Infraestrutura

Capitania dos Portos ganhará 2 prédios

A obra será realizada a partir de uma parceria entre a Prefeitura de Santos e a Marinha do Brasil. Um terreno de 9 mil metros quadrados, localizado na Avenida Mário Covas, próximo à Avenida Pedro Lessa, no Estuário, será cedido à administraç&a

A Tribuna
13/06/2012 11:00
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A Marinha do Brasil pretende concluir o projeto de construção de dois novos prédios para a Capitania dos Portos de São Paulo (CPSP) ainda neste mês. A ideia é que o processo licitatório para a obra seja iniciado logo em seguida e que os trabalhos comecem ainda neste ano.

A informação foi revelada pelo comandante do 8º Distrito Naval, vice-almirante Luiz Guilherme Sá de Gusmão, durante as comemorações da Semana da Marinha, na terça-feira (12), na Capital. Segundo ele, serão construídos dois prédios próximos à sede da CPSP, localizada entre os armazéns 27 e 29 do Porto de Santos e inaugurada em março de 2010.

A obra será realizada a partir de uma parceria entre a Prefeitura de Santos e a Marinha do Brasil. Um terreno de 9 mil metros quadrados, localizado na Avenida Mário Covas, próximo à Avenida Pedro Lessa, no Estuário, será cedido à administração municipal, que será responsável pela construção dos edifícios.

De acordo com o comandante, um será destinado à residências de oficiais e o outro, para o ensino profissional marítimo.

O anexo da CPSP que fica na Avenida Conselheiro Nébias, na Encruzilhada, será destinado ao departamento de saúde e atenção à família naval de Santos. Além disso, permanecerá como a sede da Sociedade Amigos da Marinha (Soamar).

O capitão dos portos de São Paulo, o capitão-de-mar-e-guerra Gerson Luiz Rodrigues Silva, considera que a Prefeitura precisa do terreno da Avenida Mário Covas e que a Marinha necessita de um prédio novo e moderno, que concentrará todas as atividades da Capitania dos Portos de São Paulo (CPSP) na área portuária. Para ele, esta será uma oportunidade de integrar o ensino profissional marítimo às atividades da sede, que fica entre os armazéns 27 e 29 do cais santista.

“Apesar de não ser a atividade principal da Marinha, eu, particularmente, considero uma das mais nobres, porque, com ela, formamos cidadãos que vão atuar na área, nos setores de apoio portuário ou marítimo”, afirma.
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