Porto de Santos

Codesp estabelece novo calado operacional de 12,7 metros

Calado foi autorizado pela Codesp.

Ascom SEP
21/05/2014 15:44
Codesp estabelece novo calado operacional de 12,7 metros Imagem: Divulgação. SEP Visualizações: 1240

 

A Companhia Docas do Estado de São Paulo (Codesp) estabeleceu na terça-feira (20) o novo calado operacional a ser praticado no Porto de Santos: 12,7 metros ao zero DHN (Diretoria de Hidrografia e Navegação) para os trechos 1, 2 e 3. O trecho 4 permanece com calado operacional em 11,2 no zero DHN.
O calado foi autorizado pela Capitania dos Portos de São Paulo, a partir de batimetria realizada em março de 2014. A Codesp efetuou obra de dragagem emergencial em fevereiro em pontos críticos do Trecho 1, utilizando uma sobra de contrato existente à época.
Em janeiro, o calado operacional desse trecho foi reduzido de 13,2 metros para 12,3 metros no zero DHN, após identificação de pontos de assoreamento intenso no Trecho 1. Em função da alteração no calado do Trecho 1, os trechos 2 e 3 também tiveram suas profundidades reduzidas.
Nos meses de março e abril foram efetuadas novas intervenções em toda a extensão dos trechos 1 e 4. As batimetrias já foram protocoladas no Centro de Hidrografia da Marinha (CHM) que, após avaliação, encaminhará a proposta para homologação da Capitania dos Portos.
A expectativa da Secretaria de Portos (SEP) e da Codesp é de que o calado operacional dos trechos 1,2 e 3 seja restabelecido em 13,2 metros no zero DHN a partir dessa nova batimetria, mesmo patamar em que se encontrava em janeiro de 2014.

A Companhia Docas do Estado de São Paulo (Codesp) estabeleceu na terça-feira (20) o novo calado operacional a ser praticado no Porto de Santos: 12,7 metros ao zero DHN (Diretoria de Hidrografia e Navegação) para os trechos 1, 2 e 3. O trecho 4 permanece com calado operacional em 11,2 no zero DHN.

O calado foi autorizado pela Capitania dos Portos de São Paulo, a partir de batimetria realizada em março de 2014. A Codesp efetuou obra de dragagem emergencial em fevereiro em pontos críticos do Trecho 1, utilizando uma sobra de contrato existente à época.

Em janeiro, o calado operacional desse trecho foi reduzido de 13,2 metros para 12,3 metros no zero DHN, após identificação de pontos de assoreamento intenso no Trecho 1. Em função da alteração no calado do Trecho 1, os trechos 2 e 3 também tiveram suas profundidades reduzidas.

Nos meses de março e abril foram efetuadas novas intervenções em toda a extensão dos trechos 1 e 4. As batimetrias já foram protocoladas no Centro de Hidrografia da Marinha (CHM) que, após avaliação, encaminhará a proposta para homologação da Capitania dos Portos.

A expectativa da Secretaria de Portos (SEP) e da Codesp é de que o calado operacional dos trechos 1,2 e 3 seja restabelecido em 13,2 metros no zero DHN a partir dessa nova batimetria, mesmo patamar em que se encontrava em janeiro de 2014.

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