Tubulações
DCL Solutions combina resinas e fibras de vidro ou de carbono para reparar linhas com furos e perda de espessura em instalações de óleo e gás, com materiais importados dos EUA e da Holanda e garantia de até 20 anos, conforme o sistema e o projeto.
Redação TN Petróleo/Assessoria DCL Solutions
Corrosão, perda de espessura, furos e vazamentos fazem parte da rotina de integridade de quem opera tubulações em plataformas e FPSOs. A DCL Solutions, empresa com sede em Cachoeiras de Macacu (RJ), oferece uma alternativa de reparo que dispensa solda: o reparo a frio com material compósito, que permite, em muitos casos, recuperar ou reforçar a linha sem interromper a produção, desde que a avaliação técnica e as condições de segurança permitam.
Em uma plataforma, as tubulações transportam petróleo, gás, água e outros fluidos. Como muitas dessas linhas carregam substâncias inflamáveis, o calor e as faíscas da solda podem provocar incêndios ou explosões, o que exige cuidados especiais. O reparo a frio elimina essa fonte de ignição.
O sistema combina resinas, que funcionam como adesivos especiais, com tecidos de fibra de vidro ou de carbono. O conjunto forma um material compósito aplicado sobre a tubulação para recuperar uma região com furo ou reforçar uma área que está perdendo espessura. O reparo é projetado pela engenharia para as condições de cada equipamento.
“Cada linha tem pressão, fluido, temperatura e geometria próprios. Por isso o reparo não é um produto de prateleira: é um projeto, com avaliação técnica antes da aplicação e documentação depois”, afirma George Di Cesar da Mota e Silva, fundador e diretor técnico da DCL Solutions.
A substituição convencional de uma tubulação com vazamento pode exigir a interrupção de parte ou de toda a operação. Em uma plataforma que produz 100 mil barris por dia, uma parada representa perda expressiva de produção e receita. Com o reparo composto, a recuperação pode ser executada, em muitos casos, sem essa interrupção.
A empresa defende que o ganho é maior quando o reparo é planejado a partir de inspeção preditiva, antes que a perfuração ocorra, o que reduz paradas e perdas de produção.
“A comparação econômica com solda ou com troca de trecho precisa incluir o impacto da parada de produção, e não só o custo direto do reparo. Reparar a linha enquanto ela ainda tem parede dá ao operador a chance de escolher o momento da intervenção”, diz George.
A DCL utiliza materiais compósitos importados dos Estados Unidos e produtos de proteção anticorrosiva importados da Holanda. Segundo a empresa, as propriedades desses materiais ampliam o tipo de intervenção possível em relação a soluções nacionais. O serviço inclui fornecimento dos materiais, planejamento técnico, execução e documentação, com garantia de até 20 anos, conforme o sistema utilizado, o projeto e as condições de cada aplicação.
“A dúvida mais comum de quem ainda não conhece o reparo compósito é sobre resistência e durabilidade. A resposta vem da engenharia, da qualificação dos materiais e da documentação técnica, e é isso que colocamos na mesa”, afirma o diretor técnico.
Por envolver informações sensíveis sobre as condições das instalações, a DCL normalmente não divulga nomes de clientes. A empresa pode apresentar exemplos e fotos de serviços executados, com o desafio técnico, a solução aplicada e os resultados, sem identificar cliente, unidade ou instalação.
Sobre a DCL Solutions - Fundada há três anos, a DCL Solutions presta serviços de recuperação e reforço de tubulações e componentes industriais e de proteção anticorrosiva. Tem sede em Cachoeiras de Macacu (RJ), filial em Vila Velha (ES) e presença na Flórida (EUA) e em Dammam (Arábia Saudita). Site: https://dclsolutions.com.br
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