Evento

China apresenta alta tecnologia em máquinas e equipamentos durante feira

China Machinex Brazil 2014 acontece em São Paulo.

Revista TN Petróleo, redação com assessoria
25/07/2014 12:34
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São Paulo sedia o evento China Machinex Brazil 2014, que acontece de 29 a 31 de julho no Transamerica Expo Center. A Associação Brasileira dos Importadores de Máquinas e Equipamentos Industriais (Abimei) é uma das apoiadoras do evento, que contará com 260 produtores chineses de maquinários e equipamentos industriais premium selecionados para o mercado brasileiro.
Segundo o presidente da entidade, Ennio Crispino, a China é um importante parceiro comercial do Brasil e é um dos mais expressivos no segmento de máquinas industriais. As máquinas-ferramenta convencionais e CNC “Made in China” têm ajudado o crescimento de muitas empresas brasileiras. O executivo salienta que, atualmente, a China tem se destacado também como fabricante de máquinas de alta tecnologia, graças às alianças que o país fez e faz com multinacionais japonesas, americanas e europeias - líderes em inovação e tecnologia de ponta. Para ele, "a realização de uma feira de máquinas chinesas é uma oportunidade para o empresário brasileiro entrar em contato com o amplo leque de oportunidades que a China representa para o Brasil”.
De fato, a feira deve mudar a imagem estigmatizada dos produtos chineses no Brasil, com a promessa dos organizadores em trazer a última palavra em design e tecnologia do país asiático para o país.
Com a visita do presidente chinês Xi Jinping, vários acordos industriais foram fechados entre a China e o Brasil, principalmente nas áreas de energia e infraestrutura, e a feira vem contribuir para fomentar as relações comerciais entre os dois países. Atualmente a China é o maior parceiro comercial do Brasil, e as trocas entre os dois países atingiram o valor histórico de US$ 83 bilhões ano passado.
Os expositores trarão mais de 1500 máquinas e equipamentos chineses para os setores de Energia & Eletricidade (alta e baixa voltagem), Composição e Reciclagem de Plástico, Ferramentaria, Processamento de Alimentos & Embalagens e Autopeças. Países como Dubai, Egito, Índia e Polônia já têm edições anuais desses eventos. O Brasil é a etapa atual.
A feira tem pelo menos dois trunfos para atrair o empresariado brasileiro: o estado da arte da tecnologia chinesa, na forma de produtos selecionados a dedo para o mercado nacional, e o apoio do governo chinês.
Binu Pillai, COO da Meorient, a organizadora internacional, e Anselmo Carvalho, diretor do Grupo Feira & Cia informam que trabalharam com os departamentos do governo e visitaram diversas províncias para selecionar o que há de melhor na China para trazer para o Brasil.
"Houve um esforço muito grande da nossa parte em trazer as melhores empresas, tanto em termos de qualidade de produto quanto de qualidade da oferta”, diz o executivo da Meorient.
“O empresário brasileiro terá condições de equipar a sua indústria com equipamentos de ponta, com subsídios. O governo chinês tem interesse de vender, e aqui desse lado tem um empresário interessado em comprar. Então, as linhas de financiamento vão trabalhar em cima disso”, afirma Carvalho.

São Paulo sedia o evento China Machinex Brazil 2014, que acontece de 29 a 31 de julho no Transamerica Expo Center. A Associação Brasileira dos Importadores de Máquinas e Equipamentos Industriais (Abimei) é uma das apoiadoras do evento, que contará com 260 produtores chineses de maquinários e equipamentos industriais premium selecionados para o mercado brasileiro.

Segundo o presidente da entidade, Ennio Crispino, a China é um importante parceiro comercial do Brasil e é um dos mais expressivos no segmento de máquinas industriais. As máquinas-ferramenta convencionais e CNC “Made in China” têm ajudado o crescimento de muitas empresas brasileiras. O executivo salienta que, atualmente, a China tem se destacado também como fabricante de máquinas de alta tecnologia, graças às alianças que o país fez e faz com multinacionais japonesas, americanas e europeias - líderes em inovação e tecnologia de ponta. Para ele, "a realização de uma feira de máquinas chinesas é uma oportunidade para o empresário brasileiro entrar em contato com o amplo leque de oportunidades que a China representa para o Brasil”.

De fato, a feira deve mudar a imagem estigmatizada dos produtos chineses no Brasil, com a promessa dos organizadores em trazer a última palavra em design e tecnologia do país asiático para o país.

Com a visita do presidente chinês Xi Jinping, vários acordos industriais foram fechados entre a China e o Brasil, principalmente nas áreas de energia e infraestrutura, e a feira vem contribuir para fomentar as relações comerciais entre os dois países. Atualmente a China é o maior parceiro comercial do Brasil, e as trocas entre os dois países atingiram o valor histórico de US$ 83 bilhões ano passado.

Os expositores trarão mais de 1500 máquinas e equipamentos chineses para os setores de Energia & Eletricidade (alta e baixa voltagem), Composição e Reciclagem de Plástico, Ferramentaria, Processamento de Alimentos & Embalagens e Autopeças. Países como Dubai, Egito, Índia e Polônia já têm edições anuais desses eventos. O Brasil é a etapa atual.

A feira tem pelo menos dois trunfos para atrair o empresariado brasileiro: o estado da arte da tecnologia chinesa, na forma de produtos selecionados a dedo para o mercado nacional, e o apoio do governo chinês.

Binu Pillai, COO da Meorient, a organizadora internacional, e Anselmo Carvalho, diretor do Grupo Feira & Cia informam que trabalharam com os departamentos do governo e visitaram diversas províncias para selecionar o que há de melhor na China para trazer para o Brasil.

"Houve um esforço muito grande da nossa parte em trazer as melhores empresas, tanto em termos de qualidade de produto quanto de qualidade da oferta”, diz o executivo da Meorient.

“O empresário brasileiro terá condições de equipar a sua indústria com equipamentos de ponta, com subsídios. O governo chinês tem interesse de vender, e aqui desse lado tem um empresário interessado em comprar. Então, as linhas de financiamento vão trabalhar em cima disso”, afirma Carvalho.

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