o futuro da energia nuclear

Conferência é organizada pela estatal russa Rosatom.

Ascom Rosatom
26/06/2013 11:50
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O futuro da energia nuclear será debatido de quinta (27) a sábado (29) na Conferência Ministerial Internacional sobre energia nuclear no século XXI, realizada em São Petersburgo, Rússia. No evento, estarão reunidos representantes de governos de 83 países, incluindo o Brasil, além de especialistas de todo o mundo. A conferência é promovida pela Agência Internacional de Energia Atômica (IAEA) e organizada pela Rosatom, estatal russa de energia nuclear, que anunciou recentemente interesse em trazer a tecnologia russa para o Brasil, neste momento em que o governo brasileiro conclui os detalhes do novo marco regulatório do setor.
Durante o evento serão discutidas as perspectivas da energia nuclear para o futuro, que segundo dados da Agência Internacional de Energia Atômica (IAEA) deve ampliar sua participação na matriz energética mundial em pelo menos 23% até 2030. Hoje, 194 usinas nucleares do mundo operam com uma capacidade total de 372 GW e a expectativa é de que a geração de energia possa crescer de 80 a 90 GW em um futuro próximo. Apenas a Rosatom tem 28 projetos de construção de novas usinas em andamento, sendo 19 fora da Rússia, em países como Índia, China, Bielo-Rússia, Turquia e Vietnam.
A segurança como pré-requisito necessário para a ampliação da participação da energia nuclear na matriz energética dos países também será abordado, bem como os diferentes aspectos técnicos envolvidos no desenvolvimento da energia atômica. A conferência incluirá sessões plenárias sobre temas como energia e meio ambiente; implantação de tecnologias de desenvolvimento sustentável e inovadoras, com apresentação de relatórios nacionais; além de sessões técnicas, palestras e mesas-redondas com especialistas reconhecidos internacionalmente.
As últimas conferências sobre energia nuclear foram realizadas em março de 2005 em Paris (França), e em abril de 2009, em Pequim (China). A Rússia foi escolhida para sediar o evento este ano em função de sua experiência no desenvolvimento e aplicação da tecnologia nuclear.

O futuro da energia nuclear será debatido de quinta (27) a sábado (29) na Conferência Ministerial Internacional sobre energia nuclear no século XXI, realizada em São Petersburgo, Rússia. No evento, estarão reunidos representantes de governos de 83 países, incluindo o Brasil, além de especialistas de todo o mundo. A conferência é promovida pela Agência Internacional de Energia Atômica (IAEA) e organizada pela Rosatom, estatal russa de energia nuclear, que anunciou recentemente interesse em trazer a tecnologia russa para o Brasil, neste momento em que o governo brasileiro conclui os detalhes do novo marco regulatório do setor.


Durante o evento serão discutidas as perspectivas da energia nuclear para o futuro, que segundo dados da Agência Internacional de Energia Atômica (IAEA) deve ampliar sua participação na matriz energética mundial em pelo menos 23% até 2030. Hoje, 194 usinas nucleares do mundo operam com uma capacidade total de 372 GW e a expectativa é de que a geração de energia possa crescer de 80 a 90 GW em um futuro próximo. Apenas a Rosatom tem 28 projetos de construção de novas usinas em andamento, sendo 19 fora da Rússia, em países como Índia, China, Bielo-Rússia, Turquia e Vietnam.


A segurança como pré-requisito necessário para a ampliação da participação da energia nuclear na matriz energética dos países também será abordado, bem como os diferentes aspectos técnicos envolvidos no desenvolvimento da energia atômica. A conferência incluirá sessões plenárias sobre temas como energia e meio ambiente; implantação de tecnologias de desenvolvimento sustentável e inovadoras, com apresentação de relatórios nacionais; além de sessões técnicas, palestras e mesas-redondas com especialistas reconhecidos internacionalmente.


As últimas conferências sobre energia nuclear foram realizadas em março de 2005 em Paris (França), e em abril de 2009, em Pequim (China). A Rússia foi escolhida para sediar o evento este ano em função de sua experiência no desenvolvimento e aplicação da tecnologia nuclear.

 

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